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2
Capítulo

Num mundo aonde existe 3 reinos cada um com suas raças e cada um com grave problema que poderia colocar o mundo em risco. A névoa que Devora e leva tudo que toca , será que Cealena poderá ajudar seus amigos e descobrir o seu passado?

Capítulo 1
O Cervo

A aldeia estava com um ar fúnebre, com a morte das pessoas que aviam sido levadas pala nevoa. Só se falava nisso, nas últimas semanas, todos assustados com medo de ser o próximo a ser levado.ninguém sabe ao certo o que e a nevoa ou de onde ela veio, só se sabe que ela tem devorado vários vilarejos e seres. No orfanato não se falava nesses assuntos, não que elas não queriam nos assustar era mais por medo, como se isso fosse atrair o mal para nos não creditava muito nessas bobagens.

Eu e Jásper somos os responsáveis por caçar, não somos bons caçadores mas não somos tão ruins, conseguimos pegar algumas presas, algumas vezes coelhos outras raposas e raras vezes javalis, se tivéssemos sorte. Naquele dia fomos caçar para a janta, colocamos nossos casacos surrados, mas quentes o bastante para- -não morrermos de frio, colocamos umas botas velhas que aviamos conseguido comprar com o dinheiro que avia sobrado apos vender algumas peles.calças de legue simples com um forro quente.saímos do orfanato ao anoitecer.

Fomos para a floresta que ficava perto do vilarejo, já estávamos tão acostumados de entrar e sair daquela floresta que aviamos feito uma trilha, uma passagem de ida e volta. Nôs escondemos nôs arbustos, eu de um lado e Jásper do outro nos olhando e atentos para qualquer coisa que pudéssemos ver dês dos sons dos galhos se debatendo pelo vento frio e cortante ate o som da neve se amontoando aonde tínhamos deixado pegadas. Eu ouvira um barulho mais ao fundo da floresta. Mandei um sinal quieto para Jásper, e ele respondera em seguida, fomos em direção ao som que aumentava mais e mais ate que avistamos um cervo grande o bastante que daria para uma semana. O suficiente para que não nos preocuparmos em caçar.

Avistei Jásper e ele já com a faca na mão e eu já com uma flecha preparada para atirar no animal desavisado. Nos dois já nos aproximávamos devagar, com o máximo de silêncio possível para não assustar o animal . Quando já estávamos perto o suficiente para atacar, mas sem que o cervo nos percebesse. Eu arrumava a flecha com o Maximo de silencio possível, estava com o arco e a flecha preparadas, com o animal na mira iria atirar bem em sua espinha lhe daria uma morte rápida e sem dor.

- Com a mira bem posta puxei a flecha ate minha bochecha congelada, meus lábios já machucados pelo frio sentindo minha respiração. Soltei a flecha, ao contar de três, quando soltei o arco o a flecha atingiu o cervo que caiu no chão já sem vida. Fui em direção ao animal caído, removi minha flecha com o sangue do animal por um segundo senti um pouco de repulsa pelo sangue. E por um segundo eu conseguira ver a vida desvaira do cervo . Mas era necessário para sobreviver.

Jásper se aproximava guardando sua faca de tamanho médio a lamina reluzia o branco do chão coberto de neve, o punhal era de metal com um entalho de um lobo. Me trazia uma sensação nostálgica e ao mesmo tempo de medo. A faca de caça que avia ganhado de seu pai antes dele e sua família serem pegos pela névoa, ele não mencionava muito a sua família.

Jásper pegou o cervo pelas pernas e o colocou em suas costas. Voltamos devagar para o orfanato, e alerta o bastante para ter a certeza de que nada nos ávia seguido pelo cheiro de sangue que escorria do cervo e caia na neve macia, E por Jásper que carregava o animal pesado... eu estava já sucumbindo ao reclamar de meu corpo já com o estômago vazio por não ter comido nada naquela manha, alem de sentir ate meus ossos sendo congelados pelo frio daquela noite.

Avia dado minha comida para as crianças do orfanato elas estavam com mais fome do que eu, avia acabado nossa carne e algumas verduras naquela manha. Saindo da floresta já na metade do caminho eu já pensava nas formas de fazer a janta nesta noite... já pensava no ensopado de cervo e no quanto poderíamos comer, já pensava em como iriamos secar a carne para os próximos dias.

Já na frente do orfanato, demos a volta e entramos pela porta já velha de madeira e rangendo de trás da casa , que daria direto a cozinha. Ao chegar colocamos o cervo em cima de uma mesa de madeira antiga com uma perna bamba, mas boa o bastante para aguentar o peso do animal. Jásper soltou o cervo na mesa que fez com que a messa já velha tremesse e que fizesse com que os pratos perto balançassem com o peso do animal sendo solto.

As irmãs já na porta da cozinha que dava acesso à sala de jantar, uma sala com pouca iluminação com uma mesa que dava para seis a sete pessoas, janelas pequenas com molduras de madeira já gastas - as paredes tinham um tom de verde já desbotado com partes já descascadas, o piso era de madeira velha com partes que rangiam quando pisadas. Jásper já cansado subiu ate seu quarto, dava para ouvir o ranger da madeira já velha a cada passo que dava já era algo comum de se ouvir com aquela casa velha.

Depois de dele já ter ido ao seu quarto comecei a limpar o cervo ... removi a pele separei a carne e a cortei em pedaços para as semanas seguintes, quando terminei de cortar separar e guardar deixei espaço para as irmas que já prepararam tudo para a janta daquela noite.

Enquanto atravessava o corredor para subir as escadas encontrei Leia conversando com as crianças. Ela e a mais nova entre eu e Jásper ela sempre foi boa com elas diferente de mim , eu não agüentaria nem um segundo conhecendo e sabendo como elas não podem ficar paradas por um segundo. . Subi para o meu quarto com meus braços e pernas enrijecidos pelo frio e pela dor de não ter conseguido descansar naqueles últimos dias.

Chegando abri a porta do quarto, dentro dele avia duas camas simples com pernas de ferro ,um armário com gravuras entalhadas na madeira eu as avia entalhado para leia ela me pedira uns anos atrás , pois ela achava muito morto o armário. avia também uma mesa com penas e papel. Também alguns bichinho de madeira que Jásper avia entalhado pra Leia.

Após ter me trocado e colocado roupas limpas desci para a sala de jantar. Me sentei na cadeira do lado de Leia, ficava perto da porta para a cozinha. Do lado direito da mesa, após terem arrumado a jata todos se sentaram para orar aos deuses. eu nunca acreditei neles , se eles realmente existissem então porque aviam nos deixado com esta coisa que nos devora e nos mata?.

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