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Lavinia

3 Livros Publicados

Livros e Histórias de Lavinia

Ele Deixou Nosso Filho Morrer: Minha Vingança Começa Agora

Ele Deixou Nosso Filho Morrer: Minha Vingança Começa Agora

Moderno
5.0
O funeral do meu filho terminou. A chuva de Lisboa misturava-se com as lágrimas que eu nem sabia que estava a chorar. Ao meu lado, Pedro, meu marido, mantinha uma indiferença gélida. Então, ele soltou: "Sofia, já chega de drama. O Leo não ia querer ver-te assim." Leo, o nome do nosso filho. O filho que ele mal conheceu. Naquele momento, algo em mim quebrou. "Pedro, quero o divórcio," declarei, com uma voz fria e firme. A sua resposta foi um escárnio, uma ameaça vazia: "Vais ficar sem nada, Sofia." E a voz melosa da sua secretária, Clara, ecoou na minha mente: "Pedro, querido, não te esforces demasiado." Sim, querido. Enquanto o nosso filho lutava, enquanto implorávamos por um transplante de medula, ele estava no luxo, com ELA. O meu filho morreu à espera do pai, porque o telefone dele estava desligado, porque estava com a amante. Como pude ser tão cega? A minha sogra, Dona Elvira, só piorava: "Foste tu que não conseguiste dar ao Pedro um filho saudável. Foi o teu corpo que falhou." E depois, ele apareceu na televisão, transformando a morte do nosso Leo numa Fundação hipócrita, ao lado daquela mulher! Ele queria manchar a minha honra, chamar-me louca para me calar. Mas a dor transformou-se em fúria, e a fúria em determinação. Ele podia ter o dinheiro, o poder e a imprensa. Eu tinha a verdade do meu lado. Agora, vou lutar. Não só pelo divórcio, mas pela justiça. Pelo meu filho. Por mim.
Liberta das Chamas do Passado

Liberta das Chamas do Passado

Moderno
5.0
Clara, grávida de nove meses, aguardava a chegada do nosso bebé, num lar aparentemente seguro. Mas o cheiro intenso a fumo e o alarme estridente rasgaram a normalidade. Presa no apartamento em chamas, liguei para Miguel, o meu marido e suposto porto seguro. Implorei por ajuda, enquanto o pânico me consumia. "Miguel, há um incêndio! Estou encurralada!" Do outro lado da linha, ouvi a voz risonha da Sofia. A sua resposta foi um eco vazio de indiferença: "Calma, não sejas tão dramática. A Sofia está traumatizada por causa de uma aranha, não a posso deixar agora." E ele desligou. Enquanto as chamas devoravam o nosso lar, perdi o nosso bebé. No hospital, vazia e destroçada, a pior traição ainda estava por vir. Miguel e o seu pai, Ricardo, não mostraram empatia, culpando-me. Congelaram as nossas contas, deixando-me na miséria. A Sofia, com um sorriso falso de pena, lançou uma campanha de ódio online, pintando-me como o monstro que abandonou o marido em tragédia. Amigos viraram-me as costas, sem questionar. Como podia a minha vida ter-se tornado este pesadelo vil? Fui esmagada pela dúvida, humilhação e uma dor insuportável. Seria eu a vilã, como diziam? Será que a minha dor era apenas uma dramatização? Mas a voz firme da minha mãe, Laura, rompeu a escuridão: "Tu sabes a verdade. Eu sei a verdade. Não deixes que as mentiras deles te destruam. Luta!" Nesse momento, a minha calma gélida transformou-se em fogo. Se eles queriam uma guerra, eu dar-lhes-ia a guerra mais verdadeira que já viram. Com a verdade, a minha única e implacável arma. Ninguém me pararia agora.