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Du Wu Qin Yang

4 Livros Publicados

Livros e Histórias de Du Wu Qin Yang

Amor Ferido, Destino Escrito

Amor Ferido, Destino Escrito

Romance
5.0
Cinco anos. Dediquei cada fibra do meu ser a Ricardo, um músico de bar que transformei em estrela com meu suor e dinheiro. Achava que nosso amor era à prova de tudo, mas a verdade desabou sobre mim como um raio. No dia em que meu negócio ruiu e minha conta secou, Ricardo me descartou sem piedade, bem no aniversário de cinco anos que eu planejara celebrar nosso noivado. "Ana, acabou. Eu não posso mais ficar com alguém como você. Nós somos de mundos diferentes agora," ele declarou, na frente de sua nova namorada, uma loira esguia e rica. A humilhação foi pública, brutal, e me sufocou com a dor da traição. Ele jogou fora o anel de noivado que eu comprara para ele, dizendo com desprezo: "Você ia me pedir em casamento? Sério, Ana? Que patético." Minha independência, pela qual sacrifiquei o apoio da minha família poderosa, tornou-se a arma perfeita para ele me ferir. No auge do meu desespero, em um bar, quando a dor e a raiva pareciam me consumir, um DJ de olhos brilhantes, Pedro, sentou-se ao meu lado. "Ora, ora, vejam só quem está aqui," a voz de Ricardo ecoou, me puxando de volta ao inferno. Ele e sua nova namorada zombavam, chamando-me de interesseira desesperada, mas Pedro, inesperadamente, se jogou em nossa defesa. Ele beijou-me intensamente na frente de todos, declarando uma posse que deixou Ricardo pasmo, e me levou para longe dali. Pergunto-me: será que este encontro inesperado pode ser o recomeço que preciso, ou apenas mais uma ilusão perigosa?
Traída no Velório: A Vingança de Duda

Traída no Velório: A Vingança de Duda

Romance
5.0
A dor no peito era quase insuportável, o sol castigava as vielas da favela, zombando da frieza que sentia por dentro. Eu, Maria Eduarda, estava prestes a desabar em meio ao velório do meu pai, um líder comunitário amado por todos. Minha mãe me segurava firme: "Duda, você precisa ser forte. Pelo seu pai." Tentei assentir, mas meus joelhos falharam e tudo ficou escuro. Acordei minutos depois, com cheiro forte de café e a cabeça latejando. Foi então que ouvi, do lado de fora do quartinho, a voz do Lucas, meu noivo. "Eu não posso mais continuar com isso. O pai dela morreu. A família não tem mais a mesma influência." Meu coração parou. Outra voz, desconhecida, respondeu: "E a filha do deputado Amaral? As licenças para o projeto imobiliário dependem desse casamento." Lucas respondeu, frio e calculista: "Vou terminar o noivado com a Duda. É um mal necessário. Casarei com a Clarice. Negócios são negócios." Meu pai, meu luto, nosso amor… tudo reduzido a "negócios". A dor da perda paterna se misturou à queimação da traição. Senti um gosto amargo na boca. Deitada, imóvel, a tristeza deu lugar a uma frieza cortante, transformando-se em gelo. Não chorei. Não gritei. Quando minha mãe entrou, preocupada, a decisão já estava tomada. "Mãe, ligue para o senhor Pedro. Diga a ele que eu aceito a proposta de casamento." Minha mãe arregalou os olhos: "Duda, o Lucas?" "O Lucas acabou, mãe." Eu sabia que a batalha estava apenas começando, mas Lucas não me veria chorar. Ele me veria vencer.
Sozinha na Escuridão: A Busca por Lucas

Sozinha na Escuridão: A Busca por Lucas

Moderno
5.0
Num segundo, virei-me para apanhar uma lata de feijão preto no supermercado. Quando me voltei, o carrinho estava vazio. O meu filho Lucas tinha desaparecido. O pânico gelou-me o sangue. Liguei para o meu marido, Pedro, em desespero. Ele atendeu, mas a sua preocupação esvaneceu-se assim que a mãe, a Sofia, interveio. "Desapareceu? Como pudeste ser tão descuidada?" A voz dela era cheia de acusação. O Pedro, então, disse-me para "parar de criar problemas" e procurar sozinha, antes de me bloquear. A polícia mostrou-me as imagens de segurança: uma mulher de chapéu e óculos levava o Lucas. Ele estendeu os braços para ela, sem lutar, como se a conhecesse. Os polícias insinuaram que eu era uma má mãe por ele ter ido "de livre vontade". Ninguém da família do Pedro ligou. Nem a seguir, nem depois. O meu mundo caiu. O meu filho de três anos tinha desaparecido, e o pai não se importava. Mas a dor deu lugar à raiva. Liguei para a Sofia. Ela fingia preocupação, mas o Pedro tinha-a bloqueado. A gota d'água foi quando ela disse: "O Lucas não é família? Ele não é teu neto?" "Claro! Mas ele está desaparecido, e a Beatriz está aqui, a precisar de nós. Um homem tem de cuidar da sua família de sangue primeiro." Família de sangue. Eu não era. O meu filho, aparentemente, também não. "Quero o divórcio, Sofia." Ela riu, zombeteira. "Não sejas ridícula. Estás a reagir de forma exagerada." Naquele momento, percebi que estava sozinha nisto. E que nunca mais voltaria para aquela família. Decidi que ia encontrá-lo. Sozinha. Vendi as joias da minha mãe, aluguei um apartamento e comecei a minha própria busca. Cada cartaz, cada face que eu encontrava, era uma promessa. Quando Pedro ligou, com novas desculpas e um detetive particular, soube que a minha vingança tinha começado. Eu ia encontrar o Lucas. E eles iam pagar.