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Eu, a Curvilínea!

Capítulo 5 Sugestões

Palavras: 1345    |    Lançado em: 22/11/2023

ante

ompo a ligação em que estou e me concentro em descobrir o motivo de sua histeria. -Como é que você p

as minhas canetas caia no chão com elas, criando um baru

r nada. Falar com ela como adultos acaba sendo mais difí

-Não pode pelo menos uma vez me deixar fazer o que é meu por direito? A empresa também é minha, eu sou o designer-

minha, pois possuo noventa por cento das ações e, portanto, posso tomar as decisões que achar necessárias no momento certo. Em terceiro lugar, sim, você é o Des

inha equipe não tem

o aos céus que me enviem um pouco ma

ões? -Pergunto depois de algumas aspirações. -N

com a testa franzida e os lábios franzidos

ante, especialmente porque em seu testamento ela me deu noventa por cento do total e os dez por cento restantes foram div

condescendente com eles sobre seus papéis aqui, os dois assumiram a

mais falar. -Eles são pessoas muito capazes, graduados com honras, têm ideias brilhantes e inovadoras que podemos aproveitar

, você não me disse que iria meter

a quarta vez neste ano que você procura profissionais para essa área, e o motivo é bem conhecido por v

Não quero trabalhar com esse tipo de

oas que apareceram hoje, pelo menos cinco são pessoas com ótimas referência

esmente a ignoro, volto para a mesa e começo a ler a primeira pasta e mostro a e

ginava, ela

tras experiências em empresas semelhantes e fez cursos de todos os tipos relacionados a design, mas

nos e, segundo ela, isso afeta os designs, que podem não ser tão atu

ar, ele tamb

esvai lentamente a cada minuto que tento fazê-la vol

ra pasta. Trata-se de um currículo totalmente escrito à m

ão de Luisa. Não pensei que, depois de tantos anos, isso teria esse efeito em mim, ter notícias

Ela se levanta e caminha

ontar ou deixar que ela descubra por si mesma que Lu

undo. Imagino que sua surpresa seja tão grande quanto a minha quando a vi hoje de

aquela gorda fedoren

mais uma vez, mas dessa v

al

que as pessoas vão pensar de nós, especialmente a imprensa, se descobrirem

a a ver com seu talento, basta ver os desenhos que ela fez e suas notas acadêmicas

rita tão alto que meus ouvidos doem. -É ela que você q

otice dela. Eu sabia que isso aconteceria, mas ainda tinha uma pequena esperança

uma coincidência, estou tão surpreso quanto você, mas precisamos deixar isso para trás e pensar com a cabeça fria. E

e fedorenta dela aqui? -Ela grita novamente, mai

sou eu quem está gritand

o a quero nem perto de mim, nem dos meus projetos, estou lhe avisando, Dante. Se v

aquela noite me dá

ou deixar que eles me manipul

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Eu, a Curvilínea!
Eu, a Curvilínea!
“"Alguma vez te disseram o quão repugnante você é?" Essa foi a frase que acabou com a pouca autoestima que me restava, que não era muita, levando em conta tudo pelo que havia passado desde criança; mas naquele momento, ela me derrubou completamente. Não é que eu a tivesse escutado pela primeira vez, na verdade, era bastante frequente onde quer que eu fosse ou com quem eu encontrasse, mas aquele dia acabou sendo um dos piores da minha vida, quando aquela cruel expressão saiu da boca da única pessoa que nunca me menosprezou. Parece que não foi suficiente para destruir minha vida e ela preferiu ter certeza, fazendo isso na frente de todos, na minha festa de aniversário de dezoito anos. Poderia haver algo mais vergonhoso do que isso? Bem, sim... As risadas e zombarias que se seguiram àquela triste e devastadora cena preencheram o espaço, tornando impossível respirar. Eu podia ver seus rostos cheios de desdém e satisfação pelo que havia acontecido, como se o maravilhoso plano tivesse sido um completo sucesso. Eu segurei firmemente meu vestido floral, o qual minha avó tinha comprado especialmente para essa ocasião. Dei alguns passos para trás, tentando me salvar da crueldade que irradiavam, mas tudo foi em vão quando minhas costas tocaram a parede daquele salão. Foi então que soube que era impossível escapar. Tudo o que aconteceu depois ainda me atormenta em minhas noites de sonhos, ou de insônia, conforme o caso. E sei que deveria me sentir melhor após dez anos, mas não é assim. Hoje, aos vinte e oito anos, continuo carregando dentro de mim aquela jovem insegura e desajeitada que todos zombavam, com a diferença de que agora consigo distinguir as pessoas que realmente me amam. Pelo menos era o que eu pensava, até nos encontrarmos novamente e tudo se repetir.”