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A jovem órfã para o Bilionario

Capítulo 6 Uma carona para aula

Palavras: 1267    |    Lançado em: 15/09/2023

vi

dos vidros escuros fechados e dos dois carros que fazem a nossa segurança. Um estacionado à frente

tomada pelo perfume amadeirado que gruda em cada pedacinho da m

runo,não precisa fingir." Falo aper

ngindo qualquer coisa com você?" A

sorriso cafajeste no canto dos lábios, os ol

zo os braços irritada. "Já não basta ter

rimeira vez com um autoritarismo pesando nela."Você se meteu nos me

riança?" Questiono furiosa principa

ém de um momento quando a porcaria desse c

então qual o problema em ter um tempo legal." Ele apoia a mão esqu

arte em que ele incluiu por um bom tempo des

fuder com vo

em curiosidade e uma pequ

você tem a boca muito sujo e uma mente pervertida.

sua palavra de honra e em todas aquelas baboseiras que falou

e aproximar, engulo em seco ficando assustada com seu movimento de predador é

em um tom mais baixo porém ameaçador. "Homens como eu, só sobrevivem com a própria

o meu coração soando nos ouvidos. O rosto tão masculino próximo demais, des

de, venho buscá-la" Ele se afasta

isso pois faz a minh

vir me deixar e buscar?"

manter a sua segurança." Declara de mane

as nos meus ombros, tento abrir a porta mas está tr

ado,L

s que costumam tirar sarro da minha cara encostados no muro do colégio. Abaixo a cabeça como sempre, escutando as palavras irritantes. Antes de passar pelo portão

o La

rota dentro do meu carro, a maneira como ela se desfaz

lguns garotos tiram sarro d

ito nesse

ara Miguel, o chefe

do recobrar um pouco de consciência,

deixei para acompanhar os movimentos da garota. Preciso controlar os pensamentos sobre a boca rosada. Bato os

nho

ia, a secretária parece estar a um bom te

osta de receber de

, todos os meus presentes para qualquer mulher s

um presente? Posso fazer is

aro vendo que dessa vez ela nã

ia." Re

ue a minha garota ficou diante d

osta de coisas

caixa de c

em qual resposta ela vai me d

ã." Ordeno já levantando da cadeira."Na verdade Sí

cordância enquan

orém a cena que vejo ao estacionar na entrada de al

gosto apertando o volante com força para não descer e bater nele. Ao ouv

caixa de chocolate com uma interrogaçã

estiona enquanto do

de um gemido invade o espaço do SUV , pelo canto do o

rovar, estão ót

ueira dividir

o ar. "Não acredito que você quer fingir que n

eio da avenida, escuto o seu grito mas a minha visão está embaçada de raiva. Entro dent

onversa de manhã." Digo em um tom de vo

de palavra, não existem outras e nem exi

puxo, fazendo nossos lábios

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A jovem órfã para o Bilionario
A jovem órfã para o Bilionario
“Uma garota inocente que deseja salvar o lugar em que vive, só não imaginava que estaria indo contra os desejos de um homem poderoso como Bruno Lafaiete no meio dos perigos, um amor puro que causará inveja e a verdadeira identidade desse bilionario será exposta. Os dois estão prontos para lidar com tudo isso? "Você não deveria ameaçar homens que não conhece." Sua voz se torna baixa mas o tom de ameça está lá. A porta do banheiro se abre e o outro homem reaparece ficando calado quando me vê, seus olhos azuis fazem uma varredura completa nas minhas roupas simples sinto como se fosse um pedaço de lixo nos pés de um sapato de grife. "Giulio, veja só papai gostaria que me casasse acabei de encontrar minha noiva." Sinto os olhos pulando das órbitas enquanto giro o pescoço na direção dos olhos verdes que agoram parecem faiscar. "Que merda Bruno?" "Você está louco" Rebato prontamente. "Quer ou não quer salvar esse lugar?" Sua voz soa calma enquanto coloca as mãos na calça social. Finalmente reparo bem no homem, muito mais lindo pessoalmente do que nas revistas mas são seus olhos que fazem meu coração pular. "Não tenho nenhum motivo para acreditar em você." Cruzo os braços buscando alguma proteção. "Nem eu em você, entretanto, podemos fazer um negócio - Fala de modo calmo passando as mãos no cabelo desfazendo o penteado. - O orfanato por um casamento, a menos que esse lugar não seja tão estimado." Quase rosno com a sua audacia em tentar mensurar o quanto é importante para mim o cuidado das crianças e desse lugar. "Tudo bem - Respondo derrotada. - Mas quero um contrato no qual você se compromete em manter o orfanato e as despesas." "Só isso?" Questiona Respiro fundo procurando algo dentro da minha mente até que encontro. "Meus estudos, você terá que arcar com a minha faculdade." "Prepare um documento com esses termos Giulio." O tal de Giulio parece estupefato com a ordem recebida porém não questiona, Bruno abre a porta do banheiro gesticulando para que saia na sua frente. Quando o faço sua voz soa rouca ao pé do meu ouvido. "Não deveria fazer negócios com desconhecidos." Sinto estar entrando em uma enrascada mas engulo o medo e oro para ter tomado a decisão certa.”