Vivienne
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Livros e Histórias de Vivienne
O Ódio Dele, Minha Liberdade
Fantasia Eu morri no ano em que Pedro Henrique mais me odiava. Quando a funerária entregou minhas cinzas a ele, ele não demonstrou um pingo de tristeza. Pelo contrário, ele acariciou a urna com um sorriso lento nos lábios, dizendo: "Está suja demais. Ela deveria ser pulverizada, virar pó de verdade".
Com um movimento brusco, ele soltou a urna, quebrando-a em mil pedaços, espalhando minhas cinzas pelo chão frio da sala. Minha morte tinha sido na banheira, cortei meus pulsos e deixei o sangue escorrer. Naquele mesmo dia, ele recebeu a notícia com uma risada alta e descontrolada, celebrando minha partida.
Desde então, ele me insultou em meu próprio funeral, virando a urna e espalhando minhas cinzas ao vento na frente de todos, inclusive da minha família. Ele me torturou psicologicamente, destruindo sistematicamente a empresa da minha família, me forçando a assistir a ruína. Ele me chamava de assassina, comparando meu amor ao nojo que sentia por mim.
Eu, a alma de Ana Paula, assistia a tudo, flutuando como um fantasma, presa a ele. Minha inocência foi provada, mas a que custo? A verdade chegou tarde demais, eu já estava morta.
Mas a verdade que ele descobriu sobre a morte de Luana e a confirmação da minha gravidez o quebraram, lançando-o em um tormento de culpa. Ele buscou me encontrar, reconstruiu a empresa da minha família, cumprindo meu último desejo. E, no momento em que minha alma se esvaía, ele me viu, me abraçou e confessou: "Eu te amo, Ana. Eu percebi tarde demais. Eu te amo". A Fênix das Cinzas da Tragédia
Moderno Meu filho, o pequeno Tiago, nasceu prematuro. Por uma semana, agarramo-nos a cada batida do seu coração, com a irmã do meu marido, Eva, a pediatra-chefe, prometendo zelar por ele.
Mas quando o médico proferiu as palavras terríveis, o meu mundo ruiu. Pedro, o meu marido, parecia uma estátua fria, e Eva, a tia que devia estar lá, optou por uma "reunião importantíssima".
Em casa, entre os berços vazios, Pedro mentiu-me sobre dívidas da empresa. Depois apanhei-o a suplicar a Eva para vir, que ignorou a morte do sobrinho por um encontro com investidores para o seu centro de investigação.
A raiva borbulhou. Como podiam ser tão desumanos? Tão preocupados com a carreira e o dinheiro, em vez do luto do nosso filho?
Foi então que encontrei os extratos bancários: Pedro estava a desviar o dinheiro do meu pai, o meu dote de casamento, para Eva e este "projeto". Tudo se encaixou: eles roubaram-nos, não apenas o nosso futuro, mas até a dignidade da nossa tragédia.
Agarrei nos papéis e olhei para Pedro. "Eu quero o divórcio," disse, a minha voz uma lâmina fria. Já não era uma vítima. Ia lutar. O Boato Que Não a Quebrou
Moderno Estava a apresentar o projeto dos meus sonhos na Quinta dos Magalhães.
A minha voz firme falava sobre a paixão e a história dos azulejos do século XVIII.
De repente, Tiago Sá Pereira, o melhor amigo de Duarte de Magalhães, cortou-me com uma pergunta venenosa:
"Técnicas precisas? Ou a sua melhor técnica é encontrar um 'padrinho' rico?"
Um boato malicioso da universidade foi atirado para a reunião mais importante da minha carreira.
A humilhação foi pública e crua.
Fui despida de toda a credibilidade e removida do projeto, substituída pela invejosa Inês.
Depois, o meu chefe, Senhor Bastos, tentou vender-me a um cliente predador num bar, uma armadilha repugnante.
Vomitei num beco, a minha dignidade desfeita.
Porque é que esta mentira antiga me perseguia com tanta força?
Porque é que Duarte de Magalhães, que me humilhou anos antes, assistia a tudo sem mover um músculo?
Eu era uma profissional talentosa, não a oportunista que pintavam.
A injustiça queimava-me a alma.
Sem escolha, e com o predador a aproximar-se, entrei no Bentley escuro de Duarte.
Qual seria o preço para a minha "salvação" desta vez?
E como escaparia eu deste inferno, sem perder a minha alma? Você pode gostar
A Luna Rejeitada
PR "Eu, Erika Blackwood, me apresento diante de você, Alexander Robertson, com um coração pesado. Aqui, eu te rejeito como meu companheiro. O laço que uma vez compartilhamos se tornou frágil, e minha alma anseia por um caminho diferente. Que você encontre consolo no amor de outro, e que ambos encontrem a felicidade que procuramos."
Alexander não disse uma palavra e me olhou.
Mas ele se recusou a aceitar.
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Erika Blackwood é a próxima Alpha na linha de sucessão da matilha Ironclaw. Ela esconde sua identidade e se torna a companheira do Alpha da matilha Moonforest, Alexander Robertson.
Três anos se passaram, mas Alexander ainda não está disposto a esquecer seu amor de infância.
Erika é maltratada e eventualmente difamada pela mesma paixão de infância.
Agora, ela deixa essa humilhação e volta para sua matilha, jurando vingança contra aqueles que a machucaram.
Todos esperavam que ela voltasse e implorasse, mas o que acontece quando eles percebem que a famosa matilha Ironclaw, que iria ajudar na guerra dos renegados, era governada por uma mulher chamada Erika Blackwood.
Agora, seus antigos companheiros a querem de volta. Outros Alphas desejam essa mulher...
Mas ela aceitará algum deles?
Ou ela permanecerá independente para sempre?... A Confeiteira da Revanche
Ren Ping Sheng O cheiro de antisséptico no hospital se tornou o lembrete constante de uma nova e dolorosa realidade: meu irmão, Lucas, paralisado na cama.
Em uma vida passada, este foi o momento exato do meu desespero, quando aceitei qualquer ajuda para curá-lo, inclusive a oferta da poderosa família Silva.
Meu dom era único – minhas sobremesas podiam curar – e a filha deles, Clara, que não andava, era a promessa de cura para Lucas.
Eu acreditei neles, curei Clara, mas a promessa era uma mentira cruel: eles me descartaram, destruíram minha vida e garantiram que Lucas nunca recebesse o tratamento de que precisava, levando-o à morte e, logo depois, a mim, em um mar de arrependimento.
Mas agora, no mesmo hospital, com Lucas ainda pálido, o toque do meu celular e o nome "Beatriz Silva" na tela me trouxeram uma certeza fria: desta vez, eu não seria a garota ingênua; eu recusaria, e o jogo cruel deles não se repetiria. Ladar - Sangue & Sacrifício - Série a Ascensão dos Heróis - Livro 1
Sebastian Pereira Setecentos anos antes de Sangue & Honra.
Em um mundo onde a lua ilumina um terreno de trevas e traições, Calum Fireblade emerge das profundezas da Floresta Sufocante. Criado como um simples caçador, o destino o leva a um caminho de sangue e glória quando sua vida é devastada por uma traição inimaginável. As sombras dançam ao redor de Calum, e os corvos, espiões da noite, observam seus passos enquanto ele se transforma de um jovem perdido em um guerreiro temido.
Nas cortes traiçoeiras e nos campos de batalha ensanguentados, alianças são formadas e quebradas com a mesma rapidez de um golpe de espada. Amores proibidos florescem e murcham, enquanto o poder corrupto se esconde em cada esquina. Calum deve navegar por um labirinto de conspirações e segredos sombrios, onde a verdade é uma moeda rara e a confiança pode ser fatal.
Enquanto tempestades de magia antiga e vingança implacáveis varrem a terra, Calum descobre um poder adormecido dentro de si, um legado ancestral que pode mudar o curso de sua vida e do mundo ao seu redor. "Ceifador da Lua" tece uma tapeçaria complexa de personagens inesquecíveis e destinos entrelaçados, onde cada decisão pode selar o destino de reinos e a sobrevivência de almas.
Neste épico de traição, paixão e guerra, a linha entre herói e vilão é tênue, e a batalha pelo poder nunca termina realmente. Calum Fireblade é mais do que um homem; ele é uma força da natureza, destinada a deixar um legado indelével nas páginas da história. Da Ruína à Noiva Bilionária
Blue Meu pai criou sete órfãos brilhantes para serem meus potenciais maridos. Durante anos, eu só tive olhos para um deles, o frio e distante Damião Paiva, acreditando que sua distância era um muro que eu só precisava derrubar.
Essa crença se estilhaçou na noite passada, quando o encontrei no jardim, beijando sua irmã de criação, Eva - a garota frágil que minha família acolheu a pedido dele, aquela que eu tratei como minha própria irmã.
Mas o verdadeiro horror veio quando ouvi os outros seis Bolsistas conversando na biblioteca.
Eles não estavam competindo por mim. Estavam trabalhando juntos, orquestrando "acidentes" e zombando da minha devoção "estúpida e cega" para me manter longe de Damião.
A lealdade deles não era a mim, a herdeira que segurava o futuro deles em suas mãos. Era a Eva.
Eu não era uma mulher a ser conquistada. Eu era um fardo tolo a ser administrado. Os sete homens com quem cresci, os homens que deviam tudo à minha família, eram um culto, e ela era a rainha deles.
Esta manhã, entrei no escritório do meu pai para tomar uma decisão que queimaria o mundo deles até as cinzas. Ele sorriu, perguntando se eu finalmente havia conquistado Damião.
- Não, pai - eu disse, com a voz firme. - Eu vou me casar com Heitor Bastos.