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Bantang Kafei

6 Livros Publicados

Livros e Histórias de Bantang Kafei

Amor e Traição Musical

Amor e Traição Musical

Romance
5.0
O cheiro de café requentado e poeira eletrônica misturava-se ao silêncio. Eram duas da manhã e eu, Sofia, produtora musical, estava sozinha no estúdio que construí com cada centavo da herança dos meus pais. Para ele, Lucas, meu namorado e um DJ ambicioso, que eu ajudei a transformar em "estrela". Ele disse que estava "enterrado em projetos", finalizando uma colaboração. Mas então, vi a foto. Não era de um estúdio. Era de Bruna, a cantora que ele "produzia", com o braço possessivamente ao redor da cintura dela, sorrindo para a câmera de um jeito que não via há muito tempo. A legenda dizia: "Noite incrível... O talento e a voz de Bruna vão conquistar o mundo. Orgulho de fazer parte disso." Meu coração não acelerou, nem afundou. Apenas uma calma gelada me tomou. Ele ligou, irritado, cobrando os arquivos do álbum da Bruna. "Qual é o seu problema, Sofia? Você sumiu? Você está tentando sabotar o projeto?" Enquanto ele gritava, ouvi um oficial de justiça ao fundo. "Senhor Lucas Almeida? Eu tenho uma intimação para o senhor." Eu não tinha feito nada. Que intimação era essa? Meu sangue gelou. Ele me ligou de volta, furioso. "Que porra você fez? Tem um oficial de justiça aqui com um papel do divórcio!" Divórcio? Nós nem éramos casados. "Você quer me ferrar a ponto de inventar uma palhaçada dessas?" ele berrou. "Mas não pense que vai ser fácil", ele continuou. "Você vai assinar um acordo, e parte de qualquer dinheiro que você ganhar com música no futuro vai ter que ser repassado pra Bruna, como compensação pelo estresse emocional que você está causando nela." Fui acusada de ser a "louca ciumenta" que sabotava o projeto e de tentar roubar o que, em suas mentes, era dele. Foi então que entendi: eles não queriam apenas me roubar, queriam me humilhar e apagar da minha própria história. Eu tinha as demos originais, os e-mails, as provas. Eu tinha as cicatrizes de sete anos de sacrifício. Eu não gritei. Não chorei. A guerra havia começado. E eu não era do tipo que se rendia.
O Divórcio Que Revelou um Segredo Sombrio

O Divórcio Que Revelou um Segredo Sombrio

Moderno
5.0
Com nove meses de gravidez, sozinha em casa, no meio de uma inundação histórica em Lisboa, o meu telemóvel tocou. Era Diogo, o meu marido. Pensei que ele viria salvar-me, mas a sua voz soou distante e irritada, abafada pelos latidos de um cão. Ele estava em casa da minha meia-irmã Sofia, a confortar o cão dela assustado com a tempestade. Liguei-lhe em trabalho de parto, com as águas a subirem pela porta, mas ele disse: "Não sejas dramática, Clara. A Sofia precisa de mim." E desligou. Sozinha, na escuridão, com a dor a rasgar-me o corpo, perdi o nosso filho. O meu bebé não sobreviveu. No hospital, Diogo apareceu fingindo preocupação, culpando a tempestade e dizendo que eu era "emotiva". O meu padrasto Rui defendeu-o, dizendo que "fatalidades acontecem" e que Sofia era a sua prioridade. Foi aí que a dor se transformou em fúria fria. Decidi que lhes faria pagar. Contratei a advogada mais implacável e comecei a investigar. Encontrei transferências avultadas da nossa conta conjunta para a conta de Sofia. Jantares caros, viagens de luxo. Não era apenas negligência; era traição contínua. Mas o pior estava por vir. Uma foto anónima revelou Sofia... grávida. E a data mostrava que era do meu próprio marido. Eles tinham concebido um filho, enquanto eu carregava o nosso. E depois, livraram-se dele. Convoquei uma reunião com Diogo e Rui. A minha mãe estava presente. Com provas irrefutáveis, revelei tudo. "Vocês mataram o vosso filho. E depois, tu deixaste o meu morrer." O choque nos seus rostos foi a minha vitória. Gravei toda a conversa. E, com a voz firme, dei o golpe final: "Tu não cometeste um erro. Tu és um erro." Agora, iriam pagar por tudo.