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Resentment

Capítulo 2 2 - Hard truths to read

Palavras: 3046    |    Lançado em: 22/01/2025

ellani | Po

amente baixado e consumido

ão vai

é apenas um símbolo. Isso torna tudo mais difícil de ace

so sedutor, me ganhou com seu jeito meigo, sorridente e atrapalhado. Nunca escondeu de mim que era da Marinha, quando

rovar capaz, o fez se inscrever para tornar-se um seal, Christopher passou quase

não ter o seu pai em reuniões escolares, ou o porquê de não ter quem nos a

pre voltava, mesmo que eventualmente

fazia parte, entrou em um prédio em algum lugar do oriente médio, porém não estavam cientes da existência de bombas no local, por isso, infelizmente, não restaram chan

r não é? – Olhei para o meu filho

inteligente, meu filho ainda é muito novo

u! Mas, parte dele continua aqui... – Apontei

eus filhos, de onde devo retirar palavras

quanto ele estivesse em campo não era nada bom. E quando eu vi

o meu marido. Há apenas duas semanas desde a última vez que o vi sair pela por

lmente. Esperava

stiante aconteça a alguém tão próximo. A mort

e Mike estavam inconsoláveis. Lorenzo e Taylor estavam o tempo todo

situação. Luna, por ser mais velha, já entendia melhor. Ela preferiu fi

ente está colaborando para o conflito das crianças..

u marido foi um grande homem. – Um general

Agradeci e e

Dinah comentou em um tom baixo, olhei para baixo e vi que Nicolas estava adormecido. - Sem contar com aquilo ali... – El

. Seria pior se ele deixasse a mãe dela sofrendo. Ele

ico duvidoso dele. – Olhei chocada para Dinah, que arqueava as sobrancelhas parecendo não se importar. - Eu só estou dizendo

as vieram se despedir, me dizendo

ue estou longe de me

ng

>

a casa deles. Esse tipo de recepção após o enterro era muito comum na tradição americana.

eu ao menos pudesse, negaria o convite

a se alastrar pela minha mente. Preocupações das quais eu nã

insistênc

os ao ouvir as gargalhadas dos m

nino era extremamente parecido com o pai. Seus tr

– Virei meu rosto e vi minh

mordi meu lábio tentando enco

inda não caiu. – Suspirei e dei

constantes melhorias que o tempo ocasionam às nossas vidas.

você tinha razão... –

stamos aqui e vamos te ajudar em tudo. – Beijou a

aceitava me ver tão presa à vida que aceitei para mim e refém das circunstâncias impostas pelo casa

m que mamãe sempre teve razão, afinal, como vou sus

Minha mãe perguntou, apo

ou ontem... – Falei vendo-a

ferente do que

ívio no meio desse caos. Mas meus olhos ainda se mantinham presos no i

s, suas semelhanças são pouquíssimas. Ambos dividir

jeito desajeitado de Chris. Uma vez Taylor deixou escapar

e o cérebro... – Taylor

rvido. – Clara fal

que quiseram se sentar ao lado deles, meu cunhado me tranquilizou dizendo que cuidaria de tudo.

para lavarem as mãos, eu apenas me se

cou comida para os dois. Observei em silêncio,

Lolo. – Minha filh

provar e realmente não gostar, tudo bem. – Lorenzo tinha uma

da afirmação da minha filha, Lorenzo s

surpresa, já que eles tentaram diversas vezes fazer com q

diu, ele visivelmente estava agoniad

ar... – Lorenzo falou calmamente e

como deveria segurar os talheres, ajudou ele a cor

entou ao meu lado. Minha melhor amiga silenciosamente quis me mostr

morreu, antes quando ele ainda estava viv

or isso nunca mais voltou para Miami. Certamente ela não con

, porém não passava disso. Todo mundo notava o olhar conflituoso

m Michael. Durante esses anos eles se tornaram grandes amigos, não era pra menos, depois

um pouco do silêncio mesmo que minha

u lado mas não disse uma palavra sequer. Só agora eu notei que ele parec

amente eu rezei para os deuses pedindo ajuda. Hoje parec

bochado de Dinah, me fez

hos dela, tentando fazê-la ent

ane, vulgo melhor amiga da Camila. – Dinah estendeu a mão par

ou falar mas Dinah fez q

onhece a sua fama. – Fiz uma leve careta,

amiga que não tirava seus olhos dele. Eu me sentia no meio de uma possível

u, e automaticamente eu queria esganar ela. - Deve ser difícil ter que lida

respeito. – Lorenzo olhou para Dinah, com fogo nos olhos. - Creio que não te ensinaram a não se meter

primeira vez eu vi que ela havia ficad

cê não se meter nisso. – Fale

ente aconteceu... mas pa

a vez. Esquece esse assunto! – Fui

sendo difícil para você. – Dina

próximo. – É como se eu estivesse traindo a memória do Chris... – Estou me forçando a isso

opher. Ele está aqui, está ajudando e parece que suas atitudes são genuínas. Eu não posso ser

eceu foi doloroso demais, rachou a família Ballard por anos. Chris morreu sem ter a chance de ver novamente o irmão

>

am as crianças para casa deles, insistiram para que eu fosse também. Mas eu

stava muito do meu marido e não que

e e muito em breve a gente ia começar a ampliar a casa

planos, e agora

vou dar conta de tudo sozinha, p

dormiria até que tudo se acalmasse novamente. Mas era óbvio que

inha cama pensando nas milhares de coisas que precisava fazer e resolver, quando alguém da família morre o que r

dendo total e exclusivamente de Christopher provendo tudo que e

um plano de como e por onde eu começaria organizar a minha vida e dos meus filhos. Mesmo que eu quisesse muito

para que eu encare de frente todos esses probl

não é bom para você nesse momento. - Ally fal

anizar minha mente primeiro antes de encarar tudo que eu t

especialmente você. Mas estamos do seu lado, vamos passar por isso do seu lado, dando todo o

topher servia, depois disso eu vejo como vou fazer. - Falei

entina e o enterro foi tudo tão rápido e você precisa desse tempo para que a fic

no batente da porta da sala, ela segurava uma xícara de

zendo a mesma sair dos seus pensa

crianças ficarem uns dias lá em casa? A Maya vai amar

mas roupas, o material escolar das crianças e remédios para ficarmos uns dias c

ue ir embora cumprir seus compromissos, afinal de co

eu não tenho carro. Ele não demorou para estacionar o carro dele na porta de casa, d

risa fresca do mar para fechar meus olhos e deitar minha cabeça na janela do carro. Sil

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Resentment
Resentment
“Após anos longe de sua cidade natal, Lorenzo retorna para o funeral de seu irmão, que faleceu inesperadamente. Apesar do tempo que passou longe, ele não consegue deixar de lado o ressentimento que carrega pelos acontecimentos do passado, que o fizeram partir sem olhar para trás. Ao voltar para sua cidade Natal e reencontrar pessoas que marcaram sua história, Lorenzo é confrontado com lembranças dolorosas e segredos que nunca foram totalmente esclarecidos. Enquanto lida com o luto das pessoas à sua volta e o peso do seu passado, ele começa a questionar sua decisão de ter fugido e percebe que, para seguir em frente, será necessário enfrentar seus demônios pessoais e confrontar as pessoas e situações que a fizeram partir. Este livro é uma história emocionante sobre perdão, superação e a busca pela verdade, mostrando como o retorno à origem pode ser uma oportunidade de cura de um ressentimento”