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A Escrava Mais Odiada Do Rei

A Escrava Mais Odiada Do Rei

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Capítulo 1 A primeira visita do meu captor

Palavras: 1535    |    Lançado em: 14/07/2021

em sua cela. Uma

.... Algum lugar. Qualquer um que não seja este espaço frio e ári

ele caminhou até ela, olhando-a da maneira mais fria que alguém já a

dele. Sua propried

corpo de Danika. Ela nunca tinha visto a

en a odiav

o melhor do que ningu

a Danika. Filha do Rei Cone de M

nos olhos. Ninguém andava no mesmo caminho que ela, a não ser

no foi tomado pelo cruel Rei Lucien. Ele

ando chamou a atenção de Danika para a porta da c

omeçou a roncar, a fome a consumia enquanto lembrava que aquela era sua

guarda alongava a sílaba em desgosto. T

o queixo desafiadoram

as. Esteja pronta para recebê-lo.

a enfrentar seu captor. Mas uma semana já havia

s Horas D

Danika ouviu passos. Seguido por um

m que Danika se arrepiasse. Por toda a sua vida, ao longo

rei." Disse Ch

.. e então, a porta

ika ouviu apenas um passo, quase ina

tão... árida. Ela ergueu os olhos e o encarou d

sui o porte de um rei. Danika sabe que ele

ma aura real estivesse sempre presente em torno dele. N

malícia entre eles

. era repulsa. Ódio e raiva em suas forma

catriz enorme corria sobre uma de suas boche

ela e passando a mão por seu cabelo

a cabeça dela para trás e obrigando-a a encarar o oceano vazi

uma covarde me encarando ou eu vou te punir por isso." Nesse momento seus olhos tinha

or, mas, mais do que isso, tinha uma profunda aversão à dor. Ela não gosta na

eu rei." E

. Subitamente ele abaixou a mão e a

u com tanta força que Danika lançou um grito agudo e

s. "Eu não sou seu rei e jamais serei. Eu sou o rei do meu povo e voc

pidamente, desejando que ele

os olhos dela lacrimejaram. "Você vai se dirigir a mim como seu

o de ódio. "Certamente, você sabe como uma escrava ser

fechando os punhos, "P

... com força.

s olhos dela. Danika odeia essa palavra mais do que q

nte e se afastou. Seu rosto d

a deixando com os seios nus e exposto

e humilhação. Ela agarrou sua saia desgastada, esfor

ada quando viu o corpo dela. Nenhu

ele que já estava com o mamilo machucado e do

as trêmulas, encarando o ch

" Ele

a mão que segurava seu peito começou a apertá-la, fazendo com

m grande entrou, olhando

esta escrava, Chad.

desejava que o chão se abrisse para cobri-la. Mas ela fi

nquanto ele a olhava com desejo. "Poss

hora.

olhar daquele homem quando ele encarava seu rei. Não era ódio... não, defin

aiu da

amou e não precis

receram. "Sim, V

ra darem banho na minha escrava assim que eu terminar aqu

uardas estavam relutantes em

o rei, com raiva e ódio em seus olhos

dor. Farei você passar por tudo o que você e seu pai fizeram comigo e com meu povo, e ainda mais. Vo

ão permitiu que isso transparecesse em sua boca. Ela sa

destacando a bochecha marcada.

seu monstro!" As palavras exp

havia respondido para ele. Escravos não res

a corrente da coleira e puxou c

r esse fogo no olhar, porque irei adorar apagá-lo de vez. Você não faz ideia do q

scravos! Ela quas

s dele. "Seu treinamento começa hoje

antou e sa

orme e leta

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A Escrava Mais Odiada Do Rei
A Escrava Mais Odiada Do Rei
“Há muito tempo, dois reinos conviviam em paz. O reino de Salem e o reino de Mombana... Tudo correu bem até o dia em que faleceu o rei de Mombana e um novo monarca assumiu, o príncipe Cone, que estava sempre sedento por mais e mais poder. Depois da sua coroação, ele atacou Salem. O ataque foi tão inesperado que Salem nunca se preparou para isso. Foram apanhados desprevenidos. O rei e a rainha foram assassinados, o príncipe foi levado para a escravidão. As pessoas de Salem que sobreviveram à guerra foram escravizadas, suas terras foram saqueadas, e suas esposas foram transformadas em escravas sexuais. Tudo foi perdido. O mal caiu sobre a terra de Salem na forma do príncipe Cone, e o príncipe de Salem, Lucien, na sua escravidão, estava cheio de tanta raiva que jurou vingança. *** *** Dez anos depois, Lucien, de 30 anos, e seu povo lançaram um golpe e escaparam da escravidão. Eles se esconderam e se recuperaram. Treinaram dia e noite sob a liderança do intrépido e frio Lucien, que foi impulsionado com tudo o que havia nele para recuperar sua terra e tomar a terra de Mombana também. Levou cinco anos até que eles armassem uma emboscada e atacassem Mombana. Mataram o príncipe Cone e reivindicaram tudo. Enquanto gritavam sua vitória, os homens de Lucien encontraram e imobilizaram a orgulhosa princesa de Mombana, Danika, filha do príncipe Cone. Enquanto Lucien olhava para ela com os olhos mais frios que alguém poderia possuir, sentiu a vitória pela primeira vez. Ele caminhou em direção à princesa com o colar de escravo que tinha sido forçado a usar por dez anos e com um movimento rápido, o amarrou ao pescoço dela. Então, ele inclinou o queixo dela para cima, olhando para os olhos mais azuis e o rosto mais bonito já criado, lhe deu um sorriso frio. "Você é minha aquisição. Minha escrava. Minha escrava sexual. Minha propriedade. Eu lhe pagarei por tudo o que você e seu pai fizeram comigo e com meu povo", disse ele secamente. O puro ódio, a frieza e a vitória era a única emoção no seu rosto.”