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Mãe por acidente

Capítulo 7 Grávida

Palavras: 1558    |    Lançado em: 25/11/2023

passou e seguir em frente. Naquela manhã eu estava péssima, não sei exatamente se era porque faltavam apenas três dias para que eu fosse embora ou porque não estava comendo muito bem. Eu estava empa

gem me atingiu e eu corri, ainda zonza, em direção ao banheiro, mas vomitei antes de conseguir chegar ao vaso. Deus, eu estava mal. Sentia ondas de frio subindo pela minha pele, enquanto vomitava. Quando meu corpo acalmou, deitei no chão frio do banheiro, enquanto sentia meu estômago doer e ondas de vertigem irem e virem.

ivian... - eu disse. - Por favor, preciso de você. - Ok? Está no seu quarto? - Sim... - respondi, antes de vomitar novamente e, mais uma vez, deitar n

us! Nicole, o

u morrendo - disse, encolhida

passos; em seguida, Alice entrou correndo, histérica, dizendo algo sobre eu não estar comendo direito. M

. Sentei na maca devagar. Arranquei os fios do monitor ligados em meu peito e dedo da mão. Olhei em volta, o quarto do hospi

que te encontraram praticamente desmaiada em seu apartamento

cabei ficando muito tonta

contecido com

rimeira vez

s enj

ada. - Digo simplesmente. - Se eu me a

imeira pergunta e aproximou, verificando o soro va

u braço com algodão para que não sangrasse. Ela peg

uso de algum

N

be ou

ambé

imentado com

eco, demorando um pouc

tação. - Sorri para baixo. - Como disse, estou passando por alguns

omas. Qual foi a data da sua última me

s não consigo. - A minha menstruaç

e sua taxa de açúcar no sangue está baixa. O desmai

ando enquant

m mostra que seu Beta HCG d

ei, sorrindo como s

meu próprio batimento cardíaco em meus ouvidos. Eu respiro fundo, trêmula. Caramba. E

ue você tá dizendo? - resp

hou, tirando os olhos do exame. - Não! - gritei. - E

os fazer um exame de u

sumi de forma

ara cá. Quer que eu peça para alguém vir fic

favor - sussurrei. Minha voz abaixando alguns decibéis. - Não diga

rindo a porta. - Sigilo méd

s depois, ela havia instalado tudo. Deitei na maca ginecológica, que se escondia atrás de uma cortina. Senti-me um pouco envergonhada por estar exposta daquela forma, mas queria acabar de uma vez com aquilo. Ela se sentou em um banquinho na minha frente. Vi quando colocou o gel no equipamento devidamente encapado com uma camisinha. Ela disse: - O exame não é doloroso, só uma pequena parte das mulheres sente desconforto. Apenas

sse. - Eu não vou te machucar, m

quilo era péssimo. Tudo para provar que ela estava errada. Espremi m

sses são os batimentos, consegue ver? Abri

É um bebê? - Sim - ela disse. - E mede cinco milímetros, o seu peso é de aproximadamente um grão de arroz. Em seguida, tirou o equipamento. - Está com cerca de seis sem

imprimia o papel do ultrassom, a prova física de que aquilo estava mesmo acontecendo. - Aqui está! - ela disse, entregando-me um envelope branco com ultrassom. - Você vai precisar começar um acompanhamento pré-natal o mais breve possível e tomar as vitaminas

de pressão continuem, e de acompanhamento médico preciso. Tirando isso, vo

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Mãe por acidente
Mãe por acidente
“- Eu acho que você é uma ótima atriz garota. - Ele da novamente aquele sorriso que me dá nos nervos. Mas todo mês uma puta como você me procura dizendo que está grávida de mim. É oque elas querem afinal? Um cara rico como eu, bonito, bem sucedido. Mas isso não vai acontecer, comigo e nem com você. É uma solução que você quer? Trinquei os dentes, revoltada com suas acusações. - Pode apostar que eu não queria isso de forma alguma. - disse com amargura. - Quer saber? - ele disse, passando por mim e esbarrando com turbulência. Voltou alguns minutos depois. - Aqui! - ele falou, folheando um grosso bolo de notas verdes juntas por um elástico e as jogando em cima de mim. Agarrei por reflexo. - O que isso significa? - Sua solução. Você disse que não queria isso. Bom, nem eu. Com esse dinheiro dá para você pagar um açougueiro por aí para tirar essa coisa. - Eu nunca disse que vou tirar o bebê - disse, reforçando a palavra bebê. Ele baixou a vista. Quando levantou, era aquele Luck violento que há tempos eu tinha visto. - Eu juro que, se você fizer qualquer coisa para me prejudicar... - ele disse, se aproximando. Dessa vez não me afastei, estava cansada de sentir medo. Olhei bem em seus olhos quando ele ficou cara a cara comigo. Luck sussurrou pausadamente: - Quem sabe? - Passou a mão na minha barriga lisa, não tirando os olhos dos meus. - Eu mesmo não tiro esse bebê daqui. Acidentes simples causam abortos o tempo todo. Estremeci com a frieza na sua voz. -Você nunca mais vai encostar um dedo em mim! - Afirmei, lutando contra as lágrimas, mas orgulhosa por minha voz não ter fraquejado. - Você não me conhece, nem um pouco! - Sua expressão permanece insensível e indiferente. Ele estala a língua no céu da boca. - Não tem ideia do que eu já fiz por muito menos. - Sua mandíbula lateja em fúria. - Eu sou capaz de qualquer coisa para me livrar de uma pedra no meu caminho.”