Earvin Neill
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Livros e Histórias de Earvin Neill
Amor e Ódio: Laços Quebrados
Moderno A foto no celular de Miguel mostrava Isabela, sua esposa, beijando outro homem.
A traição era um veneno, gelando seu corpo, enquanto a raiva subia por sua garganta.
Sua mãe, Laura, vendo sua agonia, não demonstrava surpresa, mas uma frieza que ele nunca tinha visto.
"Mãe, você viu? Você viu o que ela fez?"
"Eu vi", Laura respondeu, surpreendentemente calma.
Ela o mandou fingir que nada tinha acontecido.
Disse que precisava de tempo para "resolver isso".
Miguel confiava nela, mas sentia a dor crescendo dentro dele.
Os dias se arrastaram, tensos e cheios de mentiras.
Isabela agia com falsa inocência, trocando mensagens às escondidas.
Cada risada dela era uma facada no peito de Miguel.
E Laura? Laura se apegava a Leo, o filho de Miguel, com uma devoção quase desesperada.
Miguel se sentia um estranho em sua própria casa, abandonado pela mãe também.
Chega de teatro.
Em um jantar, Miguel explodiu, jogou o garfo no prato.
"Eu não aguento mais isso!"
Ele exigiu que Isabela fosse embora, ou ele mesmo iria.
"Você vai escolher, mãe. Eu ou ela."
Um grito de fúria o dominou, e ele varreu a mesa.
Pratos e copos se espatifaram. Leo chorou assustado.
Isabela, com lágrimas de crocodilo, correu para abraçar o filho.
Fez-se de vítima, acusando-o de enlouquecer.
"Não use meu filho contra mim, sua vadia mentirosa!" Miguel cuspiu.
Ele avançou para ela, cego de raiva.
Mas Laura, rápida como um raio, se interpôs.
Miguel a empurrou. Ela cambaleou e bateu na parede, gemendo de dor.
"Por quê?", Miguel sussurrou, a voz quebrada.
"Por que você protege ela? Contra mim? Seu próprio filho?"
As lágrimas de Laura escorreram, mas sua voz era firme.
"Eu te amo mais do que minha própria vida, Miguel. Nunca duvide disso."
Ela prometeu resolver tudo em um mês, pedindo paciência.
Miguel, exausto, concordou.
As semanas seguintes foram uma farsa.
Laura agia como uma diplomata, cercando Isabela com falsas desculpas.
Miguel e Isabela eram fantasmas na mesma casa, o abismo entre eles crescendo.
Laura encontrou uma fatura de cartão de crédito de Isabela.
Despesas: jantar caro, hotel de luxo, relógio masculino caríssimo.
Provas da traição, frias e inegáveis.
Mas ela não mostrou a Miguel.
Apenas a guardou, uma arma para o momento certo.
Miguel precisou de dinheiro para o negócio.
Isabela, ouvindo a palavra "dinheiro", se aproximou.
Ela inventou uma história dramática sobre a família, implorando mais dinheiro que Miguel.
Chantagem emocional. Miguel sentiu nojo.
"Minha mãe não vai te dar um centavo!"
Mas, para seu choque absoluto, Laura deu o dinheiro a Isabela.
"Seu negócio pode esperar, Miguel. A família não pode."
Miguel sentiu-se duplamente traído.
A dor era insuportável.
Ele saiu de casa, batendo a porta com força.
Laura, observando Isabela partir, sorriu.
Um sorriso assustador, cheio de segredos e promessas de vingança.
O abismo entre Miguel e Laura se aprofundou.
Ele a evitou, trancava-se no escritório.
Laura sentia a distância, seu coração pesado.
Ela sabia que era um sacrifício necessário.
Então, a crise veio: uma virose agressiva.
Leo e Miguel adoeceram.
Um medicamento raro, uma única dose.
Laura conseguiu.
Entregou-o a Isabela para Leo.
Miguel apareceu na porta.
"E eu, mãe? E eu?"
Laura, sem olhá-lo nos olhos, disse: "Você é forte, Miguel. Ele é uma criança. Ele é frágil."
"Eu sou seu filho! Como pode me escolher para sofrer? Você me ama?"
Lágrimas escorreram no rosto de Laura, mas sua voz era dura.
"Eu te amo mais do que minha própria vida. Um dia, você vai entender."
Mas Miguel sentiu-se abandonado, um sacrifício.
Naquela noite, ele tomou uma decisão.
Ele malou uma pequena bagagem.
Desceu as escadas. Laura o viu.
"Miguel, não faça isso ", ela sussurrou.
"Já está feito", ele respondeu, voz vazia de emoção.
"Você fez sua escolha, mãe. Agora eu estou fazendo a minha."
Ele se virou e saiu.
Laura permaneceu imóvel, uma única lágrima escorrendo.
Aquele exílio, parte de seu plano.
Meses se arrastaram.
Isabela, sem Miguel, tornou-se descuidada, ousada com seu amante.
Ricardo, o amante, cobrava-a por dinheiro.
Desesperada, Isabela exigiu dinheiro de Laura.
"Não", Laura disse, a voz suave, mas final.
O castelo de cartas de Isabela desmoronou.
Seu negócio e sua vida.
A máscara de Isabela caiu.
Ela atacou Laura verbalmente, com ódio puro.
Laura absorvia tudo em silêncio, cada insulto um prego no caixão de Isabela.
Até que chegou o dia.
Num sábado ensolarado, Laura levou Leo ao parque.
Mas ela não estava sozinha.
Um menino idêntico a Leo, chamado Lucas, a acompanhava.
Laura o mantivera escondido por cinco anos.
Isabela estava no parque, discutindo com Ricardo.
Seu olhar cruzou o de Laura.
Ela viu Lucas. Chocou-se.
"Que brincadeira é essa, Laura? Quem é esse menino? Por que ele é igual ao Leo?"
Lucas, inocente, perguntou: "Vovó, por que aquele menino tem a minha cara? Ele é meu irmão?"
A fúria de Isabela explodiu.
"Irmão? Que absurdo! Eu não tive gêmeos! Laura, eu exijo uma explicação!"
Uma mulher na multidão sussurrou: "Talvez sejam meio-irmãos. Do mesmo pai."
A semente da suspeita venenosa plantou-se em Isabela.
"É um filho bastardo de Miguel! E você sabia!"
Isabela ligou para Ricardo, histericamente.
Depois, para a polícia.
"Vou acusá-la de sequestro! De assédio! Você vai se arrepender!"
Laura, assustadoramente calma, apenas esperou.
A polícia e, para surpresa de Isabela, Miguel e Ricardo chegaram.
"Vocês se conhecem?", Isabela perguntou, desconfiada.
"Sim, nós nos conhecemos", Laura disse, em voz clara.
"Laura e eu fomos concorrentes nos negócios. Somos inimigos."
A bomba explodiu.
A visão de Ricardo foi demais para Miguel.
Com um grito gutural, ele se lançou sobre Ricardo.
"Você! Você destruiu minha vida!"
Isabela, para horror de Miguel, o defendeu, interpondo-se.
Aquela lealdade ao outro quebrou algo em Miguel.
Ele a empurrou para o lado.
E, na frente de todos, deu-lhe um tapa no rosto.
"Defender esse lixo na minha frente? Você não tem vergonha?"
A multidão, agora, o julgava.
Ricardo, encostado na árvore, olhava para Laura.
"Eu não sabia... juro que não sabia que ela era casada com seu filho."
Uma confissão. Todas as peças estavam no lugar.
"Mãe, que verdade é essa que você me prometeu?" Miguel perguntou à mãe.
"A verdade, Miguel", Laura disse, sua voz chocantemente clara, "é que esses dois meninos... ambos são seus filhos."
Silêncio absoluto. Miguel não processava.
"Isso é impossível! Eu só tenho um filho. Leo."
"Não", Laura afirmou. "Você tem dois."
Ricardo, chocado, argumentou: "Leo é meu filho. Isabela me disse..."
"Ela mentiu", Laura o cortou friamente. "Ele não é seu filho. Nenhum deles é."
Ricardo estremeceu. Uma negociação, uma bebida estranha, uma lacuna na memória.
"Meu Deus...", ele sussurrou.
"Leo e Lucas. Gêmeos. Ambos são filhos de Miguel", Laura repetiu para a multidão.
Miguel tentou entender. Um nome veio à mente.
"Camila..."
Sirenes. A polícia chegou.
Isabela correu, apontando a Laura.
"É ela, policial! Ela me persegue! Ele me agrediu!"
Laura, por sua vez, ligou para Miguel de um número antigo.
"Miguel", ela disse, a voz baixa e urgente. "Venha para o parque central. Agora. Está na hora de você saber toda a verdade."
"Mãe... o que Camila tem a ver com isso?" Miguel perguntou, temendo.
"Tudo, meu filho. Tudo", Laura respondeu com tristeza profunda.
"Lucas e Leo não são filhos de Isabela. Eles são filhos de Camila. Seus filhos com a mulher que você realmente amou."
"MENTIRA!", Isabela gritou. "Leo é meu filho! Eu o pari!"
"Mas... Camila... ela foi embora. Ela não estava grávida..."
"Ela não te deixou, Miguel. Eu a fiz ir embora", Laura confessou, a voz pesada.
"Eu a mandei embora. Foi o maior erro da minha vida."
Ela engoliu em seco. "Quando ela partiu, ela descobriu. E não foi só a gravidez. Era um câncer terminal. E gêmeos."
A tragédia atingiu Miguel. Ele cambaleou.
"Ela lutou, Miguel. Ela me procurou. Eu prometi cuidar de seus filhos."
"Ela morreu logo após o parto."
Miguel soluçou, o luto por uma vida que ele nunca soube.
Isabela riu, loucamente. "Isso não explica como o MEU filho é filho dela!"
Laura virou-se para Isabela, com desprezo gelado.
"Você quer saber a verdade? Seu filho, o que você teve com Ricardo, nasceu morto."
"NÃO!", Isabela gritou.
"SIM!", Laura bradou, explodindo a fúria guardada.
"Seu filho nasceu morto! Eu estava lá. E no quarto ao lado, os filhos de Camila estavam sozinhos e indefesos."
"Então eu fiz uma escolha. Eu peguei um deles, o pequeno Leo, e o coloquei em seus braços enquanto você ainda estava dopada."
"Eu troquei os bebês. Eu dei a você o filho do meu filho."
Horror espalhou-se no rosto de Isabela.
"Você... você é um monstro..."
"Foi um ato de desespero! Mas a culpa é sua! Você trouxe essa desgraça sobre si mesma!"
Isabela, com um grito animalesco, lançou-se sobre Laura.
Os policiais a contiveram.
"Por que agora, mãe? Por que me fazer passar por todo esse inferno?"
Laura olhou para a nora, depois para Miguel.
"Porque eu precisava que ela se revelasse. Precisava que você, e o mundo, vissem quem ela realmente é."
"Eu esperei o momento em que ela não tivesse mais nada. Para que a queda fosse total e absoluta."
Sua voz era fria, calculista.
A multidão, agora entendendo, virou-se contra Isabela e Ricardo.
Gritos de "Vagabunda!", "Traidora!", "Ladrão!" enchiam o ar.
Ricardo tentou escapar. Laura o impediu.
"Aonde você pensa que vai, Ricardo?"
"Policiais! Este homem não é apenas um adúltero. Ele é um criminoso."
Ricardo empalideceu.
Laura revelou: "Há sete anos, atropelamento com fuga. Uma jovem morreu. O motorista era ele."
"É mentira! Ela está inventando!" Ricardo gritou.
Laura entregou ao policial um envelope com provas: o relatório original do conserto do carro, uma declaração juramentada do mecânico.
Os olhos do policial se arregalaram.
"E não é tudo", Laura continuou. "Ricardo e Isabela estão envolvidos com tráfico de drogas."
Ela mostrou fotos e documentos. O dinheiro que ela 'deu' a Isabela havia sido marcado e rastreado.
A revelação foi um nocaute.
Isabela olhou Laura com horror absoluto. Cada ato de aparente bondade, uma armadilha.
"Não... não é verdade...", ela balbuciou.
Ricardo, derrotado, olhou para Laura.
A multidão explodiu, exigindo prisões.
"Levem esse lixo daqui!"
O policial deu a ordem: "Vocês dois estão detidos."
Laura, aproximou-se de Miguel, pegando as mãos dos dois meninos.
A batalha havia terminado. A guerra estava ganha.
Na delegacia, as evidências esmagavam Isabela e Ricardo.
Ricardo, ao ser levado, parou.
"Laura... Leo... ele teve um problema renal há alguns anos, não teve?"
"Sim. Ele precisou de um transplante. Um doador anônimo."
Um sorriso triste, irônico. "O doador não era tão anônimo. Fui eu. Isabela me disse que ele era meu filho."
Miguel olhou para Ricardo, não com ódio, mas com a percepção de que ele também fora enganado.
"Então eu fui enganado até o fim", Ricardo disse.
Mais tarde, Isabela exigiu ver Laura.
"Onde está meu filho? O que você fez com o meu bebê de verdade?"
Laura se aproximou da cela, com frieza.
"Você quer saber sobre seu filho? Ele foi cremado, como todos os restos mortais não reclamados do hospital."
"As cinzas foram jogadas em uma vala comum. Não há túmulo para visitar, Isabela. Não há nada."
"Você o perdeu no momento em que decidiu trair meu filho. Agora, você não tem nada e nem ninguém."
A verdade final quebrou Isabela. Ela deslizou pelas grades, em desespero.
Semanas depois, o teste de DNA confirmou: Leo e Lucas eram gêmeos idênticos, filhos biológicos de Miguel.
Miguel foi até sua mãe, com gratidão e remorso.
"Mãe, me perdoe. Eu duvidei de você. Eu a abandonei."
Laura o abraçou. "Eu perdoo, meu filho. Eu só peço que você perdoe a mim, por ter que te fazer passar por tanta dor. Era o único jeito."
A vida começou a se normalizar.
Leo e Lucas se adaptaram, inseparáveis.
Miguel se dedicou a ser o melhor pai.
O julgamento foi rápido. Ricardo e Isabela foram condenados à prisão perpétua.
No dia da sentença, Isabela tentou usar Leo.
"Eu não quero vê-la", Leo disse, com firmeza.
"Você é meu pai. E a vovó é minha vovó. E o Lucas é meu irmão. É a minha família."
Aquelas palavras foram a libertação final.
A sombra de Isabela desapareceu para sempre.
Meses depois, no mesmo parque, Laura observava Miguel e os meninos em seus balanços.
A justiça foi feita. A honra restaurada. A vingança, servida completa.
Laura sorriu, desta vez um sorriso genuíno de paz.
Seu plano monstruoso e seu sacrifício doloroso valeram a pena.
Sua família estava segura. Eles estavam juntos.
E isso era tudo que importava. Por Amor ao Meu Filho: A Guerra da Custódia
Moderno O quinto aniversário do meu filho, Léo, era para ser um dia de alegria.
Insisti em levá-lo ao parque de diversões, já que o Pedro, o meu marido, estava ocupado a cuidar da sua ex-namorada, Clara.
Mal sabia eu que uma volta na roda gigante mudaria as nossas vidas para sempre.
Léo sofreu um acidente. O médico disse que conseguiram salvar-lhe o braço, mas a perna direita...
Foi amputada abaixo do joelho.
Enquanto o meu mundo desmoronava, e o meu filho lutava pela vida, eu estava sozinha.
O Pedro nem atendeu as minhas chamadas, pois a febre da Clara era, aparentemente, mais séria do que o acidente do nosso filho.
Quando ele finalmente apareceu no hospital, horas depois, a sua primeira reação foi culpar-me.
"Sofia, foi tudo por tua causa!"
A dor de ver o Léo a tentar entender porque a sua perna não estava lá era insuportável.
A sua inocência fez o meu coração partir-se em mil pedaços.
Para piorar, a minha sogra, Lídia, transformou-se numa fera, acusando-me de arruinar o futuro da família Mendes.
E quando percebi que o Pedro nunca me defenderia, que ele continuava a colocar outra mulher à frente do nosso filho ferido, eu soube: não podia mais viver assim.
Pedi o divórcio, na esperança de encontrar um pouco de paz.
Mas a Lídia não parou por aí.
Ela usou toda a força da família Mendes para me tirar o Léo, alegando que eu era uma mãe instável e negligente.
E o Pedro? Ele parecia hesitar em testemunhar contra mim.
Chegaram ao ponto de conseguir uma ordem de restrição, proibindo-me de me aproximar do meu próprio filho no hospital.
A dor de ouvir o Léo a chamar por mim, sem poder acalmá-lo, acendeu uma raiva fria.
Eles foram longe demais.
Olhei para o Pedro, que finalmente demonstrava alguma culpa.
"Arranja-me um advogado. O melhor. Vamos lutar. E vamos ganhar."
A minha batalha pela custódia do meu filho tinha acabado de começar. Você pode gostar
Por favor, papai
EliJa Aviso: Conteúdo para Adultos
"Conte-me todas as suas fantasias sexuais, minha princesa."
"Quero ser fodida, arruinada, sufocada e marcada até me tornar um caos de gemidos e lágrimas sem controle sobre os lençóis, papai."
O mundo de Grace desmoronou na noite em que descobriu que seu noivo era gay.
Embriagada, devastada e desesperada para esquecer, ela entrou no quarto de hotel errado e foi parar nos braços de Apollo Reed.
Ele era um homem irresistivelmente atraente, de coração gelado, com quarenta anos de idade — o dobro da idade dela.
Ele era tudo que ela nunca deveria querer, e tudo que ela nunca soube que precisava.
Porém, a realidade bateu forte na manhã seguinte, quando ela percebeu que o homem que lhe deu o primeiro orgasmo da vida era seu novo chefe.
Ela deixaria que ele a tomasse novamente?
Ele a agradaria até que ela estivesse tremendo, implorando e completamente dele?
Ou será que ela finalmente aprenderia que querer um homem como ele sempre tinha um preço?
"Boa menina. Agora, abre suas pernas." Noiva por contrato, obsessão eterna
Silk Mirage No momento em que foi obrigada a compartilhar a cama com outro homem, Bethany Roberts descobriu que seu "verdadeiro amor" era uma mentira.
Acontecia que seu noivo e sua irmã haviam traído sua confiança e conspirado juntos para roubar a fortuna de sua família.
Sem nada a perder, Bethany fez um acordo e entrou em um casamento por contrato com um homem temido, cuja reputação de ser implacável causava arrepios. Todos estavam curiosos para ver quanto tempo ela aguentaria naquele casamento.
Determinada a se vingar e recuperar sua dignidade, Bethany não esperava nada além de uma transação fria.
No entanto, quando sua irmã zombou dela por ter sido arruinada por um estranho, aquele homem disse calmamente: "Esse estranho sou eu mesmo."
E quando seu ex-noivo a ameaçou, ele a presenteou com um raro diamante. "Minha mulher merece o melhor."
Quando o contrato estava prestes a terminar, ela pretendia ir embora, mas ele a puxou para perto. "Quero que este contrato nunca termine." A Esposa Rejeitada é uma Zilionária
Alissa Nexus Durante o meu plantão na emergência, meu marido bilionário, August, invadiu a sala aos gritos, carregando uma mulher ensanguentada nos braços.
Quando fui avaliar o sangramento, meu estômago revirou. A paciente era Allena, a noiva do primo dele.
August me empurrou violentamente contra a parede, exigindo tratamento VIP e escondendo o rosto dela. Mas o ultrassom revelou a verdade nojenta: uma ruptura interna grave causada por sexo agressivo nas últimas horas. Para me calar, ele jogou um cheque de cem mil dólares no chão, bem aos meus pés, enquanto Allena sorria cinicamente para mim da maca.
Mais tarde, para proteger a amante, ele me empurrou contra uma mesa de vidro, rasgando o meu braço, e exigiu que eu me ajoelhasse para pedir desculpas a ela por espalhar boatos.
Sete anos interpretando a esposa perfeita e submissa evaporaram no ar estéril daquele hospital. Ele realmente achava que eu era apenas uma enfermeira inútil e pobre, que engoliria qualquer humilhação pelo dinheiro dele e choraria implorando para que ele ficasse.
Mas ele não sabia de um detalhe: nosso contrato de casamento expirava em exatamente três dias.
Limpei o sangue do meu braço, deixei os papéis do divórcio assinados na mesa dele e peguei minha única mala. Dentro dela, estava o disco rígido com a tecnologia de IA de bilhões de dólares que construí em segredo.
"Agende a doação de todos os bens da cobertura para amanhã de manhã," instruí a instituição de caridade pelo telefone.
A esposa troféu estava morta. Agora, era a minha vez de jogar. Hora de deixar de ser tola
Stella Montgomery Kristine amava Colton de forma intensa e humilde.
Mesmo que o coração de Colton pertencesse apenas à sua amada no exterior, mesmo que ele passasse a maior parte do ano ao lado dessa mulher, mesmo que essa mulher estivesse grávida do filho dele...
Ainda assim, Kristine pediu para se casar com ele.
Porém, no dia marcado para a certidão, Colton não apareceu, pois sua amada havia retornado ao país.
Depois de sete anos amando em vão, Kristine finalmente desistiu, o bloqueou e partiu da cidade onde ele vivia.
Colton não se importava com isso, certo de que, cedo ou tarde, ela voltaria.
Até que um dia, ele a viu com outro homem na frente do cartório.
Mais tarde, alguém viu o sempre arrogante Colton quase enlouquecendo.
"Kristine, me desculpe, eu errei. Me dê outra chance!"
A resposta que ele recebeu foi dita com impaciência: "Pode parar de me incomodar? Já estou casada." Enquanto Eu Sangrava Até a Morte, Ele Acendia Lanternas Para Ela
Lady Ann June abriu mão de sua identidade como uma cientista genial para ser a esposa dócil de Cole Compton por quatro anos.
Até a noite em que sofreu uma ruptura de gravidez ectópica e, sangrando no chão do quarto, ligou para o marido implorando por ajuda.
Mas Cole apenas atendeu com impaciência. Ele estava em uma gala luxuosa, de braços dados com Alycia, a amante que havia roubado a pesquisa médica de June.
"Se esta é sua tentativa patética de me impedir de ir à gala, é uma péssima estratégia."
Ele desligou na cara dela, deixando June quase morrer na mesa de cirurgia enquanto a TV do hospital mostrava o sorriso dele para a outra mulher.
No dia seguinte, Cole invadiu o quarto do hospital. Irritado com a súbita frieza de June, ele a empurrou violentamente contra a cama, arrebentando seus pontos cirúrgicos recém-suturados.
Vendo o sangue fresco encharcar os lençóis, ele apenas atendeu uma ligação carinhosa de Alycia e olhou para a esposa com nojo.
"Limpe-se. Pare de envergonhar o nome Compton."
A dor dilacerante não vinha apenas da carne rasgada, mas da constatação de que ela havia sacrificado sua vida por um monstro. A submissão desapareceu, substituída por um ódio gélido e implacável ao descobrir que a família Compton havia orquestrado o assassinato de seus pais.
June arrancou a agulha do soro, assinou os papéis do divórcio sobre uma gota de seu próprio sangue e deixou a aliança para trás. Era hora de descongelar sua fortuna secreta de 128 milhões de dólares e fazer o império Compton queimar. Perdida para Sempre, Enlouquecido pelo Arrependimento
Zhen Xiang Amei Carter por dez anos, mas ele me trancou em um centro de reabilitação infernal por quatro anos por um crime que não cometi.
Quando finalmente fui tirada daquele lugar, pensei que o pesadelo havia acabado. Mas ele só me trouxe de volta para assinar o divórcio e dar o meu lugar a Elois, a verdadeira filha da minha família adotiva.
Elois sorriu docemente para todos, mas sussurrou no meu ouvido que foi ela quem ordenou que quebrassem minha perna e arrancassem todas as minhas unhas lá dentro.
Quando tentei desesperadamente expor a verdade, meus pais adotivos me amaldiçoaram. Carter me olhou com puro nojo, forçando-me a ajoelhar e bater a cabeça no chão para pedir desculpas à mulher que me destruiu.
Fui jogada nas ruas como lixo, tossindo sangue. O médico me deu apenas dois meses de vida devido a um câncer de pulmão terminal causado pelos maus-tratos.
Quando usei minhas últimas forças para implorar a Carter por meros seis mil dólares para um tratamento, ele riu friamente e sugeriu que eu vendesse meu corpo para o seu guarda-costas.
Eu nunca entendi. Fui a vítima na troca de bebês, nunca atropelei ninguém e nunca menti. Por que todos acreditavam nela? Por que o homem que eu amei mais que a minha própria vida queria me ver morrer na sarjeta?
Olhando para as minhas mãos mutiladas e sujas de sangue, a última faísca de esperança se apagou completamente.
"Já que me restam apenas dois meses, não vou mais implorar."
Se eu vou morrer, vou garantir que todos eles queimem no inferno comigo. A escolha do destino
Lila Rivers Sophie assumiu o lugar de sua irmã e se casou com um homem conhecido por sua aparência desfigurada e passado vergonhoso.
No dia do casamento, a família de seu noivo até rompeu relações com ele, tornado-o motivo de chacota de toda a cidade.
Enquanto todos esperavam para ver a ruína dos dois, a carreira de Sophie prosperou, e o amor deles só se aprofundou.
Mais tarde, durante um evento de grande destaque, o CEO de um conglomerado tirou a máscara, e todos descobriram que ele era o marido de Sophie!
***
Adrian não tinha interesse em seu casamento arranjado e se escondia atrás de um disfarce na esperança de que sua esposa desistisse dele.
Porém, quando ela tentou se afastar, ele entrou em pânico e pediu: "Por favor, Sophie, não vá. Um beijo, e eu farei qualquer coisa por você." A ex-esposa brilhante
Janie Durante três anos, Christina se dedicava completamente à família sem reclamar, apenas para ser descartada pelo homem em quem mais confiava.
Pelo primeiro amor, seu marido a abandonou, fazendo dela motivo de chacota.
Após o divórcio, Christina revelou seus talentos há muito ignorados, surpreendendo a cidade inteira.
Ao perceber o brilho dela, o ex-marido se arrependeu. "Querida, me perdoe!"
Com um sorriso frio, ela cuspiu: "Cai fora."
Um magnata a envolveu em seus braços. "Ela é minha esposa agora. Guardas, tirem esse homem daqui!"
A Vingança Secreta da Noiva Substituta Bilionária
Qian Mo Mo Jocelyn passou dois anos sendo a namorada secreta e a assistente perfeita do magnata Kieran Douglas.
Até que, às 6 da manhã, uma notificação de tabloide estilhaçou sua vida: Kieran estava em Paris, exibindo a herdeira Aspen Schneider para os paparazzi como sua "alma gêmea".
Enquanto Jocelyn processava a traição, Kieran apenas lhe enviou uma mensagem fria exigindo relatórios de trabalho para o dia seguinte.
Para piorar, sua própria mãe ligou não para confortá-la, mas para zombar de sua humilhação pública.
"Você vai se casar com o velho Henderson para salvar a família, ou eu bloqueio o fundo fiduciário do seu pai para sempre."
Dias depois, em um evento de gala, Aspen cravou as unhas de propósito em uma queimadura grave na mão de Jocelyn.
Quando Jocelyn reagiu de dor, Kieran a agarrou com força e a humilhou na frente de toda a elite de Nova York.
"Pare de se fazer de vítima. Você era apenas uma assistente medíocre."
A dor física latejava, mas a clareza foi como um tapa na cara. Depois de dar tudo de si, ela era apenas um tapa-buraco descartável para o homem que amava e um peão financeiro para sua própria mãe?
Lembrando-se de que o testamento do pai exigia apenas um "casamento legal" para liberar sua fortuna, Jocelyn tomou uma decisão drástica.
Ela contatou um playboy escandaloso e assinou um contrato de casamento de fachada para pegar seu dinheiro e sumir.
O que ela não sabia era que o estranho no cartório não era um falido qualquer, mas sim Gaston Collins, o bilionário mais poderoso e protetor da cidade.