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Mãe por acidente

Capítulo 10 Meu bebê

Palavras: 1561    |    Lançado em: 25/11/2023

ras mai

e canapés. Havia uma foto enorme do prefeito estendida e a bandeira enorme da bandeira solitária do Texas ao lado da dos Estados Unidos. Tudo parecia muito diferente da última vez em que estive ali. Segui andando va

da deste lado do evento. - Um senhor alto e magro me alertou, a

de Luck da festa anterior se aproximar, tomando uma taça de champa

meus, me assustando. Ok, agora vou ser expulsa. Te

Essa moça disse que te conhece, que veio com você. E

gar os "Papeis" que veio buscar Segui-o apressadamente para

sse aqui hoje. Mas eu tô tentando sair com ela há mais de um ano. - disse e

Digo suavemente tentando trazer tranquilidade a situaç

para mim. - Ele não machucou você, né? Porque eu não quero encrenca, ele é meu amigo e eu sinceramente n

sair com você, né? - Sol

quando olho para ele, percebo que ele es

ar. - Ele da ombros como se não fosse nada. A gente caminha pela casa e não sou parada novamente

isso, Luck vai me matar porra, se souber

...- Nem completo, irritada. E

Mas ele está noivo...e parece, feliz, um tipo

me encara com curiosidade. - Bom, o seu

e de que não estava tão assustada quanto jul

am tão suadas que molhavam o envelope com o resultado de um ex

eu pensei que ele não tivesse ouvido. Então,

veria ter trago você aqu

olta um gemido

mpleta. - Apenas...apenas me deixe de fora dessa confusão. - Ele

lo reflexo do espelho, dando um nó na gravata. Droga... Droga... Droga... E agora, o que faço? Insegura, quase voltei sem falar nada, mas era tarde demais

grosseria, andando na minha direção. Min

isse, sem conseguir

- Cuspiu com agressividade. Em seguida, virou-se, andando

Luck... - ...

ndo em sua direção antes de a minha coragem desmoronar. - Estou grávida!

om o telefone apoiado no ouvid

esligou. - O que você tá falando? - ele avanç

ssa por mim como se eu fosse um pedaço de lixo. Ele puxou

sarcasmo. - Esse bebê pode ser de qualque

inha voz, cansada de ser humilhada. - Te dei o meu primeiro beijo. - Eu estalo,

envolvem ser pai de um bebê que pode nem ser meu. Ele se inclina no meu espaço, tão perto que posso sentir o cheiro das notas picantes de sua colônia. Então, um sorriso sombrio sai por seus lábios. - E ainda por cima, você quer que eu acredite que você, uma pobre

nta uma sobrancelha grossa, parecendo bonito, lindo até, mas é o tipo de beleza que notórios assassinos em série usam para atrair suas vítimas. Honestamente não ficaria surpresa se ele matasse por esporte. - Eu acho que você é uma ótima atriz garota. - Ele da novamente aquele sorriso que me

sse com amargura. - Quer saber? - ele disse, passando por mi

m cima de mim. Agarrei por reflexo. - O que isso significa? - Sua solução. Você disse que não queri

tirar o bebê - disse, re

vantou, era aquele Luck violen

e aproximando. Dessa vez não me afastei, estava cansada de sentir medo. Olhei bem

tirando os olhos dos meus. - Eu mesmo não tiro esse be

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Mãe por acidente
“- Eu acho que você é uma ótima atriz garota. - Ele da novamente aquele sorriso que me dá nos nervos. Mas todo mês uma puta como você me procura dizendo que está grávida de mim. É oque elas querem afinal? Um cara rico como eu, bonito, bem sucedido. Mas isso não vai acontecer, comigo e nem com você. É uma solução que você quer? Trinquei os dentes, revoltada com suas acusações. - Pode apostar que eu não queria isso de forma alguma. - disse com amargura. - Quer saber? - ele disse, passando por mim e esbarrando com turbulência. Voltou alguns minutos depois. - Aqui! - ele falou, folheando um grosso bolo de notas verdes juntas por um elástico e as jogando em cima de mim. Agarrei por reflexo. - O que isso significa? - Sua solução. Você disse que não queria isso. Bom, nem eu. Com esse dinheiro dá para você pagar um açougueiro por aí para tirar essa coisa. - Eu nunca disse que vou tirar o bebê - disse, reforçando a palavra bebê. Ele baixou a vista. Quando levantou, era aquele Luck violento que há tempos eu tinha visto. - Eu juro que, se você fizer qualquer coisa para me prejudicar... - ele disse, se aproximando. Dessa vez não me afastei, estava cansada de sentir medo. Olhei bem em seus olhos quando ele ficou cara a cara comigo. Luck sussurrou pausadamente: - Quem sabe? - Passou a mão na minha barriga lisa, não tirando os olhos dos meus. - Eu mesmo não tiro esse bebê daqui. Acidentes simples causam abortos o tempo todo. Estremeci com a frieza na sua voz. -Você nunca mais vai encostar um dedo em mim! - Afirmei, lutando contra as lágrimas, mas orgulhosa por minha voz não ter fraquejado. - Você não me conhece, nem um pouco! - Sua expressão permanece insensível e indiferente. Ele estala a língua no céu da boca. - Não tem ideia do que eu já fiz por muito menos. - Sua mandíbula lateja em fúria. - Eu sou capaz de qualquer coisa para me livrar de uma pedra no meu caminho.”