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Resentment

Resentment

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Capítulo 1 1 - Welcome back

Palavras: 3342    |    Lançado em: 22/01/2025

llard | Po

ara o voo 272 com

ado a lado até o portão de embarque. O silêncio entre nós era um ato de respeito

ão utilizo voos comerciais. Porém a urgência e delicadeza da situação, me forçou a tomar medidas drá

omo agora, dois estão sentados nos bancos da frente e dois atrás. A presenç

o de sentimentos e questionamentos, rondando a minha mente. Em meu peito uma angústia com misto de incredulid

equipe dele sofreu uma emboscada em uma operação. Meu irmão morreu se

ade, eu a encarei por alguns segundos tenta

a, mas quando eu penso nele, eu não sinto absolutamente nada.

ndo me tranquilizar. - Depois de tudo que vocês viveram, é co

mãos gêmeos têm uma conexão diferente. Mas comigo e o Chris nunca houve

me coloco no lugar dela, nós nunca imaginamos que um dia poderíamos ter que enterrar nossos próprios fi

seria insuportavelmente doloroso enterrar meu filho

que estão prestes a chegar em Miami. – W

ara casa dos meus pais, vamos deixar Demi antes de segui

eram a óbito no incidente da marinha e que nesse momento você precisa de privacidade para se d

is em cima de mim. – Suspirei pesadamente,

bastante agitado. – A cautela na v

s chegarem no apartamento você me avise. – Ela ap

imeiro carro que tive na vida, hoje ele está todo reformado. Mas a nostalgia em entrar nele me tomou, me lembrou de q

o atrás, não tive pressa em chegar na casa dos meus pais. Guiei meu carro pela orla me lembrando do temp

adas de Keana enquanto corríamos pela praia, o reggaeto

Minha mãe sussurrou no meu o

sozinha nesse momento. –

ela, sentir a morte do meu irmão e compartilhar desse sentimento com ela. Mas tudo que eu

s minha mãe sentar e dem

uito comigo, queria poder tirar t

minha mãe até o quarto, Taylor me mostrou onde era. Deixamos ela de

amila, ela foi receber os pertences do Christophe

rio, mesmo sem co

médico para ficar à disposição da mama. – Taylor explicou meio aérea, mas concordei com a ideia dela, po

rta da sala, assim que ele me notou o olhar dele foi de surpresa. Ele sabia

ra o mesmo tempo que eu não via o meu pai, sua aparência não

tida e sua postura retraída,

ser o mais cordial

está crescido. – Ele sorriu co

e de conhecer. Estou aqui por eles, e somente por eles. – Dei de ombros e terminei de

se recompôs e me olhou sem graça. - Bom, se me der

suspirou e me olhou sem graça, dei de ombros, afinal de cont

Christopher? – Pedi já que não queria conhe

a minha bolsa. – Ela falou

a criança que acabou de ganhar o seu presente favorito. Ela n

s rejeitou todas as tentativas da minha mãe, quando eu quis dar uma casa no mesmo condomínio onde e

seguranças ficaram dentro do carro observando tudo de lá, eu sinal

ferta na época tinha um grande significado para ele. – Taylor fez uma pausa tentando encontrar a melhor forma de falar. - Ele

Christopher está morto, e eu gostaria muito de enter

esc

tudo

rianças passaram como vento. Gritaram o nome da minha irmã e segundos de

casa. Era uma latina belíssima, tinha uma expressão cansada como se

almente conheçam uma pessoa...

dar um sorriso sincero. Eles eram mais lindos do que eu via pela

lei um pou

genuínos, pularam em mim, tive

para Taylor que sorria travessa, eu sabia que ela não deixaria os dois não saberem quem eu sou. Atr

ra muito igual a você. – Luna

seu, tio Enzo. – Sorri c

cara! Na verdade, os dois

você ia babar na gent

eu tenho dois s

re me falaram muito bem da esposa do meu irmão, confesso que eu ficava muito intrigada e

arentava ser bem simples uma típica mãe de família. Com certeza uma guerreira, p

Todos os brinquedos que eu havia dado estavam ali, enquanto as crianças me mostraram tudo. Taylor e Camila

ra tomar sorvete, e eu aceitei tomar um

o silêncio vendo ela observa

? – Ela me ol

ma família que ama ele, e que agora tem que lidar com essa perda inesperada. Então sim, eu sint

o faço ideia de como vai ser agora. –

icarão desamparados, isso eu nunca irei permitir. – Segurei

deveria... – Ela desfez o contato

ere um pouco antes de termos uma convers

morar aqui, agor

sentir que minha presença é necessár

que o sonho dela era ter você aqui novame

cias que me trazem aqui, não s

roca de olhares entre nós, porém não fui ca

rar um álbum de fotos das crianças, enq

ão tão amorosos e receptivos. – Falei v

e se comunicar. Já Nicolas, ele é muito carinhoso e

r da diferença de idade, eles vão se amar. – Lemb

do na testa. - Que cabeça a minha, sua mãe sem

m quator

veio c

drasto. Eles devem ter chegado a poucas hora

>

casa de Camila. Eu dirigia com um pouco mais depressa,

o que v

ada por falar de mim para elas. – Sorri par

mila, o q

ela muito cansada... – Come

Chris, nem mesmo Camila e as crianç

er comido o pão qu

ava sofrendo com a perda do nosso irmão. Deixei ela na casa dos nossos pais, mesmo com vários pedidos para

primeira que veio em minha direção e me abraçou. Nós dois sabíamos muito bem

o poderia ser confuso para ele. Me sentei do lado do meu filho e o abracei o mais fo

asaco, vamos sair.

a casa de seus pais? – Alex

vel. Taylor parece bem, já meu pai... e

m crápula no mundo, mas tenho pena da tia Cl

de conhecê-lo pessoalmente penso d

o... – Suspir

Lorenzo. Vamos ter cuidado com as palavras, pr

ando trazerem lanches para v

legal se fôssemos de moto e assim que e

cintura e ria às vezes. Nós temos esse hobbie de andar

O senhor e a mamãe sempre me contaram tudo, eu ja

, tirar suas próprias con

ateado, papa? – Meu fi

cer essa parte da minha família. – Falei olhando nos olhos dele. - Nós dois sempre te protegemos de tu

vão poder sab

ua mãe não estamos sofrendo pelo passado que tínhamos com ele.

u estou feliz em estar aqui. Eu

cê-lo, vamos pas

i, todos esses anos e todas as circunstâncias que nos cercaram, me fazem ser egoísta. Mas e

tão cedo. Bem lá no fundo eu sinto uma sensação estranha, não é o suficiente par

sempre volta! – Jack gritou c

ona, veio sorrindo me abraçar. Me sentindo nostálgica

o, Jack! – Af

enino de sempre. – Ele disse sorrindo. -

bros. - Jack, esse é meu filho Lawrence. –

cê caprichou no menino.

r o senhor. – Lawrenc

idas, até a educação

z questão de nos atender e ir para cozinha preparar nossos hambúrgueres, aprove

ostrar para o Lawrence lugares que marcaram a minha vida, provavelmente Keana

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Resentment
Resentment
“Após anos longe de sua cidade natal, Lorenzo retorna para o funeral de seu irmão, que faleceu inesperadamente. Apesar do tempo que passou longe, ele não consegue deixar de lado o ressentimento que carrega pelos acontecimentos do passado, que o fizeram partir sem olhar para trás. Ao voltar para sua cidade Natal e reencontrar pessoas que marcaram sua história, Lorenzo é confrontado com lembranças dolorosas e segredos que nunca foram totalmente esclarecidos. Enquanto lida com o luto das pessoas à sua volta e o peso do seu passado, ele começa a questionar sua decisão de ter fugido e percebe que, para seguir em frente, será necessário enfrentar seus demônios pessoais e confrontar as pessoas e situações que a fizeram partir. Este livro é uma história emocionante sobre perdão, superação e a busca pela verdade, mostrando como o retorno à origem pode ser uma oportunidade de cura de um ressentimento”