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Xiao Xiao Su

4 Livros Publicados

Livros e Histórias de Xiao Xiao Su

Noiva Abandonada, Mulher Libertada

Noiva Abandonada, Mulher Libertada

Romance
5.0
O salão de festas estava perfeito. Flores brancas e o cheiro doce. Meu vestido custou mais que um carro, meu cabelo estava impecável. Era o dia do meu casamento. "Pedro, você aceita Maria como sua legítima esposa...?" Pedro ficou em silêncio. Um, dois, vários segundos. Ele não olhava para mim, sua noiva. Olhava para Sofia, minha melhor amiga e madrinha de honra. Então, na frente de todos, ele se virou para Sofia e a beijou. Um beijo longo e profundo. Meu mundo desabou. O buquê caiu, espalhando pétalas. Pedro se afastou de Sofia, confuso, e disse: "Maria... eu... eu me confundi." "Eu te confundi com a Sofia." A humilhação era insuportável, mas uma frieza estranha me preencheu. Peguei uma rosa do chão e minha voz saiu assustadoramente calma: "Se você o queria tanto, poderia ter me dito. Não precisava esperar o dia do meu casamento para roubá-lo." Sofia fingiu chorar, mas seus olhos brilhavam com triunfo. Pedro a abraçou, defendendo-a. "Maria, já chega! Não vê que ela está mal? Não faça uma cena." Naquele instante, todo o meu amor por ele virou cinzas. Minha mãe me olhava com raiva, preocupada com a festa, o negócio. Os pais dele calculavam os prejuízos. Ninguém se importava comigo. Rasguei o véu da cabeça. "Você tem razão, Pedro. Não vou fazer uma cena." Eu não ia fazer uma cena, mas não seria mais a Maria submissa. Eu me virei e fui embora, deixando para trás o pesadelo público, mas levando comigo a certeza de que estava livre.
O Tsunami do Coração Partido

O Tsunami do Coração Partido

Moderno
5.0
A memória do meu pai me atormentava, eu, Luana, cuidava do meu irmão Pedro e da nossa casa de praia, o único legado que ele deixou. Mas Pedro, tomado pela dor e rebeldia, caiu nas mãos de Rael, um homem sem escrúpulos que via nele apenas um meio para competições ilegais e perigosas. Quando tentei intervir, implorando para que Rael deixasse meu irmão em paz, fui confrontada e humilhada de forma brutal. Ele me olhou de cima a baixo, rodeado por seus capangas, rindo da minha súplica. "Cuida da sua vida, Luana. O garoto sabe o que quer. Ele quer ser um campeão, não um fracassado como o pai dele, que nem do mar soube voltar." Aquelas palavras me atingiram como um soco, queimando meu rosto de vergonha e impotência, enquanto Pedro, cego pela promessa de glória, assistia em silêncio. Naquela noite, a ameaça de Rael de tomar nossa casa ecoava em minha mente, e em desespero, me apeguei à lendária rede de pesca do meu pai, levando-a até a praia. Lá, sob a luz da lua, Rael e seus homens surgiram, zombando da minha dor e decididos a queimar o último símbolo da memória do meu pai. De repente, o mar, antes calmo, recuou de forma assustadora, e uma onda gigantesca, um verdadeiro tsunami, surgiu no horizonte. O pânico tomou conta de todos, mas meu instinto me fez agarrar a rede, e surpreendentemente, ela se tornou um escudo, protegendo Pedro e a mim da fúria da água. E assim, em meio à devastação, as autoridades prenderam Rael e sua gangue, e a rede de pesca do meu pai, antes uma relíquia, se tornou um símbolo de resistência e proteção. Mas essa foi apenas a primeira batalha em minha jornada de libertação. Eu havia sacrificado meus sonhos e a herança de minha mãe para ajudar Rael a construir seu negócio, apenas para descobrir que ele me traía financeiramente com Clara, uma outra mulher. Com raiva e determinação, cortei o acesso dele ao dinheiro e, usando uma procuração que ele assinou sem ler, vendi a casa que compartilhávamos. Quando o encontrei com Clara na minha antiga casa, eles tentaram me humilhar, mas eu, com uma calma assustadora, revelei a venda do imóvel, fazendo o mundo de Rael desabar. A fúria de Rael se voltou contra Clara, e o castelo de mentiras deles começou a ruir, mas ele, sem saber, ainda tentaria se aproveitar de mim. Ele tentou me manipular com arrependimento falso, mas eu, agora forte, rejeitei suas lágrimas falsas e o abandonei à sua própria sorte, deixando-o sem nada. A empresa de Rael desmoronou, e ele, falido e abandonado por Clara, veio até minha porta implorando por ajuda. Eu, porém, o observei com indiferença, fechando a porta na cara do homem que um dia me dominou. Ele voltou no dia seguinte, tentando me abalar com lembranças, mas revelei o recibo da joia, provando sua mentira, e finalmente o deixei para trás. Rael e Clara acabaram presos e falidos, suas vidas destruídas pela própria ganância, e eu, Luana, finalmente comecei a construir minha nova vida, livre de sua sombra.
O Diário Secreto da Amante Proibida

O Diário Secreto da Amante Proibida

Romance
5.0
Sete anos. Esse foi o tempo que passei secretamente apaixonada por Hugo Acosta, o herdeiro bilionário que me tinha como sua assistente pessoal e amante "temporária" enquanto a sua "verdadeira" namorada, Nicole, estava fora do país. A minha mãe implorava para eu voltar para o Alentejo e arrumar um marido. A minha ilusão desmoronou-se num instante. Uma mensagem da "minha melhor amiga", Nicole Cullen – a mulher que Hugo realmente amava – chamou-me à penthouse dele. "Jodi, estou na penthouse do Hugo. Tenho uma surpresa para ti." A "surpresa" foi um tapa violentíssimo. Nicole, com um sorriso sádico, gritou pela casa: "Sua cabra! Como te atreveste a dormir com o meu homem?" Quando Hugo chegou, o meu coração gelou. Ele não me defendeu. Pior. Com um olhar frio, disse: "Jodi, nunca te passou pela cabeça que para mim tu eras apenas uma descarga? Uma forma de passar o tempo enquanto a Nicole não voltava? Eu nunca senti nada por ti." Seguranças rasgaram o meu vestido, atiraram-me para a rua, enquanto Hugo consolava Nicole. Como pude ser tão cega? Tola! Era apenas um acordo temporário. Uma "compensação" de 50.000€ pelo meu tempo e "serviços". Mas o pesadelo estava longe de acabar. Um vídeo da minha humilhação vazou. Fui novamente pisoteada, desta vez publicamente. E, no ponto mais baixo, ele ofereceu-me uma promoção… depois de Nicole me fazer ajoelhar na entrada da empresa, para todos verem. Será que ele ainda tem uma centelha de humanidade, ou tudo não passou de um jogo cruel? Atingi o meu limite. Chega. Agora, vou desaparecer e recomeçar, para sempre.