Hugo Alefd
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Livros e Histórias de Hugo Alefd
Me conquiste
Romance Felipe é um agente da polícia federal, após o acontecimento envolvendo o sobrenome do pai e inúmeras tentativas de assassinato contra a vida dele e a do irmão, a exatos seis anos atrás, ele agora resolveu ressuscitar sua obsessão particular da época. O problema? É que sua obsessão cresceu, evoluiu e está prestes a se casar com um "banana" (entre outros adjetivos preferidos de Felipe). Para impedir o casamento, ele fará o possível e o impossível do mais sórdido, descarado, cafajeste, canalha e maligno contra Eloíse. A mulher que prometeu conquistar para si, custe o que custar.
Ela não é fácil. Nem tanto ele de desistir.
Nesta história, só a paixão e o amor saberá lapidar a dor e as diferenças depois de abrir o diamante desejado. Vida na cama
Romance O barulho me faz quase pular da cama. O despertador me avisa pela segunda vez que preciso me levantar. Olho a hora e me assusto, já se passaram mais de meia hora.
Corro para o banheiro, tenho que estar pronta em menos de dez minutos. Droga! Justo no dia em que tenho reunião com meu chefe logo cedo. Não terei tempo ao menos para um café.
Pego meu casaco e a bolsa que deixei em cima do sofá, e assim que coloco a mão na maçaneta, levo um susto, pois, Rachel a está empurrando do outro lado. Ela entra com cara de poucos amigos, parece cansada. Geralmente chega mais cedo da "boate". Analiso-a dos pés à cabeça e tento não deixar transparecer o quanto a ver vestida desse jeito me incomoda, porém, a carranca que ela me dirige é justamente por adivinhar o que estou pensando.
- Você não está atrasada para o trabalho? Se não me engano, já deveria ter saído há, pelo menos, meia hora. - Passa por mim e joga a pequena bolsa no sofá, depois se acomoda nele.
- E você já não deveria estar em casa há algumas horas? Te arrumaram outro trabalhinho extra na "boate"? Porque com essas roupas dá para imaginar muita coisa! - acabo falando mais do que deveria.
Ela tira os saltos altos com uma força desproporcional e solta- os de qualquer jeito na mesinha de centro.
- Presta atenção, Alysson, esse é o meu trabalho e preciso dele, então por favor me poupe de sermão a essa hora da manhã.
- Eu sei, Rachel, mas não consigo entender, você é uma mulher inteligente e esperta, pode conseguir o trabalho que quiser, mas insiste em continuar nessa "boate", tratada como lixo para um monte de ricos mimados. - Sei que pego pesado com ela, mas é para o seu bem, ela tem potencial para coisa melhor.
- Aly, sei que está preocupada comigo, mas aquela "boate" paga bem, eu consigo assistir às minhas aulas na faculdade na parte da tarde. Falta tão pouco para me formar. Eu não gosto que você faça essas insinuações, essa roupa é somente um meio para um fim. Além disso, você sabe bem o que faço naquele lugar, nunca menti para você.
Vejo tristeza quando ela me diz isso. Um amor de ceo
Romance Aos 25 anos, Nina Kovac, uma mulher decidida e pavio curto, decide radicalizar. Ela rompe com tudo que a sufoca e parte para um recomeço.
Uma nova cidade, uma nova casa e novos amigos...
A alegre e colorida Vila Madalena é o cenário simplesmente perfeito para uma nova vida perfeita...
O que essa mulher, de feições angelicais que escondem um gênio de leoa, não poderia imaginar é que teria sua vida pacata virada de ponta cabeça, depois um encontro tumultuado e para lá de inusitado.
Por um capricho do destino, a jovem se vê atrelada ao impulsivo e temperamental Theo Callas. Um executivo de tirar o fôlego, talhado pelos Deuses do Olimpo e dono de uma língua nervosa.
Dois cabeças duras que têm as piores primeiras impressões do mundo sobre eles.
Uma Caipira, irritante! Um Cretino arrogante!
Como ela pode ser tão bonita e tão mal-educada?
O cara se acha o dono do mundo, só porque é o CEO. Dane-se!
Uma deliciosa comédia romântica, inusitada e apimentada sobre relacionamentos, amor, intrigas e segundas chances. Dois mundos que se misturam e se completam em uma aventura envolvente e eletrizante.
** Contém cenas não recomendadas para menores de 18
anos. Noite de prazer- 1ª. Edição
Romance Tabus e limites não existiam quando se tratava de Leonel De Leon. Vivendo suas próprias regras, o mafioso controlava a cidade e decidia o futuro das pessoas estando em seu escritório. Ele se achava acima de todos, não havia ninguém que conseguisse atingi-lo.
A advogada Sara Benildes estava em um restaurante, comemorando o aniversário de namoro, quando conheceu o poderoso De Leon. Para ele, a moça petulante e de nariz empinado não era nada.
Eles se reencontraram meses depois, em situações peculiares. O mafioso tinha tomado para si um bebê abandonado, enquanto Sara perdera o filho recém-nascido.
Para alguns, a segunda chance. Para outros, uma realidade deturpada.
Enquanto Sara lidava com o luto amamentando o filho de um desconhecido, ela mergulhava no mundo obscuro de Leonel. Tudo indicava que ela se moldaria ao mafioso, mas era ele que abria o coração e se permitia ter um ponto fraco, uma família.
ATENÇÃO! Essa história contém cenas impróprias para menores de dezoito anos. Contém gatilhos, palavras de baixo calão e conduta inadequada
de personagens. O terapeuta - Livro 1
Romance Sob olhos atentos, passo a mão por meu peito suado e pego minha calça no chão. Mantenho- me de costas para a mulher que me encara, sentada, ofegante e provavelmente dolorida entre as pernas.
Visto a calça, totalmente indiferente aos pensamentos dela que são visíveis em seu olhar.
Essa é a parte boa: não preciso ouvir ou falar depois do sexo. Não tenho que me preocupar em ligar no dia seguinte ou pensar em uma possível perseguição de uma mulher obcecada. Ou elas aceitam que seja dessa forma ou caem fora para deixar a fila da lista de espera andar. Sim, eu tenho uma lista de espera com mulheres que querem ser "curadas".
- Vista-se. Estarei esperando você no consultório - digo, seco. Não de modo rude, mas deixando explícita a distância quilométrica que existe entre nós dois, em questão pessoal.
Ajeito meu pau ainda meio duro dentro da cueca e fecho o zíper. Pego minha camisa e olho para a deslumbrante morena sentada se cobrindo com seu vestido. Ela move os lábios como se fosse dizer algo, mas os fecha imediatamente. Os olhos meio tensos.
Nina Gold é uma atriz famosa, casada com um cineasta também famoso, que veio ao meu consultório dizendo que não conseguia mais sentir prazer com sexo comum na cama, com o marido dela. Ela estava obcecada por assuntos sexuais de cunho mais elevado, como BDSM e ménage, após ler um livro sobre o assunto. Meu dever era ajudá- la a saborear um sexo normal, casual.
É de se espantar o número de mulheres que tem problemas sexuais, e a terapia simples não está mais surtindo efeito em muitas delas.
Mantenho o rosto inescrutável e ela abaixa os olhos, sabendo exatamente o que tem que fazer. Quando desce da poltrona na qual fizemos sexo, eu saio do cômodo.
Minutos depois, enquanto ouço Eva, minha secretária, listando meus afazeres do dia, a morena sai parecendo revigorada.
Escrevo rápido na ficha de acompanhamento e entrego a ela. Espero que Eva saia para dizer:
- Sra. Gold, sua próxima e última consulta é daqui a três dias. Será uma consulta teórica, acho que já ensinei o bastante na prática. - Pareço frio e distante. Ela enrijece visivelmente e dá um passo à frente para pegar o cartão.
Seus olhos estão meio arregalados e eu diria que com um pingo de desespero.
- Dr. Graham... A gente podia negociar mais duas ou três sessões... pago o que for necessário...
Aprecio sua coragem de me propor isso. Ela entrou aqui sabendo de todas as restrições e como meu consultório funciona. Nada de colher de chá.
Se ela tivesse me agradado, eu teria proposto o acréscimo de mais sessões e não teria esperado ela propor. Entretanto, assim como muitas, acabou sendo um sexo entediante.
- Sra. Gold, eu sou o terapeuta e decido quando termina. Posso garantir que você está apta a voltar a ter uma vida tranquila.
- Não gosta do nosso sexo? - indagou. A voz soa meio ofendida e até humilhada. Eu sei que minha profissão é arriscada, afinal lido com o ser mais complexo e cheio de emoções: a mulher. Tem que ter muito jogo de cintura para conseguir driblá- las. Pecadora
Romance Eu ri, deitada ao lado da minha irmã, ambas apertadas na minha cama de solteiro, como costumávamos fazer nas manhãs de domingo. Era engraçado como Rebeca sempre me fazia sentir livre e solta como normalmente eu não era. Eu sempre tinha sido tímida e quieta; ela, extrovertida e espalhafatosa.
- Vocêri?-Elameempurroucomoombro, pressionando-me contra a parede.
Empurrei-a de volta, e ela quase caiu. Gargalhamos.
Então ela envolveu minha cintura com um braço e ergueu o rosto, olhando para mim e dizendo, inesperadamente:
- Estou grávida.
Gelei, muda. Virei minha cabeça sobre o travesseiro e busquei os olhos dela, pensando ser mais uma brincadeira. Mas ela estava séria. Deixou a cabeça cair no meu travesseiro
e ficamos nos encarando.
Senti medo por ela. Minha irmã é quase dois anos mais velha do que eu, mas ainda assim tinha só dezoito anos. Ameacei chorar, mas me segurei. Murmurei, angustiada:
- Meu Deus...
- Deus não tem nada a ver com isso, Isabel. Ou talvez tenha... - Ela deu de ombros. - Você vai ser titia.
- Rebeca, você sabe que isso vai ser uma tragédia aqui em casa. - Eu me ergui e me sentei, tensa. - Papai e mamãe...
- Vão querer me matar. Ou melhor, me casar - brincou ela, de novo.
Ela se sentou também, passando a mão pelo cabelo curto, na altura do pescoço, em cachos desconexos. Era totalmente diferente do meu, que passava da cintura, como fora o dela um dia, antes de se revoltar e cortar tudo, episódio que quase lhe custara uma surra do nosso pai.
- Casar com quem? Quem é o pai do bebê?
- Como vou saber, Isa? - debochou ela. - Pode ser qualquer um dos dez ou vinte com quem transei nos últimos tempos.
- Ah, Rebeca! - Segurei suas mãos, nervosa. Não concordava com muitas das loucuras dela, mas, no fundo, eu a entendia. E me preocupava, por sua causa e por nossos pais.
- Você faz isso só para confrontar os dois!
- Faço porque quero! Sou livre! Sou maior de idade e trabalho. Vou contar a eles sobre a gravidez, alugar um quarto e sair daqui. Vou me livrar dessa loucura toda!
- Não é loucura. - Tentei justificar. - Papai é pastor e...
- Loucura! - repetiu, irritada. - Opressão! É isso o que ele faz com essa igreja que ele criou. Isso não é religião, Isabel. Deus não é essa infelicidade toda que somos obrigadas a suportar. Conheço muita, muita gente cristã que está longe de viver oprimida como nós.
Uma parte de mim pensava como ela. Mas, criada desde pequena de maneira rígida, eu tinha medo daqueles pensamentos. Temia também pela salvação da minha irmã, que eu amava mais do que tudo.
- Escute... - Coloquei a mão em seu rosto, com carinho e preocupação. - Não precisa dessa revolta toda. Você se machuca e magoa nossos pais, Rebeca. Pode falar o que quiser sem...
- Falar o que quero? Desde quando? Não me faça rir, Isa!
- Ela suspirou, mas não se afastou. - Sabe que eles não aceitam! É aquela religião maldita deles.
- Não diga isso - briguei com ela. - É a nossa religião!
Toda sua
Romance Eu sabia que um dia te encontraria vadia..., vagabunda!
- Ahhh!!! - gritei alto quando ele agarrou meus cabelos, meu único pensamento era proteger minha barriga.
- Então era aqui que estava esse tempo todo, maldita?
- Me... solte...
- Você está grávida, sua puta?
- Pelo amor de Deus, me solte...
Naquele momento algo escorreu pelas minhas pernas, meu marido veio correndo ao ouvir meu grito, ele se assustou ao me olhar e ver a arma apontada para meu ventre. Meu algoz o observou de uma maneira tão fria e cruel que se seu olhar pudesse matar alguém, meu marido já teria caído duro no chão. Os dois homens começaram a discutir e o pavor de que algo ruim acontecesse ao meu bebê me deixou paralisada. Eu mal conseguia respirar com medo de que minha barriga encostasse mais no cano da arma.
O velho que estava me segurando olhava para meu marido com ódio e aos berros o acusou de traição. Meu marido tentava, através do olhar, me dizer que tudo iria dar certo, mas eu duvidava que aquilo fosse acontecer. O velho gritava tanto que eu não conseguia entender quase nada.
- Você estava com ela esse tempo todo, garoto? Você mentiu para mim, caralho?! Onde a encontrou? Quando? De quem é esse bastardo?
Meu marido deu um passo para mais perto e aquilo foi suficiente para meu algoz passar seu braço pelo meu pescoço e me empurrar mais para trás. Por azar, agarrei seu braço para o impedir
de me sufocar, mas o aperto ficou pior quando ele viu minha aliança de casamento.
- Que porra é essa, vadia? Você se casou?!
- Solte minha esposa! - meu marido exigiu numa vã tentativa de me salvar. As contrações estavam começando a aparecer e temi que meu filho nascesse ali, no meio daquela disputa.
- Sua esposa? Então é isso que você fez, seu maldito? Se casou com ela para tirar minha cadeira? Que traição mais vil!
- Solte-a e poderemos conversar.
- Dê mais um passo e acabo com a raça desse bastardo que ela carrega. Ou farei melhor, vou levá-la embora e o arrancarei com minhas próprias mãos, o que acha?
Vejo meu marido tentar dar mais um passo. Eu conseguia sentir seu desespero, porquê era o que eu sentia também.
- Nem mais um passo ou eu atiro!
Uma dor atravessou minha barriga me fazendo uivar e mais líquido desceu por minhas coxas fazendo-me perder o foco da discussão. Os fatos se desenrolaram à minha frente em câmera lenta. Eu iria morrer e levar meu filho comigo, deixando o único homem que amei na vida sozinho. A dor daquela revelação foi tão forte quanto as contrações.
Mesmo com dores horríveis consegui perceber que a pistola antes apontada para mim, naquele instante estava sendo apontada para meu marido e num último ato de coragem, empurrei meu algoz, que se desequilibrou e apertou o gatilho. Você pode gostar
Dei um Tapa no Meu Noivo e Casei com o Bilionário Inimigo Dele
PageProfit Studio Ser a segunda melhor é algo que parece estar no meu DNA. Minha irmã sempre foi a que recebeu o amor, a atenção, o destaque. E agora, até mesmo o maldito noivo dela.
Tecnicamente, Rhys Granger era meu noivo agora - bilionário, incrivelmente atraente, e uma verdadeira fantasia de Wall Street. Meus pais me empurraram para esse noivado depois que a Catherine desapareceu, e honestamente? Eu não me importava. Eu tinha uma queda pelo Rhys há anos. Essa era minha chance, certo? Minha vez de ser a escolhida?
Errado.
Numa noite, ele me deu um tapa. Por causa de uma caneca. Uma caneca lascada, feia, que minha irmã deu para ele anos atrás. Foi aí que percebi - ele não me amava. Ele nem sequer me enxergava. Eu era apenas uma substituta de carne e osso para a mulher que ele realmente queria. E, aparentemente, eu não valia nem mesmo uma caneca glorificada.
Então, eu reagi com um tapa de volta, terminei tudo com ele e me preparei para o desastre - meus pais enlouquecendo, Rhys tendo um chilique bilionário, e a família dele planejando minha "desaparição" súbita.
Obviamente, eu precisava de álcool. Muito álcool.
E foi aí que ele apareceu.
Alto, perigoso, indecentemente bonito. O tipo de homem que te faz querer pecar só pela presença. Eu o tinha encontrado apenas uma vez antes, e naquela noite, por acaso, ele estava no mesmo bar que meu eu bêbado e cheio de autocomiseração. Então fiz a única coisa lógica: o arrastei para um quarto de hotel e arranquei suas roupas.
Foi imprudente. Foi estúpido. Foi completamente desaconselhável.
Mas também foi: O melhor sexo da minha vida.
E, como se descobriu, a melhor decisão que eu já tomei.
Porque meu caso de uma noite não é apenas um cara qualquer. Ele é mais rico que Rhys, mais poderoso que toda a minha família, e definitivamente mais perigoso do que eu deveria estar "brincando".
E agora, ele não vai me deixar ir embora. A Vingança da Ômega Reencarnada
LuciyMoon Duas almas marcadas pela traição. Um pacto de vingança e desejo que os leva para o altar.
Lysandra retorna ao passado, após a traição do marido e da própria irmã gêmea, com um só propósito: vingança. Para mudar seu destino, ela se casa com o temido Logan, a Fera que, em sua primeira vida, aterrorizou sua família.
O que ignora é que Logan também voltou no tempo e se lembra da traição da qual ela fez parte, do seu rosto no momento em que foi atacado.
Unidos por um casamento de conveniência e um passado de desconfianças, se envolvem em um jogo perigoso em busca de vingança e redenção.
Ele é a fera que ela jurou controlar. Ela a armadilha que ele precisa desmantelar.
Em noites de lua cheia, os instintos falam mais alto, e o ódio e a paixão têm o mesmo cheiro.
A vingança os uniu. Será o amor – ou algo mais selvagem – que os libertará? Grávida e Divorciada: Escondi o Herdeiro Dele
Xi Jin Qian Hua Fui ao consultório médico rezando por um milagre que salvasse meu casamento frio, e consegui: estava grávida.
Mas ao chegar em casa, antes que eu pudesse contar a novidade, Orvalho jogou um envelope na mesa de mármore.
"O contrato acabou. Busca voltou."
Eram papéis de divórcio. Ele estava me descartando para ficar com a ex-namorada que acabara de retornar.
Tentei processar o choque, mas meus olhos caíram na Cláusula 14B: qualquer gravidez resultante da união deveria ser interrompida ou a criança seria tomada e enviada para um internato no exterior.
Ele queria apagar qualquer vestígio meu de sua linhagem perfeita.
Engoli o choro e o segredo.
Nos dias seguintes, o inferno começou. Ele me obrigou a organizar a festa de boas-vindas da amante na empresa onde eu trabalhava.
Vi Orvalho comer pratos apimentados para agradar Busca, o mesmo homem que jogava minha comida no lixo se tivesse um grão de pimenta.
Vi ele guardar com carinho um disco velho que ela deu, enquanto o meu presente, idêntico e novo, estava no lixo.
Quando o enjoo matinal me atingiu no meio de uma reunião, Orvalho me encurralou no banheiro, desconfiado.
"Você está grávida?"
O medo me paralisou. Se ele soubesse, meu bebê estaria condenado.
Tirei do bolso um frasco de vitaminas onde eu havia colado um rótulo falso.
"É uma úlcera", menti, engolindo a pílula a seco. "Causada pelo estresse."
Ele acreditou, aliviado, e voltou para os braços dela.
Naquela noite, embalei minhas coisas em uma única caixa. Deixei minha carta de demissão e o anel sobre a mesa.
Toquei minha barriga, prometendo que ele nunca saberia da existência dessa criança, e desapareci na noite. Após o divórcio, ela revelou ser bilionária
Rabbit2 Hoje é o dia em que a empresa do meu marido vai entrar na Bolsa de Valores, avaliada em bilhões.
Mas a primeira coisa que Escudo fez ao acordar foi atirar os papéis do divórcio na minha cara.
Ele disse friamente que precisava de estar solteiro para as entrevistas com os investidores, alegando que uma "garota da sarjeta" como eu mancharia a sua imagem de gênio da tecnologia.
Na minha vida passada, eu chorei, implorei e agarrei-me às pernas dele, apenas para acabar a morrer sozinha num hospital de caridade enquanto ele celebrava o sucesso com o código que eu escrevi.
Sim, o algoritmo revolucionário que ia torná-lo o homem mais rico da cidade? Fui eu que o criei, num portátil velho na lavandaria, enquanto ele dormia.
Ele acha que sou apenas uma esposa troféu descartável e sem educação. Ele não faz ideia de que eu sou a "Fênix", a programadora lendária e anónima que o mercado tanto admira.
Desta vez, não derramei uma única lágrima.
Peguei na caneta de luxo dele, assinei o divórcio sem hesitar e saí da cobertura levando apenas o meu velho computador.
Enquanto ele se dirigia para tocar o sino de abertura da Bolsa, eu abri o meu terminal num café.
A contagem regressiva para a falência das Indústrias Escudo começou agora. Voltei do Inferno Para Te Enterrar
Rabbit2 Enquanto a minha vida se esvaía numa mesa de operações fria e o monitor cardíaco anunciava o fim, a única resposta ao pedido desesperado de socorro da enfermeira foi a risada cruel da amante do meu marido, que o convenceu a desligar o telefone e deixar-me morrer sozinha. A minha devoção cega de cinco anos foi recompensada com uma morte solitária e humilhante, enquanto Escudo e a vigarista Brasa celebravam sobre o cadáver do meu casamento e a ruína da minha herança familiar. A raiva foi a última coisa que senti, um ódio puro e incandescente por ter permitido que me usassem como um degrau para a sua felicidade ilícita enquanto a minha família era destruída. Mas quando abri os olhos, o cheiro de antisséptico tinha desaparecido, substituído pelo aroma familiar do nosso quarto na manhã fatídica do nosso aniversário, anos antes da traição final.
Olhei para o anel no meu dedo e soube que a esposa obediente e frágil tinha morrido naquela mesa de cirurgia. Agora, sou eu quem dá as cartas, e vou usar cada cêntimo da minha fortuna e cada segredo do futuro para transformar a vida deles num pesadelo absoluto. O Escudo queria uma esposa troféu, mas acabou de acordar a sua própria carrasca. Meu doutor proibido
Meiry Oliveira22 "- Pensando profundamente, hein?
- Sim. Acho que sim.
- Você acha que sim?
Concordo e ele toca meu rosto, acariciando-o lentamente com o polegar.
- O que você está pensando?
Eu o encaro, só um olhar, e isso basta para ele saber que estou pensando em Liam. O quanto o machucaria se soubesse o que acabou de acontecer. Como seria desastroso. Não consigo nem começar a imaginar as consequências. Isso destruiria a família dele, e isso é só o começo.
- É, eu também. Mas não tanto quanto estou pensando nisso.
Ele me beija novamente, tão lentamente quanto antes, e agarra meu cabelo na altura da nuca. Sinto-me fraca novamente, tão fraca quanto antes, enquanto ele explora minha boca com a língua.
Ele consegue fazer isso enquanto pensa na esposa? E no filho?
Mas não estou fazendo isso enquanto penso no meu namorado? Não estou dizendo "não" e definitivamente não quero que ele pare."
Eloise Brooker é uma estudante de 18 anos. Ela está passando o verão antes do primeiro ano da faculdade com o namorado e a família dele em uma casa de praia.
Christian Ashford é um homem casado e realizado, pai de quatro filhos. Ele é um cirurgião renomado, rico, charmoso, um marido devotado e um pai presente. Sua vida parece perfeita, com tudo o que alguém poderia desejar.
Eloise e Christian percebem rapidamente que existe entre eles uma atração avassaladora e impossível de ignorar. Eles acabam se envolvendo em um caso proibido e intenso. O problema? Além de casado, Eloise está namorando o filho mais velho de Christian... A Escolhida Do Alfa. Ilha do Corvo
J P Andrade VOLUME 1 TRILOGIA ILHA DO CORVO
- Eu não amo você. - murmurei.
Ele deixou seu vinho de lado e se levantou, devagar ele diminuiu a distância entre nós, e com a ponta dos dedos tocou meu queixo, seu olhar vagou para minha boca e depois permaneceu em meus olhos.
- Eu também não a amo princesa, e nem pretendo.
Ele disse essas palavras com total frieza e se afastou se sentando novamente e isso me enfureceu.
- Por que lutar em um torneio pela minha mão então? tudo isso porque sou uma princesa? -disparei.
- Você é uma princesa Lancaster e eu preciso de um herdeiro digno.
- Eu desejo que meu ventre seja seco como as areias do deserto, comandante.
Ele me encarou e vi um lampejo de raiva em seus olhos negros, mas no mesmo instante ele o escondeu e colocou seu sorriso cínico no lugar.
- Então nesse caso teríamos que tentar muitas vezes querida, até que seu ventre se torne menos seco, eu tentaria pelo resto da vida até. - rebateu maliciosamente.
Em um torneio pela mão da princesa Helena Lancaster ela vê seu destino se cruzar com John Chase, um comandante e guerreiro temível, com uma personalidade peculiar ele era tudo que ela detestava, possessivo, audacioso, autoritário, e dominante ao extremo, e ele era o que mais tinha chances de ganhar o torneio por sua mão.
Mas John Chase era muito mais que um comandante da ilha do Corvo, ele escondia um segredo sombrio, que mudaria sua vida para sempre.
Uma Ilha repleta de homens misteriosos, com seus próprios segredos e conflitos, e ela seria senhora deles, logo Helena descobriria que um grande perigo a ronda na ilha, poderia ela confiar no marido para protegê-la?