Meng Meng Da Xiao Xue Qiu
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Livros e Histórias de Meng Meng Da Xiao Xue Qiu
O Jogo Proibido do Ricardo
Moderno Hoje, nosso sétimo aniversário de casamento, amanheceu, mas não trouxe alegria.
Recebi uma mensagem anônima, uma foto chocante do meu marido, Ricardo, beijando intensamente sua secretária, Clara, com uma força que antes era só minha.
Abaixo da imagem, uma frase fria: "Ele disse que prefere os meus jogos proibidos. Feliz aniversário, Sofia."
Eu, Sofia, chef renomada e dona de um restaurante premiado, era apenas a esposa em casa, a mulher esquecida.
À noite, Ricardo chegou, não sozinho, mas com Clara, descarada e vitoriosa.
Ele, com a naturalidade que me revirava o estômago, disse: "Sofia, querida, a Clara vai jantar conosco."
Ela me provocou, pedindo um prato especial de frutos do mar, a receita da minha avó, a que ele dizia que eu fazia apenas para ele em ocasiões especiais.
Ricardo, com olhos frios como gelo, me ordenou: "Vá para a cozinha e faça o prato para a Clara."
Eu disse "Não."
Aquele "Não" reverberou, e a fúria dele se revelou.
Ele virou a mesa, estilhaçando pratos e espalhando a comida que preparei com tanto carinho para mim.
Nossa filha, Isabela, de apenas seis anos, apareceu, o pijama de unicórnio manchado.
Ele a empurrou para a cozinha, junto comigo, e nos trancou: "Vocês duas vão ficar aqui. Sem jantar. Talvez um pouco de fome te ensine a ter modos."
Na escuridão da cozinha, ouvi a voz de Clara do outro lado da porta: "Ricardo, você é tão viril quando está com raiva."
Com ela, risadas e tilintar de taças.
Naquele momento, no meu santuário transformado em prisão, coberta de humilhação e comida, percebi que o amor não estava morrendo.
Ele já estava morto e enterrado.
Mas, ao ver o desprezo dele por Isabela, a raiva que pensei estar morta começou a borbulhar dentro de mim.
Ricardo podia me humilhar, mas não tinha o direito de destruir a inocência da minha filha.
Ele não era mais meu marido, nem pai dela. Ele era um monstro, e eu precisava salvar Isabela dele. A Viúva Vira o Jogo
Moderno O telefone tocou no meio da tarde, e com ele, a notícia chocante da morte de João, meu marido, em um acidente de barco.
Para o mundo, ele era um empresário influente, um herói que morreu salvando sua ex-namorada.
Para mim, ele era um traidor, um criminoso que, na semana anterior, planejava me abandonar sem nada, em favor de sua amante.
No necrotério, sem derramar uma lágrima, decidi cremar seu corpo imediatamente, para o choque de todos.
No entanto, a verdadeira surpresa veio ao descobrir que ele havia desviado cinco milhões de reais para a conta da amante.
Meu sangue ferveu, não pela perda do dinheiro, mas pela audácia de quem tentou me fazer de idiota, e jurei reaver cada centavo.
Minha sogra, Beatriz, me humilhou por ser "seca" e "infertil", enquanto a mãe da amante, Sônia, trazia um suposto filho de João para o funeral, exigindo herança.
Todos zombaram da minha incapacidade de dar um herdeiro à família, sem saber que o próprio João era estéril, um segredo que eu guardava.
Eu sabia que não era uma simples disputa por herança; era uma batalha muito maior, com segredos enterrados e vinganças a serem cumpridas.
Esta era minha chance de virar o jogo, de expor as mentiras e podridões de uma família inteira, e de finalmente fazer justiça pela morte de minha mãe, um atropelamento que nunca foi solucionado. Vingança de Sofia: O Escritório Devolvido
Romance Minha vida parecia perfeita, um império construído com o homem que eu amava.
Eu, Sofia, designer de interiores de sucesso e vice-presidente da nossa empresa, estava no auge da minha licença-maternidade, cuidando do nosso filho, Lucas.
Até que, um dia, uma foto no Instagram congelou o meu sangue.
Era a estagiária, Bruna, sentada na MINHA cadeira de couro italiano, no que costumava ser o MEU escritório, com a legenda: "Meu novo escritório! Um sonho realizado. Obrigada, Pedro, por acreditar em mim!".
Pedro. Meu marido. A raiva me subiu à garganta.
Cheguei à empresa e me deparei com meu escritório descaracterizado, transformado em algo barato e impessoal.
Bruna sorria presunçosamente.
Enfrentei Pedro, a irritação dele clara, o desprezo chocante: "Seu escritório estava sendo pouco usado ultimamente, desde que o Lucas nasceu. Não seja dramática, Sofia."
Eu o encarei, a traição evidente, a humilhação profunda.
"Eu quero o meu escritório de volta, Pedro. Agora."
Ele riu. "E o que você vai fazer? Me processar?"
Naquele instante, a raiva deu lugar a uma clareza fria. Peguei meu celular.
Um e-mail para o CEO da Lira Corp, meu velho amigo de família, o contrato multibilionário que ele tanto queria, agora em "espera indefinidamente" por "divergências éticas significativas".
O telefone dele tocou 55 minutos depois, e a voz de Pedro era um grito de pânico e fúria.
"Você é louca! Você sabotou o maior contrato da história da empresa por causa de uma porra de um escritório?!"
"Não era por causa do escritório, Pedro. Era por causa do respeito."
A guerra tinha acabado de começar. Recomeço Longe do Amor
Romance Minha esposa, Ana Clara, se jogou do terraço.
A notícia do suicídio dela veio logo após a do estagiário, Gabriel, que também havia tirado a própria vida.
Eu me sentia chocado e sem chão. Afinal, Ana Clara era reservada, serena, a mulher com quem dividi dez anos de casamento.
Mas a busca por respostas me levou aos diários dela, escondidos no fundo do armário.
Foi ali que toda a minha vida desmoronou.
Página após página, ela descrevia um amor avassalador por Gabriel, um "amor de lua branca", puro e intocável, muito antes de me conhecer.
"Casei-me com João Carlos… senti-me suja quando ele me beijou. Meu coração gritava o nome de Gabriel."
Dez anos de farsa. Eu não era o escolhido, apenas o substituto, o plano B, a fachada perfeita.
A dor da traição era insuportável, a humilhação me consumia. Eu era o vilão na história de amor dela.
Meu coração, partido e exausto, simplesmente parou de bater.
Acertei as contas. Era o dia do meu primeiro encontro com Ana Clara.
O universo me deu uma segunda chance, não para reconquistá-la, mas para me salvar. Eu não seria mais o prêmio de consolação de ninguém.
Ela entrou na cafeteria e sorriu. O mesmo sorriso ensaiado que eu conhecia tão bem.
Desta vez, não sorri de volta. Renascimento em Seus Braços
Romance Aos oitenta anos, no leito de um hospital estéril, João Carlos sentia o peso de uma vida inteira de arrependimentos.
Uma vida ao lado de Ana Lúcia, a mulher que ele não amava, e que nunca o amou, enquanto o desprezo dela o corroía.
Ele casou-se com ela por desespero, depois que sua verdadeira noiva, a própria Ana Lúcia, o abandonou no altar com seu irmão, Pedro, em uma humilhação pública que ecoou por décadas.
A dor daquela traição e a farsa de sua "salvação" pelo casamento com Maria Clara, a irmã mais nova e silenciosa de Ana Lúcia, o assombravam.
Maria Clara, sua esposa por cinquenta anos, sempre esteve lá, com seu amor silencioso e devoção inabalável, a paz que ele nunca soube valorizar, cego pela amargura.
Em seu leito de morte, com Maria Clara ao seu lado, ele se deu conta do quão tolo fora, percebendo que ela era o amor que sempre buscou.
"Se eu pudesse voltar… Eu escolheria você, Maria Clara."
A escuridão o engoliu.
Então, um barulho ensurdecedor. Abri os olhos e me vi em um quarto ricamente decorado. Eu tinha vinte e cinco anos novamente, e Pedro, meu irmão, estava na minha porta.
"A noiva está esperando. Você não vai querer deixar Ana Lúcia esperando no altar, vai?"
Eu estava de volta. No dia do meu casamento. O dia que definiu minha miséria e também minha salvação.
Uma segunda chance me foi dada.
Ana Lúcia estava linda em seu vestido, esperando por Pedro. E Maria Clara, no canto, escondida, chorando por mim.
Não. Desta vez, não.
"Este casamento está cancelado!" , declarei para toda a sala, chocada.
Ignorei Ana Lúcia, ignorei todos. Fui direto até Maria Clara.
Ajoelhei-me diante dela, no meio do salão, diante de todos.
"Maria Clara, eu sei que isso é repentino" , disse, minha voz ressoando no silêncio mortal. "Eu não quero me casar com ela. Eu quero me casar com você." A Luta da Mãe Abandonada
Moderno Na noite em que fui dispensada do hospital, com o meu recém-nascido nos braços, a chuva caía incessantemente, como se o céu chorasse comigo.
Meu filho, Tiago, acabava de nascer.
Mas eu tinha enfrentado o trabalho de parto, as decisões cruéis e a cesariana de emergência, completamente sozinha.
O meu marido, Diogo, não estava lá.
Ele tinha escolhido ir socorrer a ex-namorada, Sofia, que estava com uma "febre".
Quando ele finalmente chegou, horas depois, o cheiro do perfume dela ainda pairava sobre ele, sufocando-me mais do que a dor física.
Decidi que era o fim.
Mas ao invés de aceitar a minha decisão, ele e a sua família, os Patterson, declararam guerra.
A minha sogra, Teresa, ligou, furiosa, chamando-me de "egoísta" e "infantil" por não aceitar a traição do filho.
Eles queriam a custódia do meu filho.
E eles têm dinheiro e poder para lutar.
Como é que se pode abandonar a própria esposa no momento mais vulnerável, para ir ter com uma ex-namorada?
E como é que a família dele ousa dizer que eu sou a errada nesta história?
Que tipo de pessoa faria de tudo para me virar contra o meu próprio filho?
Eu não ia permitir.
Não por mim, mas pelo Tiago.
Eu ia provar quem eles realmente eram e lutar por cada pedacinho da minha dignidade.
A guerra pela custódia estava apenas a começar. A Rejeitada Que Se Reergueu
Romance Eu estava grávida de três anos de espera, presa no carro afundando na lama sob uma chuva torrencial.
Liguei para o meu marido, Miguel, o capitão dos bombeiros, vinte vezes.
Nenhuma resposta.
Então, ouvi no rádio da polícia que ele estava controlando um pequeno incêndio no armazém da ex-namorada, Clara, muito longe dali.
Mal cheguei ao hospital, vi a foto dela nas redes sociais.
Miguel, o meu herói, segurava o gato dela, e Clara olhava para ele com adoração, louvando-o como o seu salvador.
Quando ele finalmente me ligou, sem nem perguntar da nossa saúde, ele justificou a sua ausência.
"A Clara estava em pânico! Era o meu trabalho!"
O meu mundo desabou quando ele rejeitou a minha dor, acusando-me de drama e ciúmes, afirmando que Clara "não tinha mais ninguém".
Como ele pôde?
Abandonar a esposa grávida em perigo de vida por uma ex-namorada?
E depois tentar culpar-me por querer justiça?
Não era ciúme, era a escolha.
A minha escolha estava feita.
Será que ele realmente pensou que eu, ou o nosso filho, seríamos sempre a segunda opção?
Eu não podia permitir isso.
Peguei no telefone, bloqueei o número dele.
E disse: "Vamos divorciar-nos." Acordos e Corações: Uma Segunda Chance
Romance O dia do meu casamento com Lucas foi também o funeral do meu pai.
Num vestido de noiva branco, eu vestia luto por dentro, casando-me com o filho do nosso maior rival para salvar a empresa da minha família.
Mas não era um casamento, era uma transação.
Com a morte do meu pai, tornei-me a incubadora trocada pelo império Almeida.
A minha sogra, Dona Helena, tratava-me com um desprezo gélido, e Lucas, o meu marido, era uma sombra alheia.
Fui vigiada 24 horas por dia, a minha gravidez controlada, a minha própria mãe impedida de me ver.
O meu corpo e a minha vontade já não me pertenciam, apenas o bebé dentro de mim importava para a 'herdeira'.
Quando a pré-eclâmpsia me levou ao limite, à beira da morte, ouvi o médico dizer: "Ou ela ou o bebé."
Como é que uma vida pode ser reduzida a um contrato e uma moeda de troca?
Como posso amar um filho que nasceu da minha humilhação e sofrimento?
Como se reerguer quando se sente apenas um produto?
Mas quando o Lucas, com quem nunca tive uma conversa sincera, me olhou nos olhos e disse: "Tu vales tudo", percebi que talvez, apenas talvez, um novo começo fosse possível fora das cinzas do passado. O Jantar Frio do Nosso Aniversário
Romance Na noite do meu aniversário de casamento, preparei um jantar romântico, velas acesas e pratos cheios de esperança.
Mas o meu marido, Pedro, não voltou para casa.
Em vez disso, recebi uma mensagem fria: "A Sofia torceu o tornozelo, estou a levá-la ao hospital. Não me esperes acordada."
Sofia. A minha melhor amiga. E a ex-namorada dele.
Ele desligou o telemóvel e deixou-me sozinha, no nosso dia, com a comida a arrefecer e as velas a consumirem-se.
Minutos depois, o telefone tocou. Era a minha sogra.
"Lia, o que se passa contigo? O Pedro está no hospital com a Sofia, e tu não apareces? Que tipo de esposa és tu?"
Ela chamou-me egoísta, insensível, por ousar valorizar o nosso aniversário em detrimento da "urgência" da Sofia.
Até quando eu seria a segunda opção na minha própria vida, no meu próprio casamento?
Cansada de lutar por um amor que nunca foi totalmente meu, tomei um decisão: não mais seria a "boa rapariga" que aceita as migalhas.
Levantei-me da mesa gelada.
O jantar foi para o lixo.
Assim como o meu casamento. A Noite Que Quebrou O Voto
Moderno Na noite do meu casamento, sentei-me sozinha no nosso quarto de hotel, com o meu vestido de noiva branco a parecer um sudário.
O meu marido, João, não apareceu.
Horas depois, ele entrou, cheirando a hospital, e disparou: "A Sofia tentou suicidar-se. Tive de ir para o hospital."
Não houve desculpas, apenas a fria constatação de que ele tinha passado a nossa noite de núpcias a confortar a ex-namorada.
Quando confrontei, ele olhou-me com irritação: "Podes parar de ser tão egoísta? A vida de uma pessoa estava em risco. O nosso casamento é só uma formalidade."
As suas palavras gelaram-me, e a sua família e amigos corroboraram, chamando-me "insensível" e "dramática" por não "entender" a nobreza do seu gesto.
Até recebi uma mensagem da ex-namorada dele: "Fica longe do João. Ele é meu."
Será que fui eu a errada por esperar lealdade no meu próprio casamento?
Como é que alguém consegue virar a situação tão rapidamente, transformando a vítima em vilão?
Eu sabia que tinha de fazer uma escolha: aceitar este desrespeito ou lutar pela minha sanidade e liberdade.
Decidi quebrar o ciclo de toxicidade.
"Eu quero o divórcio", disse eu, e o inferno começou.
Mas desta vez, eu não me ia calar.
Eu ia provar que não era a egoísta. Você pode gostar
O Retorno Genial da Esposa Rejeitada
Zhi Ning Voei de Boston até Nova York no meu aniversário, esperando passar a noite com meu marido, um astro da NHL, e nossa filha de cinco anos.
Mas, ao abrir a porta, encontrei minha meia-irmã no chão da sala, rindo com eles como se fossem a família perfeita, e eu, a intrusa.
Minha filha recusou meu abraço, se escondeu atrás da minha meia-irmã e murmurou:
"Não quero você, mamãe é chata."
Meu marido mal olhou para mim, cancelou nosso jantar de aniversário alegando uma reunião urgente e saiu de casa levando nossa filha.
Horas depois, sentada sozinha no escuro, recebi um link de um site de fofocas.
A foto mostrava meu marido, minha filha e minha meia-irmã num restaurante luxuoso, desfrutando de um aconchegante jantar.
Ele cortava o bife da nossa filha com um sorriso gentil que nunca me direcionava, enquanto minha meia-irmã os olhava com intimidade.
Ele não havia esquecido que era meu aniversário; ele simplesmente preferiu passar a noite com ela.
Durante cinco anos, abandonei minha carreira brilhante em tecnologia para ser a esposa perfeita, apenas para ser descartada e humilhada por aqueles que eu mais amava.
Todo o meu sacrifício não passava de uma piada cruel, uma vida inteira dedicada a pessoas que não se importavam comigo.
Sem derramar uma única lágrima, fui até o escritório, tirei nosso acordo de divórcio da gaveta e assinei meu nome.
Deixei para trás a aliança, o armário de grife e comprei uma passagem só de ida.
A partir de hoje, eu não era mais a submissa senhora Carlisle, e sim Corinne Sargent, pronta para recuperar o meu império. Um acordo secreto com meu chefe bilionário
Gregory Ellington Madison Harper conhecia muito bem o caos que Alexander Knight deixava por onde passava.
Como assistente pessoal do CEO bilionário, ela já havia resolvido inúmeros escândalos, acalmado ex-namoradas e impedido que a vida privada desorganizada dele chegasse à sala de reuniões.
Porém, uma noite fatídica a levou para a cama de Alexander, e a dinâmica entre eles mudou drasticamente desde então: o que começou como um momento incontrolável se transformou em algo que nenhum dos dois conseguiu resistir.
Madison precisava de ajuda financeira para as crescentes despesas médicas da sua mãe, e Alexander ofereceu os recursos, com a condição de que ela se tornasse sua namorada por um ano.
Sem compromisso, sem sentimentos, apenas negócios.
À medida que os limites entre suas vidas profissionais e privadas se confundiam, a determinação de Madison começou a vacilar. Por trás do charme imprudente de Alexander, havia um magnetismo que a atraía mais do que ela jamais imaginou.
Quando ela começou a acreditar que poderia ser mais do que um "acordo", Katherine, o fantasma do primeiro amor perdido de Alexander, reapareceu, ameaçando destruir tudo o que eles haviam construído.
Será que Madison conseguiria proteger seu coração enquanto navegava nesse jogo de alto risco de desejo e engano? Ou esse relacionamento com seu chefe notoriamente imprudente lhe custaria mais do que ela estava disposta a perder? Substituta? Casei com o seu maior inimigo
Calder Wyck Madelynn dedicou três anos a Isaac, apenas para ser descartada no momento em que o primeiro amor dele voltou. Percebendo que não passava de uma substituta, foi embora sem qualquer arrependimento.
Todos esperavam que a vida de Madelynn desmoronasse, até que suas identidades ocultas chocaram o mundo.
A lendária mentora por trás de inúmeros prodígios, uma mulher admirada pelas elites globais, alguém que até líderes poderosos procuravam, muito além do alcance de Isaac...
Enquanto Isaac implorava desesperadamente por outra chance, Madelynn se casou com o maior rival dele, Dominick.
Ela revirou os olhos. "Por favor, pare de se iludir. Dominick é meu amor, meu querido, meu único e verdadeiro amor!"
Isaac a encurralou, o ciúme queimando nos seus olhos. "Madelynn, você só está fazendo isso para me irritar. Ainda se importa comigo." A Noiva Traída: Casando-se com o Tirano de Gelo
Sophia No nosso terceiro aniversário de noivado, comprei o relógio caro que meu noivo tanto queria.
Ele mandou mensagem dizendo que estava num treino de última hora, mas o rastreador do celular o entregou.
Dirigi até um mirante isolado e o peguei no flagra, balançando o carro com outra mulher.
Quando bati no vidro embaçado, vi que a amante era Sienna, a filha biológica dos meus pais adotivos.
Terminei tudo e vazei a traição para a mídia, mas o pesadelo estava apenas começando.
Em vez de me apoiar, minha família adotiva se virou contra mim com um ódio doentio.
Eles distorceram o passado, afirmando que foi Sienna quem salvou a vida do meu noivo anos atrás, roubando o meu único mérito.
Para proteger a imagem da filha perfeita, eles bloquearam minhas contas, sujaram meu nome e me expulsaram de casa no meio de uma tempestade.
Eu havia suportado anos de humilhação por aquela família, apenas para perceber que era uma mera ferramenta descartável.
Fiquei na rua, encharcada e sem um centavo, enquanto a dor da traição se transformava num ódio absoluto.
Foi então que um Bentley preto parou suavemente na minha frente.
O homem mais temido e poderoso de Nova York, o bilionário Blake Sterling, me estendeu a mão com um contrato.
"Seja minha esposa por dois anos, e eu te darei o poder para destruir todos eles."
Aceitei me vender para conseguir minha vingança, só não esperava que esse tirano implacável escondesse uma garotinha adorável, que olhou para mim e me chamou de mãe. Tarde demais para me reconquistar!
IReader Desde que Ryan a acolheu, Nicole tentou ser sensata e obediente, adaptando-se ao humor dele.
Embora Ryan a tivesse criado, ela nunca o viu como família, convencida de que acabariam se casando.
No dia em que ela fez vinte anos, pronta para confessar seus sentimentos novamente, a mulher que ele amava voltou.
"Nicole é apenas uma criança para mim. A única pessoa que amo é Olivia."
Ao ouvir isso, Nicole decidiu abrir mão e ir embora.
Mais tarde, no casamento dela, Ryan implorou: "Eu me arrependo, Nicole. Por favor, não se case com ele!"
Nicole manteve a calma. "Pode me soltar? Meu noivo não vai gostar disso." Casou-se com o Príncipe Estando Grávida
Haley Quando a viúva do irmão do meu marido deu à luz, toda a família a tratou como se ela fosse o centro do universo.
Eu pensava que o bebê era o filho póstumo do meu cunhado falecido. Mas então descobri que o pai da criança era o meu próprio marido, Lachlan. Ele usou seu esperma congelado para engravidá-la, alegando que a família inteira concordou com esse "procedimento clínico" para ajudá-la a superar o luto.
Todos conspiraram para me manter no escuro. Minha sogra me humilhava constantemente, me chamando de mulher estéril, enquanto Lachlan mal me tocava em três anos de casamento. Eu cheguei a fazer exames invasivos, achando que o problema era meu corpo. Até que recebi uma foto anônima dos dois abraçados intimamente em um hotel de luxo, muito antes da morte do irmão dele. Não houve transferência médica estéril, apenas uma traição suja.
Enquanto eu ia a uma clínica sozinha e usava as amostras dele em segredo para engravidar e salvar nosso casamento, ele estava no hospital mimando a viúva. Eu sacrifiquei minha carreira genial na tecnologia por um homem que me usou apenas como uma substituta conveniente.
Com a mente fria, rasguei meu exame de gravidez positivo e o joguei no lixo. Voltei para casa e exigi que ele transferisse uma cobertura de luxo para o meu nome.
"Considere isso um presente de aniversário," eu disse sorrindo.
Ele concordou, aliviado. Ele não sabia que os papéis do divórcio já estavam a caminho e que eu faria todos pagarem por cada mentira. Com juros. Rejeitada pelo meu ex, desejada pelo pai dele
Glitch Petal Após seis anos juntos, Joslyn foi abandonada antes do casamento, porque seu namorado preferiu o primeiro amor a ela.
Mas então, uma proposta inesperada surgiu, vinda de Connor, o pai adotivo do seu namorado. "Case-se comigo. Você terá tudo o que quiser e poderá se vingar dele."
Uma generosa mesada, recursos abundantes à sua disposição, um marido que praticamente nunca estava em casa, o puro prazer de esfregar seu novo status na cara do seu ex... Tantas vantagens!
Enquanto o ex implorava publicamente por outra chance, Connor a puxou para seus braços e olhou para seu filho. "Diga isso de novo e você estará fora da família para sempre."
Após o casamento, o homem distante que ela esperava se tornou possessivo.
A promessa de que cada um viveria sua própria vida? Uma completa mentira!
Noite após noite, ele voltava para casa, completamente obcecado por ela.
Por fim, Joslyn descobriu a verdade: Connor passou seis anos planejando tê-la para si! A ex-esposa brilhante
Janie Durante três anos, Christina se dedicava completamente à família sem reclamar, apenas para ser descartada pelo homem em quem mais confiava.
Pelo primeiro amor, seu marido a abandonou, fazendo dela motivo de chacota.
Após o divórcio, Christina revelou seus talentos há muito ignorados, surpreendendo a cidade inteira.
Ao perceber o brilho dela, o ex-marido se arrependeu. "Querida, me perdoe!"
Com um sorriso frio, ela cuspiu: "Cai fora."
Um magnata a envolveu em seus braços. "Ela é minha esposa agora. Guardas, tirem esse homem daqui!"
Por favor, papai
EliJa Aviso: Conteúdo para Adultos
"Conte-me todas as suas fantasias sexuais, minha princesa."
"Quero ser fodida, arruinada, sufocada e marcada até me tornar um caos de gemidos e lágrimas sem controle sobre os lençóis, papai."
O mundo de Grace desmoronou na noite em que descobriu que seu noivo era gay.
Embriagada, devastada e desesperada para esquecer, ela entrou no quarto de hotel errado e foi parar nos braços de Apollo Reed.
Ele era um homem irresistivelmente atraente, de coração gelado, com quarenta anos de idade — o dobro da idade dela.
Ele era tudo que ela nunca deveria querer, e tudo que ela nunca soube que precisava.
Porém, a realidade bateu forte na manhã seguinte, quando ela percebeu que o homem que lhe deu o primeiro orgasmo da vida era seu novo chefe.
Ela deixaria que ele a tomasse novamente?
Ele a agradaria até que ela estivesse tremendo, implorando e completamente dele?
Ou será que ela finalmente aprenderia que querer um homem como ele sempre tinha um preço?
"Boa menina. Agora, abre suas pernas."