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SIN Yoonmin

Amor certo, Alfa errado

Amor certo, Alfa errado

Natalie Winter
"Diga-me, Violet, por que está gozando nos dedos do irmão da sua amiga, justo quando ela claramente precisa de você?" "Eu...", balbuciei. "Admita. Você gosta disso. Você quer isso." "Eu te odeio!", cuspi, o que só o fez abrir um sorriso. "Mentirosa", ele sussurrou enquanto lambia o polegar sem pressa, me fazendo estremecer. Saí do quarto em fúria antes que fizesse alguma besteira, como tentar bater nele, ou implorar para que ele me lambesse lá embaixo. Provavelmente os dois. --- Violet era a namorada dedicada de Nate por anos, mas ele colocou tudo a perder quando sua amiga de infância, Nicole, reapareceu. Numa reviravolta, Violet não o encontrou com Nicole, pelo contrário, acabou sendo acusada de traí-lo. De coração partido, ela foi embora, apagando cada memória de sua existência da casa e da vida dele. Querendo cumprir seu dever com sua matilha, tentou firmar uma aliança com o implacável Alfa Elijah, que não apenas salvou sua vida uma vez, como também prometeu dar-lhe tudo o que ela desejava. Mas e o preço que ela não tinha certeza se estava disposta a pagar...
Lobisomem Arrogante/DominadorMenino mauPoder feminino
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Violet

"O que a senhorita gostaria de pedir hoje, Violet?", a garçonete me perguntou com um sorriso educado.

Por quinze minutos, fiquei encarando Nate à minha frente, contando quantas vezes seu celular acendeu em vez de seus olhos encontrarem os meus.

O Alfa Nate era o Alfa da Matilha Uivo Noturno e o homem com quem eu me casaria em breve.

Esperei que ele encerrasse a ligação, que olhasse para mim.

Estávamos sentados no restaurante mais chique de Ashville e eu havia feito as reservas com semanas de antecedência em uma tentativa desesperada de reacender nosso relacionamento.

Eu havia me esforçado para me arrumar e cachear o cabelo, mas nada disso foi notado. A iluminação do restaurante fazia as lantejoulas do meu vestido brilharem levemente, e peguei meu reflexo no painel espelhado ao nosso lado.

Eu parecia... esperançosa, esperançosa demais...

"Vou esperar até ele estar livre", eu disse.

"Claro." A garçonete assentiu e se virou para atender aos outros clientes.

Brinquei com meu garfo enquanto olhava ao redor. A algumas mesas de distância de mim, um cara pediu a namorada em casamento em meio a uma explosão de aplausos. Desviei o olhar, piscando para conter o ardor nos meus olhos.

Meu olhar vagou distraidamente, examinando rostos, até que um movimento chamou minha atenção perto da cabine de canto.

A garçonete de antes estava conversando com um cliente.

Não, conversar era dizer o mínimo. Ela estava sorrindo de forma radiante, colocando o cabelo atrás da orelha como se tivesse esquecido de repente como as mãos funcionavam.

A voz dela era baixa, mas sua expressão dizia tudo. Ela estava nervosa e se esforçava muito para agir com naturalidade, mas não conseguia.

Curiosa, deixei meus olhos vagarem para o cliente com quem ela estava falando, um estranho sentado sozinho.

As bochechas dela ficaram rosadas e os olhos se arregalaram, seguidos por aquele tipo de risada que alguém dá quando não sabe mais o que fazer com toda a atenção de repente voltada para si.

O homem permanecia imóvel, relaxado em seu assento.

Sua postura não gritava arrogância, apenas uma confiança silenciosa, como alguém acostumado a ser observado... e que nunca precisava retribuir a energia.

O que quer que ele tivesse dito a seguir a fez congelar por um instante e então, na pressa para assentir e responder, o cotovelo dela esbarrou na bandeja.

O copo de água tombou.

"Ah. Oh meu Deus, desculpe!", ela arquejou e tentou pegá-lo, mas não conseguiu, e a água fria espirrou pela mesa, atingindo o paletó do homem.

Mortificada, ela procurou por lenços de papel, inclinando-se para frente para secar o peito dele, mas ele mesmo já havia feito isso.

O menor vislumbre de decepção cruzou o rosto dela, o que fez um leve sorriso puxar meus lábios.

Fofo, cativante... tudo o que a minha própria noite não era.

Então, infelizmente, ele olhou para cima.

Seu olhar colidiu com o meu, afiado e sem pressa. Ele não pareceu surpreso por me flagrar encarando.

E minha respiração parou por um momento enquanto a garçonete corria em direção à cozinha, com as bochechas queimando.

Nate escolheu esse exato momento para tirar os olhos do celular, seguiu minha linha de visão e enrijeceu. Seu maxilar ficou tenso, e ele murmurou baixinho, claramente acreditando que o estranho não podia ouvir.

"Você está olhando para ele? Logo ele? De todas as pessoas?" Nate zombou.

Sobressaltei-me levemente. "Eu... eu não estava."

Suas palavras foram leves, mas algo por baixo era inconfundivelmente... afiado. Ele estava sendo territorial.

E com ciúmes de um homem com quem eu nunca havia falado.

"Aquele filho da puta arrogante acha que o mundo lhe deve um pedido de desculpas apenas por existir. Uma garota doce como você não tem por que perguntar nada sobre ele."

Eu não havia perguntado nada, mas por um segundo ridículo, meu peito se aqueceu com as palavras "garota doce", mas no instante seguinte, minhas esperanças despencaram ao ver Nate se levantar do assento e gritar com uma voz eufórica.

"Estou esperando por você desde manhã!"

Nate correu em direção à entrada e abraçou a garota que acabara de entrar.

Ela era Nicole, a garota que ele idolatrava muito antes de eu aparecer.

Ela estava usando um vestido vermelho que deixava pouco para a imaginação, e Nate não perdeu um segundo: puxou-a para um abraço.

Não era à toa que ele esteve grudado no celular a manhã toda.

Ele a acompanhou até mim, sua mão descansando na base das costas dela, seu sorriso brilhante de um jeito que eu não via há meses, não direcionado a mim nem uma vez sequer.

"Violet, você se lembra da Nicole, certo? Ela acabou de voltar hoje. Não é incrível?"

Incrível não era a palavra que eu tinha em mente.

Assenti rigidamente. "Oi."

Nicole ofereceu o menor dos sorrisos e imediatamente voltou sua atenção para Nate, sua mão roçando o peito dele como se pertencesse àquele lugar.

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SIN - Um jogo de amor e sedução

SIN - Um jogo de amor e sedução

JulikaNesser
Eduardo é dono de um clube de erotismo e tem como regra nunca se envolver com nenhum visitante do local. Mas acaba perdendo a linha do raciocínio quando vê os olhinhos inocentes de Jade adentrarem o clube pela primeira vez.
Romance 18+EróticaModernoArmadilhaIdentidade ocultaCriminososMáfiaTeimosaDominante
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