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imeira vista, um espetácul
tórico com uma modernidade cuidadosamente controlada. Cidades de arquitetura clássica misturavam-se a ce
reino
amente era sin
ideia de honra, dever e respeito à coroa. Havia um senso coletivo de identidade quas
a o pon
lda
e também escon
istante, enquanto grande parte do povo sustentava silenciosamente o luxo que
reino e
totalmen
era mais vital do que os Bragança. A indústria local era sólida, o comércio marít
uma vulnerabil
inhos, a perce
al, observava Alcântara com interesse calculado. Valença possuía exércit
inimigos
co aliados
e, mantinha relações cordiais. Montreval valorizava estabilidade e aco
do conv
almente p
etante. Expansivo, ambicioso, estrategicamente paciente. Raven
Valdoria
sua coro
lianças fortes, aquele bril
einos, poder não era a
e conseguia
gança e Alcântara não e
muralha
e precisava pe
fossem sacrificad
sendo pronunciadas. No vasto jantar da residência dos Bragança, ning
mantinha a postura impecável. Coluna ereta, expressão serena, mão
Josephine era um
Helena, com um brilho orgulhoso nos olhos. - Ela es
e Josephine
nd
e Pan
vendo - completou o duque, sorrin
iver. Palavra curiosa. Pando
ephine, com a voz suave que ap
rcebeu o l
Ria alto, viajava sem restrições, apaixonava-se e desapaixo
omo porcelana de exposição. Elegante, edu
uma moeda
e Helena, voltando-se para Josephine. - O casamen
ame
alavra cair sobre seus ombro
el Alc
cipe h
mem
o, nunca demonstrava emoções além da formalidade. Governaria um dia com firmeza
o bem
diava aquel
- respondeu ela,
ue se e
e o que s
do o acordo entre as famílias foi selado. El
entara com um
rita Br
sorr
urios
na
encontrar uma fresta de humanida
, ela era uma
is, um dev
o, uma mulh
ma... uma p
neceu acordada junto à janela,
à beira-mar, com o vento bagunçando os cabel
vr
ad
eja
e fechou
tigo e perigoso,
e escolher
locaram aci
de fazê-los sentir o que
ra era
mais que qu
surgiu nos lábi
r
cul
ori
- sussurrou ela,
uele jogo cruel, Josephine fina
ia para
significasse
o significass
ificasse enfrentar
sua vida, Josephine Braganç
ia ser
nça caminhava descalça pela areia branca de uma prai
o fazi
silencioso que come
eve, deixaria de ser
peça central d
ódio... mas de um coração que nun
ra exigia
o que
, mas por trás dos mármores e lustres d
elo salão do conselho, mãos cruzadas às costa
além do aceitável - murm
ondeu de imedia
. Bancos, exército privado, influência diplomática. O título de dutestava dep
itável - disse por fim. -
ilí
a elegante para sub
continuou o rei. - Sangue nobre aliado ao poder econômico. Prec
ênc
verdade
Real tin
ça tinham
lácio, o clima era
odiu Donatella Alcântara
uros ardiam
iel, permanecia encostado à janel
ndo - respondeu, sem
infeliz! Qualq
ueu uma sobrancelha. - E
credita que isso s
lmente a
ifica
io essa
nunca teve q
fou, cruzand
a tem Pa
carregado
oblema com ela? -
irritanteme
mal a c
, adorada, espontânea... tudo
o mais pr
úm
por Ez
Jose
tella, mais baixa agora. - Eu sei o qu
Pand
sempre t
ltou uma b
guém pode ser odiado sim
não e
ais do que
enigmático
Donatella
ança, o ar parecia
Josephine como uma comanda
nos ombros décadas de tradição.
roxi
ine ob
e obe
ousava uma joia antiga - um colar de diamantes delicadamente
gança - declarou Bernarda. - Passo
entiu o cor
a perten
a mão ao peit
orriu, o
e apenas
que isso significa?
im,
as uma joia.
e, ajustando o colar
s uma princesa. Será
o naquela
ctat
es
st
squeça de
ustentou o
algo diferente br
subm
mais
a esqu
pareceu s
olhar deixou um e
iante do espelho, Jos
r
Eze
quele
pria começav
ça no trono.
so lento
a vez, aquela ideia
mo oport
erguia uma taça de vinho, rindo sob a
reoc
ian
cen
ve, deixaria de ser a
o epicentro de
ade chamada
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