Guo Bao
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Livros e Histórias de Guo Bao
O Preço da Ganância Familiar
Moderno Oito meses de gravidez deveriam ser um prenúncio de paz e a chegada do nosso Leo, mas a ligação de minha mãe, Dona Clara, trouxe um prenúncio do caos.
Com quase cinquenta e três anos, ela estava grávida de um menino.
Meu quarto de adolescente, meu santuário, sumiu, virou um berço azul para o "herdeiro", e minhas coisas? Caixas na garagem.
No jantar, meus pais disseram que eu, a filha mais velha, tinha a "responsabilidade" de ajudar a criar e sustentar financeiramente o bebê, tudo para garantir o "futuro" dele.
Até o apartamento da minha avó, meu porto seguro, meu pai e minha mãe queriam para si.
Senti um nó na garganta e uma raiva que vinha de anos de negligência. Eles, que nunca me deram nada, agora exigiam tudo.
Minha recusa transformou-se em uma guerra.
Eles me acusaram de ingratidão, de egoísmo, citando o "sacrifício" de me dar a vida, enquanto eu lembrava de cada "se vire" que ouvi.
A chantagem emocional virou ameaça legal, e depois, uma chantagem ainda mais suja: destruir a carreira do meu marido, Pedro, com denúncias falsas.
Meu filho mal tinha vindo ao mundo e já era uma moeda de troca, uma ferramenta em suas mãos gananciosas.
O batizado de Léo, um dia de amor, virou um show de horror.
Eles vieram, não para celebrar, mas para exigir o apartamento da vovó, ameaçando com um dossiê falso contra Pedro.
O terror foi real, palpável.
Mas eu não cedi.
Nós seguramos firme, enfrentamos a denúncia falsa e os vimos recuar, humilhados publicamente.
Quando pensei que estava livre, eles sequestraram Léo do parquinho, numa tentativa desesperada de usá-lo para salvar o irmão.
A dor, a traição me levaram ao limite.
Eles que queriam um "herdeiro", destruíram toda a família em sua obsessão doentia.
Agora, livre das amarras do passado, com meu filho e marido, sei quem eu e o Pedro somos.
Decidi que a dor da minha vida não seria em vão.
A casa e o apartamento da vovó foram vendidos, e o dinheiro usado para criar uma fundação.
Meu objetivo é dar a outras meninas as chances que nunca tive, para que nenhum pai ou mãe as usem como eu fui usada. O Retorno da Vingança Adocicada
Fantasia Senti o cheiro de mofo do meu pequeno apartamento e a textura áspera do lençol barato, e um calafrio percorreu minha espinha. Não era um sonho.
Eu tinha voltado no tempo. De novo para aquele dia, o dia em que Bruna começou a copiar descaradamente um dos meus designs.
Na vida passada, eu era ingênua e fechei os olhos. Deixei a Bruna se tornar minha sombra, copiando tudo de mim, do meu estilo à minha fala.
O pior é que ela me difamava, espalhando que eu, Ana Clara, a rica e mimada, era a verdadeira perseguidora. A mentira, repetida mil vezes, virou verdade.
O ápice da crueldade foi na competição de design mais importante da faculdade, a que valia meu sonho: uma bolsa em Milão. Bruna sabotou minha máquina de costura.
Passei a noite em pânico, não consegui terminar meu trabalho e fui desqualificada. Ela, com uma imitação medíocre de algo que eu já tinha feito, ganhou uma menção honrosa. Meu sonho foi destruído.
A humilhação, a injustiça e a raiva me consumiram por anos. Agora, de alguma forma, eu estava de volta.
Meu celular, com a tela trincada, parecia um artefato do passado doloroso. Abri as redes sociais e lá estava: o vídeo descarado de Bruna com a réplica malfeita da minha jaqueta. E a facada final: um garoto perguntando, entre risadas, se eu estava sempre copiando a Bruna.
Na vida passada, eu chorei. Mas desta vez, não.
Com os dedos firmes, postei a foto da minha jaqueta original com uma legenda que pingava veneno:
"Este é o meu design autêntico, criado há três semanas. Se você vai copiar, pelo menos invista em qualidade. Falsificação barata é uma ofensa à criatividade. #MinhaArteMinhasRegras"
Eu não a marquei, mas a mensagem era clara. O celular vibrou. A resposta de Bruna veio em um novo post, com ela chorando, me acusando:
"Ana Clara, por que você é tão cruel? Pobreza não é crime!"
Os comentários explodiram. Fui pintada como a vilã rica e arrogante. Até mesmo Lúcia, a amiga dela, tentou me atacar usando uma bolsa falsificada como desculpa.
Mas o jogo virou. Dessa vez, a Ana Clara chata, covarde e retraída do passado estava morta. E a Ana Clara que havia nascido no dia da minha humilhação, a Ana Clara Almeida herdeira do Grupo Almeida, tinha vindo para reivindicar o que era dela.
Minha vingança estava apenas começando. A Redenção do Nosso Amor
Moderno O cheiro de fumaça sufocava meus pulmões, e os gritos da minha mãe rasgavam a noite e a minha alma.
Então, o silêncio pesado preencheu o espaço, indicando que eu estava sozinha.
No meio do caos, flutuando na escuridão antes da morte, o rosto dela surgiu: minha prima, Bruna.
Ela não chorava; em vez disso, sorria friamente, vitoriosa, enquanto as chamas de nossa casa se refletiam em seus olhos.
"Finalmente", ela sussurrou, a voz como veneno. "Tudo que era seu. Agora é meu."
A dor da perda era insuportável, mas a traição, ainda pior.
Nós a acolhemos, minha mãe a amou como filha, meu pai abriu as portas de nossa casa e eu a tratei como irmã.
Ela nos pagou com fogo e morte.
Para roubar nossa vida, ela destruiu tudo.
O teto desabou, engolindo-me na escuridão.
No entanto, um chamado familiar me trouxe de volta: "Sofia? Filha, você está me ouvindo?"
Abri os olhos com um sobressalto, o coração batendo descontroladamente.
Eu estava na sala de estar, minha mãe, Dona Lúcia, e meu pai, Seu Carlos, estavam vivos e bem.
"Estamos discutindo sobre a Bruna", disse meu pai. "Sua mãe acha que deveríamos trazê-la para morar conosco."
Bruna. O nome ecoou como uma pedra no meu estômago.
Olhei o calendário, e a data me atingiu como um soco.
Eu havia voltado. Voltei no tempo.
Para o dia exato em que a tragédia começou, o dia em que acolhemos a cobra em nosso ninho.
"Não", declarei, a voz surpreendentemente firme. O Aniversário Que Virou Adeus
Romance No nosso quinto aniversário de casamento, preparei o jantar expectante pelo meu marido, Pedro.
Mas, em vez dele, foi o telefone que tocou, quebrando o silêncio da noite.
Era ele, a dizer que a Sofia, a sua ex-namorada, tinha tentado suicidar-se e que ele estava no hospital com ela.
A voz dele estava cheia de uma preocupação que nunca tinha ouvido dirigida a mim.
Quando ele chegou a casa, trouxe a Sofia consigo, instalando-a no nosso quarto de hóspedes.
Fui expulsa da minha própria casa, trocada pela "donzela em apuros".
A mãe dele e a própria Sofia começaram a assediar-me, acusando-me de ser cruel e egoísta por querer o divórcio.
Como podia eu ser a vilã nesta história, quando era a minha vida que estava a ser desfeita?
Pedro mentiu na mediação de divórcio, expondo-me a uma cena humilhante com a Sofia para me fazer sentir culpada.
Mas a única coisa que senti foi uma certeza gelada: esta humilhação tinha de acabar.
Eu tinha de lutar pela minha liberdade. Você pode gostar
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"Boa menina. Agora, abre suas pernas." A Esposa Rejeitada é uma Zilionária
Alissa Nexus Durante o meu plantão na emergência, meu marido bilionário, August, invadiu a sala aos gritos, carregando uma mulher ensanguentada nos braços.
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Se eu vou morrer, vou garantir que todos eles queimem no inferno comigo. Enquanto Eu Sangrava Até a Morte, Ele Acendia Lanternas Para Ela
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A dor física latejava, mas a clareza foi como um tapa na cara. Depois de dar tudo de si, ela era apenas um tapa-buraco descartável para o homem que amava e um peão financeiro para sua própria mãe?
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O que ela não sabia era que o estranho no cartório não era um falido qualquer, mas sim Gaston Collins, o bilionário mais poderoso e protetor da cidade.