Sue Stigler
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Livros e Histórias de Sue Stigler
Traída, Vingada, Amada Novamente
Moderno Minha tela ficou preta, e a voz fria de Pedro Almeida ecoou pelo escritório: "Luna Silva, você está demitida." Em choque, gaguejei: "O quê? Por quê?". Ele me acusava de falhar no projeto Vanguarda e, pior, de tentar sabotar Sofia, minha colega.
Sofia, de choramingos infantis a sorrisos maliciosos, a cada palavra, me apunhalava. João, meu colega de baia e suposto amigo, desviou o olhar quando lhe pedi que falasse a verdade, esmagando o último resquício de apoio.
Fui escoltada para fora como uma criminosa, humilhada sob a chuva. A dor da traição era física, uma pontada aguda no peito. Senti-me vazia, destruída, todo meu esforço em vão. A ingenuidade que eu carregava morreu naquela tarde chuvosa.
Voltei ao escritório para pegar minhas coisas, apenas para encontrar Pedro, Sofia e João brindando e zombando da minha queda. A satisfação em seus rostos, a celebração da minha ruína, era um soco no estômago. Sofia já estava construindo a narrativa da "amiga leal e solidária", manipulando a todos a seu favor.
Depois, veio o incidente do meu design "Íris", uma homenagem à minha mãe. Eles invadiram minha casa, e Pedro, com um sorriso cruel, ordenou que João jogasse o disco rígido na lareira. Vi minha criação, a memória da minha mãe, ser destruída em chamas.
A traição não foi um ato isolado, mas um veneno lento que me derrubou. Eu não entendia: o que fiz para merecer tal deslealdade? Por que, sendo eu a verdadeira idealizadora e criadora, fui descartada em favor de uma mentira e de manipulações tão sórdidas?
Naquele momento, olhando para o fogo, jurei que não seria mais a vítima. Aceitei o casamento arranjado, e ao lado de Gabriel Santos, na nossa festa de casamento, revelei publicamente a verdade, com provas irrefutáveis e o poder da minha família. Eles me subestimaram; agora, enfrentariam as consequências. O Relógio e a Traição
Romance Ricardo e Patrícia, parceiros na vida e nos negócios, construíram seu império tijolo por tijolo.
Um relógio de luxo no pulso de Leonardo, o estagiário, despedaçou essa ilusão.
Não era qualquer relógio; era o símbolo do amor deles, da empresa, do futuro que sonharam.
Patrícia, com um sorriso displicente, disse que o havia dado como um "presente" por ele ser "valioso", ignorando a fúria em seus olhos.
A cena dela rindo com Leonardo, enquanto exibia o relógio no escritório, era uma facada.
Mas o golpe final veio quando Ricardo a confrontou e ela, revirando os olhos, minimizou: "É só um relógio. Posso comprar outro pra você."
Sua voz baixa, carregada de fúria contida, a acusou: "Você deu o símbolo do nosso compromisso, da nossa empresa, para um estagiário que você favorece descaradamente?"
Ela respondeu com irritação, cruzando os braços: "Não tenho tempo para o seu ciúme! Temos uma empresa para administrar!"
A dor cortante de vê-la defender o garoto, o homem que ele via como ameaça, em detrimento do que eles construíram, foi insuportável.
Ele não entendia como ela podia desprezar o que ele tanto valorizava.
Ainda mais quando o relógio idêntico que ele usava era a prova do compromisso mútuo de um dia.
Mas a dor se transformou em uma frieza cortante, uma certeza sombria.
Se o tempo deles não significava mais nada para ela, então os sonhos que eles construíram juntos também não precisavam significar.
Naquela noite, a promessa dela de que "não aconteceria de novo" soou vazia.
Ricardo sabia que não seria mais a vítima. Ele tomaria o controle.
Ele não a amava mais. Ele não sentia mais nada além de um cansaço profundo.
Ele queria o divórcio. Os Segredos do Meu Ex-Marido Fraudulento
Romance No dia do nosso aniversário de casamento, meu marido, Pedro, não voltou para casa.
Em vez disso, recebi uma mensagem: "Ana está doente, preciso cuidar dela."
Meu coração já gelado se partiu ao ver a foto que Ana, sua "melhor amiga", postou: Pedro estava ao lado dela no hospital, segurando sua mão, com um olhar de preocupação que há muito tempo não via em mim.
A legenda dizia: "Obrigada por estar sempre aqui. Você é meu anjo da guarda."
Amigo. Que palavra irónica.
Quando ele finalmente voltou, exigiu minha simpatia, como se a noite anterior fosse uma "coisinha".
Eu disse: "Pedro, vamos nos divorciar."
Ele riu, me chamou de "louca", "egoísta", "dramática" e ameaçou: "Você não vai levar nada! Esta casa é minha, o carro é meu. Você vai sair daqui sem nada!"
Mas a gota d'água veio depois, quando ele tentou me manipular de volta, e o celular dele vibrou na mesa: "Estou com saudades. A cama parece tão vazia sem você."
Era Ana. A mentira estava exposta, nua e crua.
Não havia mais chances.
Como ele ousava me humilhar assim, me roubar e ainda por cima me fazer de louca?
Mas eu não me ajoelharia. Eu iria lutar.
Eles queriam jogar sujo? Eu mostraria a eles como se joga.
Eu encontraria todos os segredos dele. E ele pagaria caro. A Mentira no Coração do Hospital
Moderno Quando abri os olhos, o teto branco do hospital foi a primeira coisa que vi.
O meu marido, Pedro, estava ao lado da cama, descascando uma maçã.
A sua voz era suave, mas distante, ao anunciar: "Ele não sobreviveu."
O nosso filho, que eu carreguei por oito meses, estava morto.
A dor no meu peito era insuportável, mas o choque maior veio com a sua justificação.
Ele escolhera salvar o filho da ex-namorada, Eva, na sala ao lado.
"Porque é que não o salvaste?", as minhas palavras saíram como um sussurro quebrado.
Ele, médico, deixara o nosso filho morrer para proteger a carreira e a "escolha profissional".
Pedi o divórcio, mas ele e a minha sogra, Helena, chamaram-me "histérica" e "ingrata".
A mãe dele exultava com o "neto" – o bebé de Eva – enquanto o meu filho não tinha sequer um nome.
Pedro tentou comprar o meu silêncio com migalhas, com a sua arrogância a transbordar.
Sentia-me traída, descartada, com a vida que eu conhecia desfeita em pedaços.
Por que raios alguém faria algo assim, e ainda tentaria reescrever a história?
Existia alguma falha comigo? Alguma parte de mim era digna de tal desprezo?
A verdade era mais sombria do que eu imaginava; os seus próprios registos médicos tinham sido adulterados.
O Pedro não só abandonara o nosso filho, como também mentira para justificar a sua monstruosidade.
Mas não seria mais a mulher complacente que ele desposara.
Com o apoio do meu irmão, Tiago, e da minha amiga jornalista, Sofia, decidi.
"Eu já me arrependo", disse-lhe, "Arrependo-me do dia em que te conheci."
Desconectei-me daquele hospital e decidi que, se a verdade não servia para eles, serviria para mim.
E esta verdade viria à tona, custe o que custar. A Sertaneja Que Calou a Elite
Romance A liberdade da dança era tudo para mim naquele caloroso São João.
Mas uma bebida envenenada transformou meu sonho em pesadelo.
Drogada e desorientada, agarrei-me ao homem errado, o arrogante e frio Rafael, buscando salvação.
Em vez disso, recebi seu desprezo.
Pouco depois, fui arrancada do meu sertão, jogada em um mundo de luxo que não me pertencia: a mansão da minha família biológica em São Paulo.
Ali, minha "irmã" Isabella e minha "tia" Clara me aguardavam, prontas para me destruir.
Fui rotulada de "sertaneja vulgar", humilhada publicamente e acusada de tentar seduzir Rafael.
Meu noivado foi desfeito, minha reputação manchada.
Estava sozinha, cercada de inimigos.
Como sobreviver em uma jaula de ouro que me sufocava, onde cada passo era vigiado?
Minha única fuga era um fórum online, onde, como "Flor de Mandacaru", encontrei um refúgio intelectual.
Lá, minha alma se conectou com "ObservadorUrbano", um homem cuja mente me fascinava, mas escondia um segredo devastador...
Nosso encontro foi um choque: ele era o mesmo Rafael que me desprezava!
Mas não me curvaria.
Minha dança apaixonada, minha inteligência afiada e a verdade seriam minhas armas.
Lutarei não só pela minha reputação, mas para desmascarar as mentiras e, talvez, transformar o desprezo de um homem em algo mais profundo.
Será que uma flor do sertão pode florescer na mais inóspita das terras? A Mãe Que Recusou Ser Apagada
História O meu filho morreu no dia do seu primeiro aniversário.
Foi um acidente de carro. Eu estava ao volante, e ele na cadeirinha no banco de trás.
No hospital, ainda em choque, a minha sogra, Helena, arrancou o corpo frio do meu filho dos meus braços e gritou: "Assassina! Tu mataste o meu neto! Porque é que não foste tu a morrer?"
O meu marido, Léo, com o braço partido, abraçou a mãe e disse-me: "A Helena está apenas perturbada, Sofia. Não leves a mal."
Não levar a mal? Ele pediu-me para não levar a mal enquanto eu era acusada da morte do nosso filho.
Eles excluíram-me do funeral, enviando-me os papéis do divórcio pelas mãos da minha sogra, que me disse: "O Léo quer apagar-te. Não fazes parte dos planos."
Eu estava sozinha. Completamente sozinha, com o vazio no peito.
Mudei-me para Lisboa, reconstruí a minha vida e carreira do zero, mas a cicatriz da perda nunca desapareceu.
Agora, um ano depois, a Clara ligou-me com uma notícia chocante: o Léo e a prima dele, Joana, esperam um bebé.
Eles tinham seguido em frente. Tinham substituído o meu filho. Tinham-me substituído a mim.
Como ousavam construir uma nova família feliz sobre as cinzas da minha, como se eu e o Alex nunca tivéssemos existido?
Será que a verdade virá à tona? Serei apenas uma memória distante, apagada e culpada, ou Sofia encontrará a sua própria forma de justiça e paz? Você pode gostar
Ex-Esposa Abandonada: Agora Intocável
Marshall Wynne Minha filha de cinco anos morreu de pneumonia, segurando minha mão num quarto frio de hospital.
O pai dela, Grayson, não estava lá. Ele estava numa gala de caridade com a amante e o filho dela, sorrindo para as câmeras enquanto o coração de Effie parava de bater.
Quando liguei desesperada, recebi apenas um texto frio: "Em reunião. Pare de ligar".
Três dias depois, ele faltou ao enterro da própria filha. Sua assistente disse que era uma reunião de emergência, mas o Instagram da amante mostrou a verdade: eles estavam jogando golfe nos Hamptons. A legenda dizia: "Dia de saúde mental".
A dor foi insuportável. Queimei nossas fotos de casamento e tomei um frasco de comprimidos para acabar com tudo.
Mas a morte não veio.
Acordei com o som de música clássica e o cheiro de lírios caros. Eu estava de volta à festa de aniversário do filho da amante, exatamente um ano antes.
Vi Effie, viva, tentando alcançar um biscoito num canto, ignorada por todos. O choque e o alívio me fizeram cair de joelhos e chorar.
Grayson veio até mim imediatamente, sibilando para eu não fazer uma cena e cravando os dedos no meu braço com desprezo.
"Levante-se, você está nos envergonhando", ele rosnou.
Mas eu não era mais a esposa submissa e enlutada.
Com um movimento rápido de autodefesa que eu não usava há anos, torci o pulso dele e o joguei para trás.
Subi no palco, peguei o microfone e olhei para a elite de Manhattan e para a mulher que fingia ser mãe do meu enteado.
"Quero o divórcio", anunciei, minha voz ecoando no salão silencioso.
Peguei a mão de Effie e caminhei para a saída. Eles achavam que eu era apenas uma dona de casa inútil, mas não sabiam que a genial engenheira aeroespacial que projetou o jato da empresa deles acabava de despertar.
E eu ia levar tudo comigo. Renascendo dos Escombros: O Retorno Épico de Starfall
Su Liao Bao Zi Sangrando no volante do meu carro destruído, com a visão turva e o gosto de cobre na boca, usei minhas últimas forças para ligar para o meu marido.
Era a minha única chance de salvação nesta tempestade.
Mas quem atendeu foi o assistente dele, com uma frieza metálica:
"O Sr. Wilson disse para parar com o teatro. Ele mandou avisar que não tem tempo para a sua chantagem emocional hoje."
A linha ficou muda.
Enquanto os paramédicos me arrastavam para fora das ferragens, vi na TV da emergência o motivo da "ocupação" dele.
Meu marido estava ao vivo, cobrindo sua ex-namorada, Gema, com seu paletó para protegê-la da mesma chuva que quase me matou. O olhar dele para ela era de pura adoração.
Quando voltei para a nossa cobertura para pegar minhas coisas, encontrei no bolso daquele mesmo paletó uma ultrassonografia com o nome dela.
Ao me ver, ele não perguntou se eu estava bem. Ele me chamou de "decoração quebrada", jogou um cheque em branco na minha cara e congelou todos os meus cartões de crédito.
"Você não é nada sem mim," ele disse, rindo com desdém. "Vai rastejar de volta em uma semana quando a fome apertar."
Ele achava que tinha se casado com uma esposa troféu inútil e dependente.
O que Arpão não sabia é que a "decoração" tinha uma vida secreta. Eu sou Starfall, a lenda anônima da dublagem, com milhões escondidos em contas offshore que ele nem sonha que existem.
Limpei o sangue do rosto, peguei meu microfone profissional e caminhei até o estúdio da empresa dele.
Não para pedir desculpas.
Mas para roubar o papel principal do filme que a amante dele desesperadamente queria, e destruir o império deles com a minha voz. A escolha do destino
Lila Rivers Sophie assumiu o lugar de sua irmã e se casou com um homem conhecido por sua aparência desfigurada e passado vergonhoso.
No dia do casamento, a família de seu noivo até rompeu relações com ele, tornado-o motivo de chacota de toda a cidade.
Enquanto todos esperavam para ver a ruína dos dois, a carreira de Sophie prosperou, e o amor deles só se aprofundou.
Mais tarde, durante um evento de grande destaque, o CEO de um conglomerado tirou a máscara, e todos descobriram que ele era o marido de Sophie!
***
Adrian não tinha interesse em seu casamento arranjado e se escondia atrás de um disfarce na esperança de que sua esposa desistisse dele.
Porém, quando ela tentou se afastar, ele entrou em pânico e pediu: "Por favor, Sophie, não vá. Um beijo, e eu farei qualquer coisa por você." Seu brilho fala por si
Cherish Elliana, desfavorecida da família por causa da aparência fora do padrão, sempre sofria humilhação da meia-irmã, Paige.
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Enquanto todos se perguntavam por que o CEO escolheu Elliana e esperavam que ela fosse descartada, a garota surpreendeu a todos ao revelar suas identidades: médica milagrosa, magnata das finanças, especialista em avaliação de empresas, gênio da IA...
Quando aqueles que a maltrataram se arrependeram amargamente e imploraram por perdão, Cole postou uma foto de Elliana sem maquiagem, criando um alvoroço geral.
"Minha esposa não precisa da aprovação de ninguém."
Uma segunda chance com meu amor bilionário
Arny Gallucio Rena conheceu Waylen quando estava bêbada uma noite. Ela precisava da ajuda dele, enquanto ele se sentia atraído pela beleza dela. Assim, o que deveria ser apenas uma noite acabou se tornando algo sério.
Tudo estava indo bem até que Rena descobriu que o coração de Waylen pertencia a outra mulher.
Quando o primeiro amor de Waylen voltou, ele parou de voltar para casa, deixando Rena sozinha por muitas noites. Ela aguentou até receber um cheque e uma nota de despedida um dia.
Para surpresa de Waylen, Rena tinha um sorriso no rosto ao se despedir dele. "Foi divertido nesse tempo, Waylen. Que nossos caminhos nunca se cruzem novamente. Tenha uma boa vida."
No entanto, seus caminhos se cruzaram novamente. E desta vez, Rena tinha outro homem ao seu lado.
Os olhos de Waylen ardiam de ciúmes e irritação. "Como você conseguiu seguir em frente tão facilmente? Eu pensei que você amava apenas a mim!"
"Palavra-chave, amava!" Rena jogou o cabelo para trás e retrucou. "Há muitos outros homens por aí, Waylen. Além disso, foi você quem pediu o término. Agora, se quiser namorar comigo, terá que esperar na fila."
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Waylen apareceu novamente, se ajoelhou e disse: "Posso ter prioridade, Rena? Ainda quero você." Sete anos uma tola, um dia uma rainha
Stella Montgomery Todos sabiam que Kristine amava Colton, mas o coração do homem estava preso a uma mulher em outro país - alguém com quem ele passava a maior parte dos dias, agora grávida de seu filho.
Mesmo assim, Kristine ainda o pediu em casamento e ele aceitou.
Porém, no dia do registro de matrimônio, ele nunca apareceu, pois seu verdadeiro amor voltou.
Após sete anos de dedicação leal, Kristine finalmente desistiu e deixou a cidade.
Colton não se importou com isso até vê-la no cartório, de braços dados com outro homem, e o rosto do orgulhoso CEO ficou pálido imediatamente.
Ele foi atrás dela, tomado pelo desespero. "Desculpe. Por favor, me dê outra chance."
Ela retrucou: "Você pode parar? Já estou casada." Não Mais a Sra. Cooley: O Retorno da Arquiteta
Sandra Fui ao cartório buscar uma cópia da certidão de casamento para a auditoria do fundo fiduciário do meu marido, achando que era apenas uma burocracia.
O funcionário me olhou com pena e soltou a bomba: "Não há registro. O documento nunca foi devolvido. Legalmente, a senhora é solteira."
Tentei argumentar, mostrando as fotos da nossa cerimônia luxuosa no Plaza, mas meu celular vibrou na hora errada.
Uma notificação de álbum compartilhado apareceu na tela: "Nosso Segredinho".
Ao abrir, meu sangue gelou. A primeira foto era da minha melhor amiga, Brylee, segurando um teste de gravidez positivo na varanda da nossa casa de férias.
Logo abaixo, uma mensagem de texto do meu "marido", Gray: "Feliz aniversário de três anos, amor. Assim que o dinheiro do fundo cair na conta hoje, acabamos com essa farsa. Aquela estéril vai sair sem nada."
A náusea me atingiu. Tudo se encaixou.
Os três anos eram o prazo exato para ele acessar a herança. Eu não era uma esposa; eu era um adereço temporário. Eles não registraram o casamento de propósito para me descartarem sem divisão de bens assim que ele pegasse o dinheiro.
Eu deveria estar quebrada. Deveria estar chorando na calçada.
Em vez disso, peguei meu batom vermelho sangue e o apliquei com precisão cirúrgica.
Entrei num táxi e, quando o motorista perguntou o destino, não dei o endereço de casa.
Dei o endereço do maior inimigo comercial da família Cooley.
Se eu não sou a Sra. Cooley, serei o pior pesadelo deles.