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Dragon

6 Livros Publicados

Livros e Histórias de Dragon

A Vingança da Paisagista

A Vingança da Paisagista

Romance
5.0
Como paisagista renomada, meu "Toque Verde" transformava qualquer terreno em um paraíso, e meu maior sonho era um jardim botânico em homenagem à minha avó. Mas esse sonho foi brutalmente destruído pelo homem que eu amava, Pedro, que, bêbado, triturou anos da minha vida. Quando o confrontei, ele se escondeu atrás de sua nova parceira, a poderosa Beatriz, que me dispensou com um sorriso frio: "Pedro é jovem, não leve isso a sério." O choque e a dor me deixaram sem fala, sentindo algo morrer dentro de mim. Naquela noite, em silêncio, usei minha influência para mandá-lo para o exterior, uma vitória amarga. Meses depois, o desastre atingiu minha família: minha irmã adoeceu gravemente, e nossa empresa familiar, antes sólida, enfrentou uma crise financeira inexplicável. Desesperada, decidi retornar às competições de design de jardins, buscando um terreno raro. No leilão de terras, lá estavam eles novamente: Pedro, mais bonito e confiante, e Beatriz, radiante, dominando o ambiente. Quando ela me viu, um sorriso malicioso se espalhou: "Tudo o que Sofia cobiça, eu arremato." Os sussurros de pena e desprezo me cercaram. "Não é de se admirar que Beatriz não a traga mais; ela não se compara ao garoto." A dor se transformou em raiva. O que eles não sabiam é que eu, Sofia, era casada com Beatriz por um contrato de negócios que unia nossas famílias, um acordo que ela parecia ter esquecido. E então, o golpe final: o leiloeiro anunciou que eu tinha trinta milhões, não os cinquenta necessários. Meu dinheiro pessoal, que só eu acessava, havia sumido! Beatriz sorriu, seus olhos de flor de pêssego brilhando com malícia: "Eu só comprei um carro esportivo de edição limitada para o Pedro. Queria fazê-lo feliz." Cinquenta milhões. Meu dinheiro, minha dignidade, tudo roubado. A humilhação era completa. Beatriz me ofereceu dinheiro para participar, desde que eu me ajoelhasse. Minha raiva explodiu: "Nunca!" Com um ato desesperado, tirei da bolsa um pedaço de jade bruto, o último presente da minha avó, meu talismã. "Isto é Jade Imperial. Vale muito mais do que os cinquenta milhões." O leiloeiro confirmou: "Valor estimado ultrapassa os cem milhões." Beatriz, chocada, gaguejou. Olhei para ela, meus olhos agora frios e desafiadores: "Eu posso participar agora?" O leilão começou, mas Beatriz seguiu me humilhando, comprando cada terreno que eu cobiçava. Sua estratégia era clara: me destruir. Quando o lote 27, um terreno rochoso sem valor, foi anunciado, senti uma chance. Ofereci um milhão. Beatriz bufou: "Dois milhões. Você está desesperada." Mas Pedro, querendo me humilhar ainda mais, sussurrou para ela: "Deixe-a ter um lote, o pior de todos." Beatriz, com um sorriso cruel, me presenteou com o lote 35, "resíduo de pedreira, solo contaminado." A sala explodiu em gargalhadas. Mas eu não me abati. Vendi meus terrenos para empresas dispostas a recuperá-los e construir lá, lucrando mais do que Beatriz com suas terras "valiosas". Foi então que Sofia se moveu, olhando para Beatriz, um pequeno sorriso finalmente tocando seus lábios. Um sorriso frio como gelo. "Você vê pedras, Beatriz. Eu vejo o que está por dentro." Naquele mesmo dia, um raio me atingiu novamente: minha irmã havia falecido devido a um "novo medicamento". Com a dor se transformando em fúria, corri para o hospital. O nome na autorização era de Pedro. Ele havia visitado o hospital usando uma antiga procuração, convencendo um jovem médico a um "tratamento experimental" que sabia ser fatal. Ele não a matou diretamente. Ele apenas... a ajudou a morrer. Minha vingança não havia terminado. Tinha apenas começado.
O Despertar De Uma Nova Mulher

O Despertar De Uma Nova Mulher

Xuanhuan
5.0
A escuridão era fria e sem fim. Eu flutuava nela, revivendo meus últimos momentos: o cheiro de mofo da favela, a febre me queimando, meu irmão João chorando enquanto segurava minha mão. Vinte anos. Vinte anos de miséria desde aquele dia fatídico. O dia em que Pedro, meu irmão adotivo, me vendeu por um punhado de comida, condenando-me a uma vida de sofrimento. Eu vi meus pais adotivos, os Silva, desolados sobre meu corpo sem vida. O arrependimento deles era uma faca, mas a dor já havia me consumido. Pedro, pálido, talvez por culpa, talvez por medo do escândalo que mancharia seu nome, estava lá. E Ana, sua irmã mimada, que tomou meu lugar na minha ausência, chorava "lágrimas de crocodilo" agarrada à mãe. Eles se arrependeram. Mas de que adiantava? Meu fim já estava escrito. Ou assim eu pensava. De repente, uma luz forte me cegou. Abri os olhos, o ar invadindo meus pulmões com uma urgência dolorosa. A primeira coisa que vi foi o teto familiar da casa dos Silva. O mesmo teto de vinte anos atrás. Então, ouvi a voz irritante de Pedro: "Pai, mãe, eu não aguento mais! Essa casa é um inferno! Eu quero ir embora, tentar a vida na cidade grande!" Eu estava no meu antigo quarto. Minhas mãos eram as de uma jovem, sem as cicatrizes e a aspereza de anos de trabalho forçado e doença. Eu voltei do inferno. Voltei para o dia em que tudo começou. Pedro insistia: "Eu já tenho dezessete anos, não sou mais criança! E a Maria vai comigo. Ela é minha irmã, tem que cuidar de mim!" Eu caminhei até a porta, espiando pela fresta. Ele queria me arrastar para o mesmo destino de desgraça. Mas desta vez, não. Pedro tentou pegar minha mão, o sorriso manipulador se formando em seus lábios. Recuei, as palavras saindo firmes: "Não." O choque no rosto dele era quase cômico. Sem remorso, encarei os olhos que me viram ser vendida por comida: "Eu disse não. Eu não vou a lugar nenhum com você, Pedro." Os Silva e Pedro ficaram surpresos. Eu nunca o havia desafiado antes. Agora, eu daria o primeiro passo para reescrever meu destino e o de João.
O Ultimato de uma Noiva: Adeus, Mentiras!

O Ultimato de uma Noiva: Adeus, Mentiras!

Romance
5.0
O véu branco esconde a verdade, mas não a dor. Estava prestes a casar com Hugo Gordon, o magnata da comunicação, o homem que todos viam como a epítome do amor e da devoção. O meu vestido de noiva, desenhado por ele, era uma obra-prima cravejada de gemas. Deveria estar a flutuar de alegria, mas a minha voz soava estranhamente distante aos meus próprios ouvidos. A farsa começou a desmoronar-se na noite em que o ouvi confessar: o seu "amor" por mim era apenas um ardil para afastar-me de Jacob e abrir caminho para a felicidade da minha irmã, Raegan. Ele "salvou-me" com a doação de um rim, mas percebi que até esse sacrifício era para garantir que a futura "cunhada" da Raegan estivesse saudável. Eu não era uma noiva, mas um peão no jogo deles. Toda a minha vida, a minha família me tratou como um fardo, um ruído de fundo, enquanto a Raegan era adorada. Os meus pais ignoravam a minha alergia a marisco, servindo-o no jantar, com Hugo descascando camarões para a Raegan, alheio a mim. Quando a Raegan simulou uma queda, Hugo abandonou-me no meio da multidão, deixando a minha lanterna dos desejos por acender, correndo para ela. Nas lanternas que ele comprara para mim, estavam escritos apenas desejos para a Raegan. A aceitação da traição, da indiferença, da pura malícia, esmagou-me, mas trouxe uma clareza gelada. Será que alguém alguma vez amou a Liza Hayes? Seria eu apenas um fardo, uma sombra, um meio para os fins alheios? A ilha esperava-me, a minha fuga estava traçada. Eu ia desaparecer, renascer das cinzas deste mundo de mentiras e construir a minha própria paz, mesmo que a minha felicidade fosse comprada. A minha vingança já estava em curso.
Ou Ela, Ou Eu

Ou Ela, Ou Eu

Moderno
5.0
No meu trigésimo aniversário, eu esperava um jantar romântico, um recomeço. Tínhamos uma consulta vital na clínica de fertilidade para o bebé que tanto desejávamos, o futuro que estávamos a construir juntos. Mas o meu marido, Lucas, nunca apareceu. Como sempre. A razão? A irmã dele, Clara, e uma das suas incontáveis 'crises'. Anos a ser a segunda opção, a ver-me abandonada por uma desculpa atrás da outra. A minha determinação de ter uma família desvanecia-se. O meu coração apertava-se de cada vez que a Clara, sempre a 'frágil', o puxava para longe. Até que decidi cavar fundo. O que descobri nos seus diários e extratos bancários não era uma alma carente, mas sim uma manipuladora mestre, uma atriz que se deleitava com a devoção cega do meu marido. Confrontei Lucas com provas irrefutáveis, mas a cegueira dele era tão profunda quanto a manipulação dela. "Estás com ciúmes da minha irmã", ele gritou, "Ela é o meu sangue, tu és de fora!" De fora? Eu era a sua mulher, o seu futuro! Como podia ele defender a mentira tão ferozmente, ignorando a verdade bem à sua frente? No momento final, a escolha brutal pairou no ar: "Ou ela, ou eu." O telefone tocou. Era Clara, a implorar. Sem hesitação, Lucas virou as costas para mim e foi para ela. Naquele instante, o clique da porta ao fechar-se ecoou o fim. Não chorei. Apenas assinei os papéis do divórcio. E, pela primeira vez em muito tempo, respirei livremente. Ele fez a sua escolha. E, sem saber, também fez a minha.