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Dominada pelo Consigliere

Capítulo 7 Não fiz nada

Palavras: 1177    |    Lançado em: 25/07/2024

ÍTU

con Fe

a, evitei contato com ela, não

o, se trancou no quarto, e ainda precisei

comeu. Eu disse para sua família que estav

o! - respirei fundo, não queria quebrar a

s se a ordem é que coma, derrubo essa porta e te

uma chave e sorri ao abrir a porta. Ela me

provavelmente desconfortável. Dei dois passos à frente, parecia tão delica

não teve reação, seus olhos castanhos, tons leve

aquele imbec

, não tenho como saber, nem muito menos

elicada do rosto agora estava pálida, seus lábios bonitos estavam a

re ela. Respirei mais rápido, num leve susto quando

a péssima, parecia chorar internamente, eu poderia a

comer? - olhou nos meus olhos quando falei com ela, um arr

sobre isso? - foi ríspida... "Como

isa comer para ficar be

ãos em seus cabelos curtos bagunç

o me olhou, seus pensamentos estavam vagos, então eu mesmo

á com uma maquiagem impecável, cobrindo toda a su

, e parece delicada, diferente da vaga memória ruim que tenho sobre ela, principal

que estou

cheia de problemas!" - Ela mesma me deixou

falei ao me retirar e encostar a porta. Esse é

(.

ensagens do Don Antony e da família dela. Apenas avisei

questão de pedir aos soldados que fi

Se o conselho soubesse do que aconteceu, seria impossível um novo acordo, e a sua r

a noite. Mais tarde ou pela manhã, eu mesmo entrarei em contato e dire

iados, e embora o noivo da senhorita Duarte não seja o honrado Alexei, e sim seu irmão, se desfizer

consigliere! - O Don tirou a sua 357 da cintura e lustrou com

u até seus familiares e Don Antony me o

erras Russas, estritamente num dos quartos da família Kim, e nessa situação em que estão vendo, vestida de noiva. Pelo que observei, a propried

devidamente convidados, e por qual razão estava lá, afina

trou. Ele me aplicou algo no corpo e me levou para a Rússia, completamente desacordada. Zombou ao dizer que usou a mi

a no jardim, sem que ninguém o visse entrar. Automaticamente todos empunhamos as armas e apontamos pra ele, vendo a quantidade exorbitan

o de sangue, foi um vexame, todos se espantaram, percebendo que era

CREDITAR EM MIM! - a jovem chacoalhou o pai desesperada, mas nin

a verdade, mas se dissesse que vi o sangue sobre o lençol também, ela seria obrigada a se casar com o Anton, e agora não me parecia jus

Eu

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“Atenção! Não é recomendado para menores de dezoito anos. Cenas de sexo explícito, torturas e pode ser considerado romance Dark. "Eu não pedi para que se casasse comigo, vá embora e me deixe em paz!" - Maria Eduarda disse pausadamente, enquanto segurava uma tesoura debaixo da mesa da máquina de costura. Virando as costas, ela soltava o ar com força comprimindo os lábios, apertando a peça que estava prestes a cortar. Maria Eduarda havia o rejeitado há quatro anos, só que agora, Maicon havia sido aquele escolhido para casar com ela, que tentava dia após dia, fazê-lo se arrepender, sem sucesso. "Deixá-la agora seria desperdício, não me desfaço de nada que possuo, fique ciente!" - ele a puxou de repente, fazendo com que a tesoura ficasse pendurada na ponta de seus dedos. "Pra me possuir vai precisar de muito mais do que ter o meu corpo..." - sussurrou enquanto sentia a tesoura ser derrubada com facilidade por ele. "Isso é o que vamos ver... até o diavolo tem medo de mim, italiana!"”