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DESEJOS PROIBIDOS - CONTOS ERÓTICOS

Capítulo 3 3

Palavras: 1203    |    Lançado em: 28/01/2025

a

olou e foi até a janela pra ver se tinha sido só no seu prédio, no meio do caminho esbarrou na quina da cama e xingou deus e o mundo. Era

um sopro frio na coluna, como um redemoinho subindo pela espinha - uma sensação estranha que ela não soube ler, por isso interpretou como u

uada. Voltou pro banheiro, esbarrando na mesma quina e xingando mais que da primeira vez, se agachou, os p

mais. Como, no escuro, ela ia sair pra comprar absorvente? E mesmo que fosse, ela ia sangrando? Melando tudo, passando vergonha? Então ela teve uma ideia brilhante: podia ligar pra farmá

a, um desses dias que dá tudo errado, o trabalho uma merda, o trânsito uma merda, como se não bastasse o dia inteiro com cólica... e agora isso. Era tanta raiva, tanta frustração... que d

ua pele de novo. Os mamilos enrijeceram. Dessa vez, foi um arrepio diferente, talvez tenha sido o mesmo, mas ela sentiu diferente. Desse arrepio brotou uma ideia: sutil, sorrateira,

ilha, roçando perto da bucet

de da luz. Com dedos duvidosos, ela tocou a entrada da vagina, tava quente, molhada, seus dedos logo se lambuzaram de sangue. Ela nunca tinha realmente tocado o próprio sangue, sempre tinha tido um pouco de

iosa, aquelas ondinhas mornas de prazer que nasciam no clitóris e subiam pela coluna eram gostosas, reconfortantes, por que não continuar? Era só um carinho. Com os dedos

agora era a fervura que crescia na buceta, o corpo em ebulição, pernas tremendo, ondas cada vez mais potentes de febre e prazer, um êxtase denso, escuro, profundo. Sem noção de tempo, ela sentiu tudo isso crescer, crescer, até

e nas mãos e no rosto. Ela se observou. A cabeça parecia limpa, vazia, sem pensamentos. O corpo... leve e pesado ao mesmo tempo. O útero, que antes estava contraído e dolorido, parecia relaxado, ela nunca tinha sentido

com coisas pequenas!, ela se deu conta e nada disso fazia sentido agora. Chegou na cozinha sem esbarrar em nada no meio do caminho, estava desperta e se movia como se fosse capaz de enxergar no escuro. Encheu um copo d`água e bebeu prestando atenção em cada gole. Percebeu que mal tinha se hidratado durante o dia. Nunca na vida beber água t

internet. Pareceu uma boa ideia. Quando chegou no quarto foi de novo até a janela e olhou pra fora: as nuvens tinham se dissipado, o céu tinha se aberto e se ex

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DESEJOS PROIBIDOS - CONTOS ERÓTICOS
DESEJOS PROIBIDOS - CONTOS ERÓTICOS
“Não me desculparei pelo meu prazer. Não terei vergonha de reivindicá-lo. Não pedirei perdão pelo que não tenho culpa. Não me justificarei sobre os meus motivos. Não odiarei meu corpo. Não serei obrigada. Não calarei meu gozo. Não temerei a força do meu orgasmo. Não sucumbirei à força da repressão. Não cessarei de buscar a plenitude. Não duvidarei da minha capacidade de ser feliz. Não abandonarei a missão de me tornar uma mulher cada vez mais inteira. Amém.”
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