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Mabel Souza

4 Livros Publicados

Livros e Histórias de Mabel Souza

Vingança da Noiva Abandonada

Vingança da Noiva Abandonada

Romance
5.0
Meu casamento, que deveria ser a coroação de um amor que eu acreditava ser de infância, transformou-se no palco do meu maior pesadelo. Pedro, o homem que eu amei, me olhou nos olhos na noite de núpcias e fingiu não me reconhecer. Com uma crueldade que eu jamais imaginei, ele forjou uma amnésia para me humilhar diante de todos, devolvendo-me à minha família como um produto defeituoso. Da noite para o dia, de noiva, tornei-me a piada da cidade, a rejeitada, a envergonhada. Minha família foi à falência, e eu, uma garota quebrada, fui enviada para longe, exilada para recomeçar minha vida longe dos sussurros e olhares de pena. Mas a vida prega peças, não é mesmo? Cinco anos depois, eu, Sofia, a noiva abandonada, voltei, reconstruída e forte. Mas o destino, com sua ironia cruel, colocou-me novamente frente a frente com Pedro e minha ex-amiga Camila. Imagine a cena: ele, arrogante, tentando me contratar como empregada, a mim, que ele aniquilou. Mal sabia ele que a garota que ele quebrou não existia mais. Eu, que fui jogada na lama, ostentava agora um anel que era o peso do poder absoluto. Um anel que denunciava que eu não era mais a pobre Sofia, mas a mulher de um dos homens mais temidos e respeitados do país. Um Juiz Federal. Mas Pedro, em sua cegueira e fúria, não pôde aceitar isso. Ele me esbofeteou publicamente, me arrastou como lixo para um estábulo e cortou meu dedo! Tudo para me incriminar e se gabar ao meu marido que havia "cuidado" de uma impostora. Ele pensou que seria recompensado. Mas o que ele não sabía, é que estava prestes a enfrentar a ira de um homem que viria me resgatar e fazer justiça com as próprias mãos. Será que Pedro sobreviveria à fúria do Juiz Federal?
Quando o Amor Morre Afogado

Quando o Amor Morre Afogado

Moderno
5.0
Aos nove meses de gravidez, estava presa no carro sob um dilúvio, a água subia rapidamente. O motor calou-se, o pânico instalou-se, e liguei a Léo, o meu marido, a implorar por ajuda. Ele atendeu, impaciente, e ao fundo ouvi a voz da sua meia-irmã, Sofia, a queixar-se do gato dela. "A Sofia está em pânico," ele disse, com a voz dura. "Não te podes desenrascar sozinha? Liga para os bombeiros." E desligou. Fui engolida pela água gelada enquanto o meu carro se desintegrava à minha volta. Acordei num hospital, a minha barriga vazia, o meu bebé tinha morrido. Mas o Léo não estava lá. Ninguém da sua família estava. Quando ele finalmente apareceu com o pai, Ricardo, não havia dor, apenas irritação. Ricardo disse: "Isto é uma tragédia terrível." E Léo acrescentou: "Estas coisas acontecem." Eles culparam-me por ter saído à rua, queriam que eu superasse por "bem da reputação familiar". "Estas coisas acontecem"? Como podia ser tão frio? Eu tinha implorado pela minha vida, pela vida do nosso filho, e ele escolheu a sua meia-irmã e o gato dela? Onde estava o homem que eu amava? Que tipo de família era esta que me deixava morrer? A verdade, fria e cruel, encontrei-a no Facebook. Uma amiga de Sofia publicou uma foto: Sofia e amigas num café chique. A legenda: "Sorte que o Léo nos veio salvar com o seu jipe. O nosso herói!" A hora da publicação. Quinze minutos depois de eu lhe ter implorado ajuda. Léo não estava a acalmar Sofia ou o gato; ele estava a servir de motorista a um grupo de mulheres aborrecidas num café. Naquele momento, enquanto ele me olhava sem culpa, apenas com raiva, as minhas palavras saíram claras. "Quero o divórcio."