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Mãe por acidente

Capítulo 9 Nunca

Palavras: 1143    |    Lançado em: 25/11/2023

cio. Andei em direção à grande casa em um bairro residencial. Há quanto tempo não voltava ali! Digitei o código do portão e caminhei por to

ndo-me um forte abraço. Apalpei suas cos

Sou assistente pessoal da sua mãe. Nós nos conhe

com um falso sorriso en

istente. Lembro que ela ficou meio perdida e não soube o que fazer quando tive uma crise de nervos, não deixando que o levassem. Foi terrível. Um dia nebuloso, não havia muitas pessoas, apenas Mateus e Sum

ranja... Andei em direção à cozinha, que continuava da mesma forma. Segui olhando cada detalhe. Aquele espaço me enchia de

. Nem havia percebido que ela continuava a falar,

de pão, bolo e panquecas. - Agradeço muito, deve ter dado o maior trab

. - Prefiro não comer nada. Estou cansada,

irá gostar nada

fingir que é minha mãe. - Bufei, b

do um urso Teddy. A foto me mostrava feliz, segurando-o em volta de uma arvore de Natal. É uma das poucas lembranças boas que tenho antes que ele adoecesse. Passei cada foto, sentindo as lágrimas escorrerem pelo meu rosto. As lembranças eram dolorosas, por isso eu nunca havia voltado. A casa me fazia lembrar de mais coisas ruins do que de coisas boas. Momentos depois, botei tudo em seu devido lugar e me ajeitei desconfortavelmente na cama. Tive uma noite péssima. Summer bateu al

assim que forem para Nova Iorque, poderão passar mais dias juntas.

u celular vibrou na cômoda.

.. Nicole...É

ce - respo

e, estou dirigindo. - Abafou um sorriso. - É que se ainda quiser resol

to. - Sim...uh. - Fizemos um minuto de silênc

e significa que, se você não falar com ele ainda hoje, provavelmente não conseguirá mais. O sangue corre para min

pai. É apenas para membros do partido, mas não acho que vá ter problemas

igo, sua ligação. Sua ajuda... - Corei, como se ela

co. - A Vivian...ela é difícil. É que ela já passou por tanta coisa... Definitivam

eus ombros relaxando. - Você a tem

uela vadia não atende às minhas lig

eu não queria que se

para dentro pela ala dos empregados. - posso sentir ela dando um sorriso triste, a decepção clara em seus olhos. - Desculpa, é a única maneira de falar com ele. Estive o dia inteiro tentand

a - su

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Mãe por acidente
Mãe por acidente
“- Eu acho que você é uma ótima atriz garota. - Ele da novamente aquele sorriso que me dá nos nervos. Mas todo mês uma puta como você me procura dizendo que está grávida de mim. É oque elas querem afinal? Um cara rico como eu, bonito, bem sucedido. Mas isso não vai acontecer, comigo e nem com você. É uma solução que você quer? Trinquei os dentes, revoltada com suas acusações. - Pode apostar que eu não queria isso de forma alguma. - disse com amargura. - Quer saber? - ele disse, passando por mim e esbarrando com turbulência. Voltou alguns minutos depois. - Aqui! - ele falou, folheando um grosso bolo de notas verdes juntas por um elástico e as jogando em cima de mim. Agarrei por reflexo. - O que isso significa? - Sua solução. Você disse que não queria isso. Bom, nem eu. Com esse dinheiro dá para você pagar um açougueiro por aí para tirar essa coisa. - Eu nunca disse que vou tirar o bebê - disse, reforçando a palavra bebê. Ele baixou a vista. Quando levantou, era aquele Luck violento que há tempos eu tinha visto. - Eu juro que, se você fizer qualquer coisa para me prejudicar... - ele disse, se aproximando. Dessa vez não me afastei, estava cansada de sentir medo. Olhei bem em seus olhos quando ele ficou cara a cara comigo. Luck sussurrou pausadamente: - Quem sabe? - Passou a mão na minha barriga lisa, não tirando os olhos dos meus. - Eu mesmo não tiro esse bebê daqui. Acidentes simples causam abortos o tempo todo. Estremeci com a frieza na sua voz. -Você nunca mais vai encostar um dedo em mim! - Afirmei, lutando contra as lágrimas, mas orgulhosa por minha voz não ter fraquejado. - Você não me conhece, nem um pouco! - Sua expressão permanece insensível e indiferente. Ele estala a língua no céu da boca. - Não tem ideia do que eu já fiz por muito menos. - Sua mandíbula lateja em fúria. - Eu sou capaz de qualquer coisa para me livrar de uma pedra no meu caminho.”