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Viola

4 Livros Publicados

Livros e Histórias de Viola

Viúva do Herói, Justiça no Coração

Viúva do Herói, Justiça no Coração

Máfia
5.0
A morte de Marcos, meu marido policial, deixou um buraco negro no meu mundo. Eu me vi sozinha com nossa pequena Clara, tentando preencher seus dias com cores. Mas a fantasia dela se tornou perigosa. Primeiro, foi Léo, um menino da escola, que tentou pular de um muro. Ele disse que o "Amigo Sombra" mandou. Depois, Clara sussurrou para mim: "Mamãe, hoje brinquei com meu amigo novo: Amigo Sombra." Um arrepio gelou minha espinha. Ela o descrevia como uma figura alta e sem rosto, com olhos que brilhavam no escuro. A diretoria da escola descartou como imaginação infantil. Mas os incidentes se multiplicaram. Outras crianças começaram a mencionar esse "Amigo Sombra". Ele as convencia a fazer coisas perigosas. O pavor virou realidade quando encontrei Clara no telhado. Ela estava com os braços abertos, pronta para pular. "O Amigo Sombra disse que se eu pular, o papai vai me pegar no céu." Eu a salvei a tempo, mas o choque foi indescritível. A descrença dos outros pais me isolava, me tratando como uma mãe histérica. Até que Sofia, uma colega de Clara, morreu em um "acidente". Meu coração de mãe sabia que não era acidente, era obra do "Amigo Sombra". A polícia tratou como fatalidade, mas encontrou um estranho boneco. Aquele nó… Marcos tinha me ensinado aquele nó. Um nó de fuzileiro, usado por militares. Percebi que não era um fantasma, nem imaginação. Era alguém real, ligado ao passado do meu marido. A facção que o matou estava usando nossas crianças. Eles caçavam nossa família. Não era mais sobre um amigo imaginário, era sobre vingança. Agarrei o pequeno objeto de madeira, a raiva me consumindo. Eu descobrirei quem está por trás disso.
Assinando o Fim do Amor

Assinando o Fim do Amor

Romance
5.0
Minha mãe havia falecido há um mês, e o luto abriu um buraco no meu peito. Pedro, meu marido, o famoso jogador de futebol, estava mais preocupado em atender Larissa, sua ex-namorada, do que em me dar apoio. "Eu sinto muito. Mas o que você quer que eu faça? Pega um táxi. Me mantém informado", ele disse, desligando o telefone na minha cara, enquanto minha mãe agonizava no hospital. Naquela noite, a ficha caiu: eu estava completamente sozinha. De volta do funeral, Pedro jogava videogame no sofá, mal me olhando, enquanto eu voltava com as cinzas da minha mãe. Ele não notou minha dor, só se importou em me avisar que a Larissa tinha trazido um bolo – sempre ela. A humilhação atingiu o ápice quando Pedro decidiu cozinhar, pela primeira vez em cinco anos de casamento. Não para mim, mas para Larissa, que viera jantar porque seu cachorrinho estava doente. Meu marido jogava sal na minha ferida aberta, no meu luto. Eu só queria acabar com tudo, mas sabia que Pedro jamais assinaria o divórcio se soubesse o que era. Ele era orgulhoso demais para admitir o fracasso. Mas eu tinha um plano. Misturei os papéis do divórcio aos contratos de patrocínio que ele nunca lia, e o observei assinar, com sua letra grande e arrogante, enquanto falava com Larissa ao telefone, sorrindo. Ele estava tão cego pela outra que nem percebeu que, naquele instante, assinou o fim do nosso casamento. Ainda não havia notificação oficial. E a dor me corroía por dentro, a raiva me consumia. Como pude ser tão invisível para o homem que jurei amar? Eu não queria vingança, queria justiça, e acima de tudo, minha liberdade. E então, minha jornada de libertação começou, silenciosa, mas implacável, onde cada gesto, cada palavra, seria um passo para a minha verdadeira independência.