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Apaixonada por um coreano

Capítulo 2 Vida agitada

Palavras: 1579    |    Lançado em: 11/04/2024

e Jan

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público quanto no particular, ou seja, vivia para a medicina e ocasionalmente tinha vida social. Vivia cercada por duas melhores amigas, que também

tava dos livros: o samba. Mesmo durante os períodos intensos de internato obrigatório antes da minha graduação, e até mesmo durante minha residência,

a especialização veio de um problema cardíaco que meu pai enfrentou. No en

as e três cirurgias ao longo do dia, finalmente pude descansar.

rvando a minha paixão pelo ofício, acabaram por me seguir. A verdade é que vejo uma operação como um modo de curar, os olho

happy hour na orla. Todavia, naquele dia, sem saber ao certo o motivo, queria minha casa. A comida feita por mim e a cama pare

uma coisa na cabeça, tem que ser muito,

quer boteco que avistarmos pel

plantão e três cirurgias, uma atrás da outra, me e

úli

se é m

nos. Não sei o que está acontecendo, sinceramente. Sabem que mesmo cansada, estou sempre di

o horas e ainda assim ir para a roda de samba. Seu corpo, mesmo exausto, parece esquecer toda a fadiga ao ouvir um tamborim ou pandeir

ma virose mesmo, pois meu corpo está todo dolo

bre. Afastei-me, fingindo repulsa, e dei um beijo no rosto das duas. Entrei no carro e segui diretamente para casa

quando duas ambulâncias os trouxeram. Nesse dia, eu me desesperei. Precisou que me segurassem para eu não interferir nos procedimentos; foi sufocante, cheguei a machucar o braço. De nada adiantou, um dia depois enterrava papai. Na madrugada da

quanto coreanas, por papai. O ponto foi vendido a outro proprietário. O prédio de quatro andares foi construído por papai, para morarmos e termos a renda dos aluguéis. Eu vivia

José e sua esposa, que trabalhavam ali há mais de 20 anos, me tratavam como uma filha querida. Ele era o porteiro e ela desempenhava o papel de zeladora. Viviam em uma edícula nos fundos do prédio. Seus dois filhos haviam sido criad

ortaria, mesmo

r José. Há corresp

o? Já faz alguns d

Si

um bom tempo, diria que muito, muito tempo. Nem mesmo se levantou para tomar um gole d'água. Estranhei a situação, mas também percebi que ele é abastado. O tern

uem é

que o inglês que a senhora me ensinou não foi

abelos lisos e negros, idade na casa dos quarenta e poucos anos. Tinha uma expressão séria, mas, a

ou porque quer falar

e estou precisando de mais aulas de inglês

tar quem é e o

te secreto querendo prender a senhorita, aí vou ter que dar

pelo saguão, até o sofá de couro, perto da jane

perguntei quando cheguei um pouco mais pró

de sofisticação. Cada gesto, cada movimento, transmitia uma sensação de e

. O homem diante de mim carregava uma distinção ineg

untou quem eu era, acho qu

besse, apesar de nunca ter pisado na Coreia do Sul. Ele me ensinou o idioma e dentro de casa conversava comigo só na sua língua ma

i, tratar os mais velhos com respeito e cordialidade. Ele fazia questão de manter a tra

bem senhorita. Kang,

e criança, com meu pai,

om fome e vi que aqui ao lado há um restaurante c

plantão. Estou muito cansada. Amanhã estarei de folga, podemos tomar café da manhã. Em qualquer lugar que eu me

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Apaixonada por um coreano
Apaixonada por um coreano
“Embarque na emocionante jornada de Julia em busca de sua verdadeira identidade. Superando perdas devastadoras e reforçando laços familiares profundos, Julia enfrenta um caminho repleto de desafios. Seu relacionamento com o enigmático cantor Young-Chul adiciona uma camada de sensualidade e descobertas no amor que deve vencer barreiras culturais irresistíveis. À medida que enfrentam esses desafios juntos, uma questão permanece: será que o amor de Julia e Young-Chul sobreviverá às provações que surgem em seu caminho? Descubra nesta história de amor e autodescoberta, onde cada página revela uma nova faceta de paixão, mistério e resiliência.”