Klant
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Livros e Histórias de Klant
Meu Querido Titã Darkness
Fantasia Darkness acordou de seu sono de milênios ao ouvir o choro de sua predestinada, pela deusa lua. Jogou sua proteção sobre ela, ao visitá-la pela primeira vez em suas primeiras horas de vida, no mundo humano.
Darkness frio e calculista, aguardava o tempo de sua predestinada completar seus vinte dois anos. Para assim a rejeitar.
Ele não queria carregar a culpa eterna, de ter sido culpado da morte de uma princesa Suprema soberana Alfa do mundo humano, por ter acasalado com ela e a reivindicado.
Darkness possuía várias concubinas e havia a sua preferida, que satisfazia todas as sua luxúria. Seus irmãos estavam dispostos a obedecer a grande deusa da lua. Pois ele não!
Três predestinadas, três princesas da escuridão e uma única maldição. Que seria iniciada a partir do acasalamento das predestinadas com seus Titãs. Antes disso, era apenas uma lenda, apenas um conto para lobas suspirarem. Imaginando se em um conto de fadas, no lugar das princesas Suprema alfa e alfas e seus Titãs.
Infelizmente serei uma delas. Uma princesa predestinada a um Titã.
Rejeitada pelo meu companheiro, sempre evitando me encontrar, desperdiçando os beijos que deveriam ser meus com sua amante. Sinto seu cheiro, sinto suas carícias todas as noites, bolo na cama o desejando. Acho que meu lugar não é aqui.
Preciso partir!
Corro para a noite escura, quero sumir, sair de sua presença, não senti mais seus carinhos sendo de outra. Lá fora, na escuridão me perco e caio nas garras de uma terrível fera. Meu Querido Titan(Cronos)
Lobisomem É hora dos três Titãs acordarem, os três Soberanos Supremos Alfas. É hora de suas predestinadas os convocarem com seu choro.
Em um mundo totalmente diferente da Terra, vivem os Titãs, protetores do seu mundo, aguardando o dia em que teriam que protege-lo.
O mal os ronda, os desafiando a uma grande batalha, onde ter sua predestinada ao seu lado, seria arriscar sua própria vida em nome, de peoteje-la.
Jasmine é doce e meiga, mas também muito teimosa, desde que aprendeu falar, ter entendimento e quando começou a conhecer tudo ao seu redor. Soube que seria entregue a seu predestinado, a um poderoso Titã, O grande Soberano Supremo Alfa. Seu pai era um Soberano Supremo Alfa, mas este ia além dele e seus poderes.
Haviam regras em seu mundo de Laycan e uma delas era: que mesmo se Jasmine quisesse, seria impossível fugir de seu destino, que fora traçado pela grande deusa Lua.
Antes mesmo dela nascer.
Será que esse Titã. Teria realmente tanto poder sobre ela? Antigos dizem que é tão forte, quanto a vontade de uivar pra lua, quando ela está brilhante no céu.
Se fosse assim, Jasmine pagaria pra ver. Sou Luna do Alfa
Lobisomem Klant tem os mesmos sonhos todas as noites desde que completou seus vinte quatro anos, à seis meses eles não à deixam dormir. Um lobo nestes sonhos lhe causa calafrios e calor por todo seu corpo ao mesmo tempo, que ela nunca imaginou sentir.
Sua joia, ganhada em seu aniversário, reage aos seus sonhos com tamanha intensidade lhe deixando apreensiva sob o mistério que a cerca.
Teria a joia alguma ligação com o lobo de seus sonhos? Ou não passavam de sonhos perturbadores?
Sua mente fervilhava e quanto mas ela pensava se afundava em desespero pois seu futuro já estava se construindo.
Kendreck a muito desitiu de encontrar sua companheira, mas... a lua vermelha aproximava se, e mais uma vez seria forçado a tomar decisões contra sua vontade. A muito tempo seu povo desejava uma Luna a seu lado, mal sabiam que ele também sofria com seu lugar que até agora estava vago. Mas Kendreck não escolheria qualquer uma, teria que ser a que a Grande Luna escolheu, não o que lobos velhos do conselho queriam!
Seu lobo estava inquieto dentro de si, mal humorado, agoniado, rosnando para longe, parecendo precentir algo.
Será que... não, minhas esperanças já se esvaziam por entre meus dedos, tenho até medo de ser verdade.
Nuvens se formavam no céu, mal presságios estavam por virem! Você pode gostar
Traição e Renascimento
Qing Shui Lian Jian Pedro e eu éramos o casal que todos admiravam, dez anos de conto de fadas, uma vida construída com amor e promessas.
Mas então, uma foto anônima chegou ao meu celular, revelando Pedro em um restaurante, os olhos cheios de ternura para outra mulher, a secretária dele, Sofia.
Meu mundo desabou em um zumbido ensurdecedor, o estômago revirado pela náusea da traição. O suco de abacate que ele oferecia a ela, o mesmo que eu odiava, era um símbolo cruel da sua duplicidade.
Como ele pôde? Todas as mentiras, o celular sempre desligado, as desculpas esfarrapadas para as datas esquecidas… Eu era uma idiota por acreditar, uma boba por amar tanto.
Agarrei-me ao peito, vomitando não só o café da manhã, mas também os dez anos de farsa. Eu havia perdido a mim mesma, a Clara cheia de garra. Mas agora, eu renascia das cinzas, mais forte.
Quando ele chegou em casa, cansado e alheio, oferecendo-me um batido verde, o mesmo tom do suco da foto, o desgosto me invadiu.
"Eu não gosto de abacate", eu disse, a voz calma, fria. "Você sabe disso."
Ele tentou me abraçar, mas o meu corpo se tornou uma estátua de gelo, e a frieza nas minhas palavras o chocou profundamente. Uma tempestade externa espelhava a turbulência dentro mim, e cada gesto dele, cada toque, deixou marcas invisíveis de repulsa.
No momento seguinte, o celular dele tocou, era a Sofia. "Tenho que ir, é urgente", ele disse, correndo porta afora, sem olhar para trás.
Ele ia para ela, a mulher que era a sua verdadeira "urgência" .
Sozinha na escuridão, a palavra "urgente" ecoava, agora vazia para mim.
A febre me derrubou, a dor física da traição me consumindo, até que o conforto familiar me fez desabar.
Minha mãe me abraçou, mostrando-me desenhos antigos, lembrando-me da garota vibrante que eu era. Ao ver meu eu passado, chorei não só por Pedro, mas por mim mesma, por ter me perdido.
Naquela noite, eu respirei. A Clara estava de volta.
Em nosso apartamento, cada objeto carregava uma história, agora manchada. Dez anos de risos e lágrimas, agora apenas uma pilha de memórias dolorosas.
Quando Pedro entrou, vi seus olhos cansados, mas a minha voz saiu firme e clara: "Pedro, vamos nos divorciar."
A incredulidade virou raiva em seu rosto e ele agarrou meu pulso. "O que você está dizendo? Está brincando comigo?"
Eu me soltei. "Eu não estou brincando. Eu quero o divórcio."
Ele bufou, tentando me manipular com falsas promessas de férias. "Clara, chega de dramas. O que você quer? Mais atenção?"
Eu sorri amargamente. "Não preciso das suas promessas vazias. Eu quero uma parte maior do nosso patrimônio. Afinal, você é a parte culpada."
Sua arrogância desmoronou. "Clara, não exagere. Não seja ridícula. Não há necessidade de levar as coisas a este extremo."
Sua condescendência me atingiu profundamente. Ele não sabia a dor que me causara. "Pedro, por que você tinha tanta certeza de que eu nunca te deixaria?"
Ele gaguejou. E então, eu disse: "Sofia."
A palavra o atingiu como um soco. Ele ficou pálido, chocado. "Como você sabe?"
"Não importa como eu sei", eu disse, jogando as fotos na mesa. Fotos dele e Sofia, rindo, se beijando. O suco de abacate.
Ele caiu de joelhos. "Me desculpa, Clara, me desculpa."
Olhei para ele sem emoção. "Quando você cozinhava para ela, usava as mesmas receitas? Quando secava o cabelo dela, era com o mesmo cuidado? Quando ela tinha cólicas, fazia o mesmo chá de gengibre?"
Seu silêncio era a resposta.
"Eu poderia ter aceitado o fim do nosso amor", eu disse, a voz cortante. "Mas não posso aceitar que o amor que me deste, a atenção que me dedicaste, tenha sido partilhada com outra pessoa. Isso é nojento."
"Para, por favor, para de falar", ele suplicou, lágrimas escorrendo.
"Você não pensou em mim quando estava com ela", eu retruquei. "Por que devo te poupar agora?"
Ele agarrou minha mão, suas lágrimas quentes na minha pele. "Eu faço qualquer coisa para te compensar. Por favor, me dê outra oportunidade."
"Não há nada que possa fazer", eu disse, puxando minha mão. "Eu me amo mais do que te amo."
Eu o deixei ali, de joelhos, suas palavras de dor um murmúrio derrotado. A casa desabou, mas eu me senti livre.
Com o divórcio em mãos, senti o peso sair dos meus ombros. Postei uma foto do documento: "Finalmente livre. Celebrando minha nova vida."
O celular vibrava com mensagens de apoio. Sofia havia visto a publicação, seu avatar a vista da janela do escritório dele. Ela não era o problema. Ele era.
Minha amiga Rafaela exultou. "Graças a Deus! Você está bem?"
Eu estava, e estava pronta para viajar, para recomeçar. A divisão dos bens foi fácil; ele aceitou tudo, consumido pela culpa.
No escritório, recebi estrelícias azuis, minhas flores preferidas. Sem cartão. Nos dias seguintes, mais flores, o mistério crescendo.
Uma mensagem anônima chegou. "Gostou das flores? Gostaria de te encontrar. Estarei no parque de diversões à beira-rio, ao pôr do sol."
Eu fui.
Lá, uma figura alta, com um redemoinho familiar no cabelo, olhava o rio. Era Pedro. Mas o Pedro de dezoito anos. Eu estava em choque.
"Pedro?", minha voz mal saiu.
Ele sorriu, os olhos brilhando com uma luz que eu não via há anos. "Olá, Clara. Sou eu."
"Você... você tem dezoito anos", gaguejei.
"Eu sei. Eu só acordei aqui. Mas fui eu que te enviei as flores." Ele me beijou a mão, colocou um chapéu de palha feito por ele na minha cabeça. "Eu ainda te amo."
Instintivamente, ele me puxou para protegê-la de alguns motoqueiros. Senti a segurança que há muito perdera.
Na roda-gigante, a cidade se estendia abaixo. Ele me perguntou: "Clara, se você soubesse o final da história, você ainda teria começado?"
A pergunta pairou no ar. Minha resposta agora era diferente.
"Obrigada", eu disse, a voz cheia de emoção. "Obrigada por me amar, por me ensinar. Por fazer parte da minha vida."
Ele chorou, pedindo desculpas pelo seu eu futuro. "Por favor, Clara. Dê-lhe outra oportunidade."
"Porque amar alguém é não querer machucá-lo", eu disse, a voz firme. "Seu eu futuro me machucou repetidamente. Minha vida é sobre respeito próprio, felicidade, paz. Não vou sacrificar tudo isso por um homem que não me merece."
Ele sorriu tristemente, seu corpo ficando transparente. O sino da torre do relógio soou à meia-noite.
"Adeus, Clara", ele sussurrou antes de desaparecer. "Seja feliz."
Eu estava sozinha, mas com o coração em paz. O passado havia ficado para trás.
Minha vida voltou ao normal. Pedro continuava a implorar, a enviar flores que eu jogava fora. Ele não entendia que era tarde demais.
No jantar com Thiago e Camila, meus cúmplices involuntários, levantei meu copo. "Vocês não têm culpa. Vocês me abriram os olhos."
Fora do restaurante, Pedro nos bloqueou. "Clara, precisamos conversar."
Camila o confrontou, mas eu a detive. "Deixe. Eu cuido disso." Olhei para ele com calma fria. "Diga o que você tem a dizer."
Ele tirou uma pasta cheia de documentos, oferecendo tudo. "Tudo o que tenho. Como garantia de que nunca mais te trairei."
Eu nem olhei para os papéis. "Você acha que isso muda alguma coisa? Acha que dinheiro pode apagar o que você fez?"
Minha voz baixava para um sussurro intenso. "Naquele dia, com ela, você pensou em mim? Ou pensou na Sofia, que gosta de abacate?"
Ele não conseguiu responder. "Você é nojento, Pedro. Você é sujo."
Virei as costas, deixando-o ali, estilhaçado, percebendo a enormidade do que havia perdido.
O sol brilhava. No café, Rafaela sorriu. "Você está brilhando, amiga. O divórcio te fez bem."
"Eu me reencontrei", eu disse. Levantei meu copo. "Um brinde a mim."
Na selfie, eu era vibrante, cheia de vida, a Clara que tinha voltado, mais forte do que nunca.
No vazio de seu apartamento, Pedro olhava para a lista das "100 coisas para fazer com a pessoa amada". A felicidade havia se tornado desconforto, um prazer perverso em machucá-la.
Agora, o arrependimento o sufocava. "Me desculpa, Clara", ele sussurrava.
Ele a via de longe, recebendo prêmios, fazendo doações. Ela voava, enquanto ele se afundava na miséria.
Seu primo assumiu a empresa. Ele passava os dias em casa, com depressão, revivendo as memórias. Ele sabia que a havia perdido para sempre. Seu único consolo: o amor que ainda sentia, sua tortura e sua penitência.
O Jovem Pedro acordou num quarto luxuoso, um homem mais velho com seu próprio rosto o encarava no espelho.
"Quem é você?", o Jovem Pedro perguntou.
"Eu sou você, daqui a dez anos", o Pedro mais velho respondeu, um sorriso cínico.
O eu mais velho contou-lhe tudo de sua traição, de como ele havia destruído Clara.Uma raiva cega tomou conta do Jovem Pedro. "Como se atreveu a machucá-la?" Ele o derrubou com um soco.
Ele fugiu daquele futuro de pesadelo, sua única preocupação era proteger Clara. Enviava flores a ela, aquelas que sabia que ela amava, para dizer que seu amor ainda era puro.
Quando finalmente a viu, o coração acelerou. Havia uma tristeza em seus olhos que o partiu ao meio.
No topo da roda-gigante, a dor lancinante da sua recusa foi acompanhada por um estranho alívio. Ela estava se protegendo, escolhendo sua própria felicidade.
Seu corpo começou a desaparecer. "Que a minha pessoa mais amada, no lugar que eu não posso ver, esteja bem e feliz", ele sussurrou.
E então, ele se dissolveu, deixando para trás apenas o amor, uma memória tenra do que já foi. A Confeiteira da Revanche
Ren Ping Sheng O cheiro de antisséptico no hospital se tornou o lembrete constante de uma nova e dolorosa realidade: meu irmão, Lucas, paralisado na cama.
Em uma vida passada, este foi o momento exato do meu desespero, quando aceitei qualquer ajuda para curá-lo, inclusive a oferta da poderosa família Silva.
Meu dom era único – minhas sobremesas podiam curar – e a filha deles, Clara, que não andava, era a promessa de cura para Lucas.
Eu acreditei neles, curei Clara, mas a promessa era uma mentira cruel: eles me descartaram, destruíram minha vida e garantiram que Lucas nunca recebesse o tratamento de que precisava, levando-o à morte e, logo depois, a mim, em um mar de arrependimento.
Mas agora, no mesmo hospital, com Lucas ainda pálido, o toque do meu celular e o nome "Beatriz Silva" na tela me trouxeram uma certeza fria: desta vez, eu não seria a garota ingênua; eu recusaria, e o jogo cruel deles não se repetiria. Ladar - Sangue & Sacrifício - Série a Ascensão dos Heróis - Livro 1
Sebastian Pereira Setecentos anos antes de Sangue & Honra.
Em um mundo onde a lua ilumina um terreno de trevas e traições, Calum Fireblade emerge das profundezas da Floresta Sufocante. Criado como um simples caçador, o destino o leva a um caminho de sangue e glória quando sua vida é devastada por uma traição inimaginável. As sombras dançam ao redor de Calum, e os corvos, espiões da noite, observam seus passos enquanto ele se transforma de um jovem perdido em um guerreiro temido.
Nas cortes traiçoeiras e nos campos de batalha ensanguentados, alianças são formadas e quebradas com a mesma rapidez de um golpe de espada. Amores proibidos florescem e murcham, enquanto o poder corrupto se esconde em cada esquina. Calum deve navegar por um labirinto de conspirações e segredos sombrios, onde a verdade é uma moeda rara e a confiança pode ser fatal.
Enquanto tempestades de magia antiga e vingança implacáveis varrem a terra, Calum descobre um poder adormecido dentro de si, um legado ancestral que pode mudar o curso de sua vida e do mundo ao seu redor. "Ceifador da Lua" tece uma tapeçaria complexa de personagens inesquecíveis e destinos entrelaçados, onde cada decisão pode selar o destino de reinos e a sobrevivência de almas.
Neste épico de traição, paixão e guerra, a linha entre herói e vilão é tênue, e a batalha pelo poder nunca termina realmente. Calum Fireblade é mais do que um homem; ele é uma força da natureza, destinada a deixar um legado indelével nas páginas da história. Da Ruína à Noiva Bilionária
Blue Meu pai criou sete órfãos brilhantes para serem meus potenciais maridos. Durante anos, eu só tive olhos para um deles, o frio e distante Damião Paiva, acreditando que sua distância era um muro que eu só precisava derrubar.
Essa crença se estilhaçou na noite passada, quando o encontrei no jardim, beijando sua irmã de criação, Eva - a garota frágil que minha família acolheu a pedido dele, aquela que eu tratei como minha própria irmã.
Mas o verdadeiro horror veio quando ouvi os outros seis Bolsistas conversando na biblioteca.
Eles não estavam competindo por mim. Estavam trabalhando juntos, orquestrando "acidentes" e zombando da minha devoção "estúpida e cega" para me manter longe de Damião.
A lealdade deles não era a mim, a herdeira que segurava o futuro deles em suas mãos. Era a Eva.
Eu não era uma mulher a ser conquistada. Eu era um fardo tolo a ser administrado. Os sete homens com quem cresci, os homens que deviam tudo à minha família, eram um culto, e ela era a rainha deles.
Esta manhã, entrei no escritório do meu pai para tomar uma decisão que queimaria o mundo deles até as cinzas. Ele sorriu, perguntando se eu finalmente havia conquistado Damião.
- Não, pai - eu disse, com a voz firme. - Eu vou me casar com Heitor Bastos.