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Mãe por acidente

Capítulo 5 No Starbucks

Palavras: 1774    |    Lançado em: 25/11/2023

endo por dentro devido à mordida violenta que Luck me deu. Meu corpo estava totalmente dolorido, especialmente lá em baixo. Com

ian e Alice. Claro, já era três horas da manhã. Respirei fundo e respondi rapidamente: Estou bem. Antes que me respondessem, meu celular desligou. Na verdade, até fiquei feliz por não precisar dar um monte de explicações. Vesti minha roupa e observei de novo o quarto, à procura de um bilhete, um cartão, ou qualquer coisa que ele tivesse deixado para explicar por que havia ido embora daquela forma. Foi o pior sexo da minha, foi o único e se todas as vezes fossem assim eu teria que definitivamente ser celibatária. Desci segurand

ter perguntado por mim. - A Ruiva histé

a de falar sobre as garotas que ele come. Engolindo o enorme caroço do caralho na min

uero ir embora. - Aviso Ele deu de ombros e continuou a

o gostosa, mas eu não posso te levar para casa. Perdi minha habilitação há uns anos. Eu me abraço, em um

ocê. - Ele sugere, provavelme

u agradeceria. Meu

cê lá embaixo. Eu não disse nada, mas ele me acompanhou assim mesmo. Mantendo uma distância segura e confortá

Eu vi você subir com Luck. Vergonha que eu nunca senti percorreu meu corpo, e eu sabia que não deveria sentir assim, Luck me tratou mal, me incitou a

ô bem.

s quando ele bebe, ele pode ser um pouco... - Ele segurou meu olhar

. Cheguei na entrada da escola e não me surpreendi em encontrar Vivian e Alice do

? - Vivian correu de encontro

sora acreditasse e não relatasse isso a sua mãe. Para Matheus falamos que você se sentiu mal e veio para cá antes de nós

tava? - Alice aproveitou

alguém. - A mentira f

até tarde... me

n formou um grande " O" de surpresa. Eu poderia explicar a história, mas estava

i de uma vez, encarando os olhos curi

ice semicerrou os olhos. -

arem, eu vou subir. Vivian e Alice se entreolharam e deram de ombros. A

anhã nos falamos. O imp

to. Haviam se passado pelo menos um mês e eu pratic

cabei desistindo quando recebi uma mensagem de Madeleine dizendo que me daria cerca de um mês para organizar as coisas e me mudar para lá, para que pudesse, enfim, me organizar para a faculdade. Eu, Vivian e Alice quase não nos falamos naquelas semanas, elas estavam muito ocupadas recebendo as respostas das faculdade e, como não mencionaram mais nada sobre a noite da nossa formatura, também optei por não comentar, não havia motivos para alarde, muito menos para ouvi-las dizendo que tinham me avisado, como se eu fosse uma criança. Estava meio decepcionada e envergonhada pelo rumo das minhas atitudes. Eu era conhecida pelas minhas amigas por ser equilibrada, ma

enquanto ela sorria. Foi então que percebi, ele a alisava descaradamente por baixo da saia. Pelo meu ângulo de visão, era claro oque estava acontecendo. O problema é que estávamos de dia em um local público e tinham inclusive crianças no estabelecimento. Porra! Só pode ser brincadeira. Eles não estavam mesmo "masturbando" em público. A raiva cresce dentro de mim, preciso de tudo em mim para não explodir. Eu já havia ouvido dizer que não há limites para os apaixonados, mas isso? Isso era imoral e decadente, o estabelecimento não estava cheio e a família com crianças, distraída demais para ver, mas eu estava vendo, e iss

ssustados com a intromissão, ele retirou

e com firmeza. Eles continuaram a me ol

que está falando - a mulher

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Mãe por acidente
Mãe por acidente
“- Eu acho que você é uma ótima atriz garota. - Ele da novamente aquele sorriso que me dá nos nervos. Mas todo mês uma puta como você me procura dizendo que está grávida de mim. É oque elas querem afinal? Um cara rico como eu, bonito, bem sucedido. Mas isso não vai acontecer, comigo e nem com você. É uma solução que você quer? Trinquei os dentes, revoltada com suas acusações. - Pode apostar que eu não queria isso de forma alguma. - disse com amargura. - Quer saber? - ele disse, passando por mim e esbarrando com turbulência. Voltou alguns minutos depois. - Aqui! - ele falou, folheando um grosso bolo de notas verdes juntas por um elástico e as jogando em cima de mim. Agarrei por reflexo. - O que isso significa? - Sua solução. Você disse que não queria isso. Bom, nem eu. Com esse dinheiro dá para você pagar um açougueiro por aí para tirar essa coisa. - Eu nunca disse que vou tirar o bebê - disse, reforçando a palavra bebê. Ele baixou a vista. Quando levantou, era aquele Luck violento que há tempos eu tinha visto. - Eu juro que, se você fizer qualquer coisa para me prejudicar... - ele disse, se aproximando. Dessa vez não me afastei, estava cansada de sentir medo. Olhei bem em seus olhos quando ele ficou cara a cara comigo. Luck sussurrou pausadamente: - Quem sabe? - Passou a mão na minha barriga lisa, não tirando os olhos dos meus. - Eu mesmo não tiro esse bebê daqui. Acidentes simples causam abortos o tempo todo. Estremeci com a frieza na sua voz. -Você nunca mais vai encostar um dedo em mim! - Afirmei, lutando contra as lágrimas, mas orgulhosa por minha voz não ter fraquejado. - Você não me conhece, nem um pouco! - Sua expressão permanece insensível e indiferente. Ele estala a língua no céu da boca. - Não tem ideia do que eu já fiz por muito menos. - Sua mandíbula lateja em fúria. - Eu sou capaz de qualquer coisa para me livrar de uma pedra no meu caminho.”