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Mãe por acidente

Capítulo 6 Um problemão

Palavras: 1461    |    Lançado em: 25/11/2023

me virando para Luck. - Luck... - sussurrei, olhando pa

ondeu em um tom grosseiro. Sua

estionei como se nós dois tivés

re nós. - Você a conhece, por acaso? Quem é ela? O que ela quer? -

choque tão grande para mim, que uma onda de vertigem me atingiu. Ele estreitou os olhos, fechando a boca e estalando o maxilar. Eu

Mas eu vejo, eu vejo o brilho escuro em sua

Em seguida, levantou da cadeira, deixando-me sozinha. Comecei a segui-lo, eu precisava de uma explicação. Saímos. Ele seguiu caminhando rapidamente na

acaso? Eu queria responder, mas estava assustada. O modo com que el

tentava apoiar meus dedos em sua mão para tirá-la de mim. Ele soltou o

abelos, andando de um lado para o outro. - Aquela ali é

ormatura... - disse, ainda rouca

, eu nem te conheço! Fica longe de mim e da minha noiva antes que eu entre com uma merda de restrição. Sua psicopata de merda. Olhei bem nos seu olhos, alisando meu

ir da minha vida. Apenas balancei a cabeça, ol

intenção te incomodar. - Baixei o ol

ppuccino que mal desceu ontem à tarde. Levantei devagar para ir ao banheiro. Quando me olhei no espelho, eu estava péssima, pálida, olhos inchados, nariz ainda vermelho e o pior, o pescoço marcado. Claramente marca de mãos. Aquilo fez meus olhos voltaram a se encher de lágrimas, era a prova do que tinha realmente acontecido. Passei a mão pela pele arroxeada e dolorida. Chorei baixinho enquanto lavava o rosto. Lembrar do que Luck havia me feito me trazia náuseas. Para tentar me distrair, fui mexer no Google, evitando ao máximo as redes sociais. Incrivelmente, fui parar em um blog que falava sobre síndrome de Estocolmo. E a parte que mais me surpreendeu foi que, diferente do que eu imaginava, a síndrome de Estocolmo não era uma característica apenas de pessoas sequestradas. Há uns anos atrás uma nova linha de estudos caracterizava a síndr

gola alta e atendi. Surpreendentemente eram Vivi

omentou, me olhando de cima a ba

Você sumiu sem dar notíc

u muito bem. Acho

da. Se quiser, podemos

as não é necessário. J

r nos dizer nada? - Alice come

al por causa da gripe. - Tentei não as enca

sso? Nós já sabemos. É impossível não perceber quand

, nunca imaginei que chegaria a esse ponto. Eu que

ugindo do Mateus. Ele vai acabar falan

ser bom para você. O que? Como assim? Pensei que elas estavam falando de Luck, mas elas achavam que eu estava m

, ligamos para Mateus ele disse que a havia deixado lá meia hora antes. Não quisemos criar alarde, então dissemos pa

um abraço de urso. - Mas podemos nos ver durante os finais de semana. Não precisa quase nos matar do coração. - Ela afrouxou o abraço e

mos aproveitar nossos dias juntas.

r arrastada! - Alice levantou

ouvidos quando elas gritaram, histéricas. Na hora do almoço, apenas belisquei a co

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Mãe por acidente
Mãe por acidente
“- Eu acho que você é uma ótima atriz garota. - Ele da novamente aquele sorriso que me dá nos nervos. Mas todo mês uma puta como você me procura dizendo que está grávida de mim. É oque elas querem afinal? Um cara rico como eu, bonito, bem sucedido. Mas isso não vai acontecer, comigo e nem com você. É uma solução que você quer? Trinquei os dentes, revoltada com suas acusações. - Pode apostar que eu não queria isso de forma alguma. - disse com amargura. - Quer saber? - ele disse, passando por mim e esbarrando com turbulência. Voltou alguns minutos depois. - Aqui! - ele falou, folheando um grosso bolo de notas verdes juntas por um elástico e as jogando em cima de mim. Agarrei por reflexo. - O que isso significa? - Sua solução. Você disse que não queria isso. Bom, nem eu. Com esse dinheiro dá para você pagar um açougueiro por aí para tirar essa coisa. - Eu nunca disse que vou tirar o bebê - disse, reforçando a palavra bebê. Ele baixou a vista. Quando levantou, era aquele Luck violento que há tempos eu tinha visto. - Eu juro que, se você fizer qualquer coisa para me prejudicar... - ele disse, se aproximando. Dessa vez não me afastei, estava cansada de sentir medo. Olhei bem em seus olhos quando ele ficou cara a cara comigo. Luck sussurrou pausadamente: - Quem sabe? - Passou a mão na minha barriga lisa, não tirando os olhos dos meus. - Eu mesmo não tiro esse bebê daqui. Acidentes simples causam abortos o tempo todo. Estremeci com a frieza na sua voz. -Você nunca mais vai encostar um dedo em mim! - Afirmei, lutando contra as lágrimas, mas orgulhosa por minha voz não ter fraquejado. - Você não me conhece, nem um pouco! - Sua expressão permanece insensível e indiferente. Ele estala a língua no céu da boca. - Não tem ideia do que eu já fiz por muito menos. - Sua mandíbula lateja em fúria. - Eu sou capaz de qualquer coisa para me livrar de uma pedra no meu caminho.”