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A Menina Salva pelo Alfa

A Menina Salva pelo Alfa

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Capítulo 1 Um

Palavras: 825    |    Lançado em: 13/02/2025

e Vista

que eu morro. Não fiquem tristes por mim. Está tudo bem, eu e minha loba

ue mudamos de humana para loba quando queremos. Vivemos em comunidades chamadas alcateias e convivemos com ou

o fiquei grande o suficiente para entender ordens, fui encarregada de cozinhar, limpar e cuidar dos meus irmãos mais novos. Sim, meus irmãos eram amados e valorizados. Afinal, um dia eles se tornariam o Beta e o Gama da alcateia, seguindo os passos do meu pai e do meu tio. Meus irmãos aprenderam a me bater, me empurrar, me enforcar e fazer qualquer outra crueldade que conseguissem imaginar. A coisa favorita deles era fazer algo proibido e depois jogar a culpa em mim, sabend

smurrada e arremessada para o outro lado da sala de jantar quando tropecei e derrubei uma bandeja de comida no chã

uma árvore com um buraco na base do tronco e me enfiei lá dentro. Enquanto eu tremia, torcendo para que nada me encontrasse e me devorasse, senti o cheiro do meu pai e do meu tio. Mesmo sendo pequena para a minha idade, tentei me encolher ainda mais. Os sentidos de um shifter são mais fortes que os de um humano, mesmo antes de encontrarmos nosso lobo. Então, para dois machos adultos, que já tinham seus lobos há anos, foi fácil me encontrar. Fui agarrada pelas

vitais. Quando fiquei fora de perigo, ele me mandou para casa com a recomendação de tentar não chamar atenção. Ele não acreditou m

cômodo que meus piores agressores. Eu era, essencialmente, um fantasma. Fazia tudo o que me mandavam fazer todos os dias. Aprendi a perceber quando alguém queria algo, e

a do meu aniversá

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A Menina Salva pelo Alfa
A Menina Salva pelo Alfa
“Meu nome é Amelia, e estou apenas tentando sobreviver até que meu companheiro predestinado chegue. O que pode ser mais fácil falar do que fazer. A rejeição é a última gota. Sussurrando minha aceitação de sua rejeição. Corro pela casa do bando, sobre o gramado bem cuidado até a floresta. "Desculpe, minha doce garota", eu digo para minha loba. Desculpe por estar presa a mim e ter sofrendo tudo que eu passei. Ela sussurra: "Não é sua culpa, Amelia." Nós chegamos a um penhasco com uma cachoeira. A dor continua me atingindo. Eu preciso que pare. Minha doce garota e eu só queremos paz, eu continuo correndo e salto do penhasco. Salto, estendo os braços por completo, com lágrimas escorrendo pelo meu rosto, caio, sem fazer um som, esperando pelo doce esquecimento onde nada mais será sentido. "Eu te amo, minha doce garota! Até a gente se encontrar de novo", minha loba respondeu justo antes de batermos na água, "Eu também te amo, Katia. Eu nunca lamentei um momento com você." A matilha Glowing River está tendo seu último churrasco do verão próximo a cachoeira em suas terras. Os adultos estão rindo e brincando enquanto assistem os filhotes brincarem. O alfa, beta e o gamma estão nadando com algumas das crianças mais velhas e jogando Marco Polo. Alguém grita, "Minha Deusa, alguém acabou de pular da cachoeira!" Todos ficam paralisados enquanto assistem o que parece ser uma criança caindo de braços abertos, ninguém faz um som. O pequeno corpo bate na água como um avião batendo na lateral de uma montanha. O alfa, beta e gamma, começam a agir, nadando para a área onde a pessoa afundou. O alfa grita, seu lobo está enlouquecendo repetindo, "Ache-a. Ache-a...ache-a!" Eles mergulham e o beta emerge com uma pessoa pequena em seus braços. Alfa pega a garota do seu beta, colocando-a no chão. Os homens estão chocados com o que veem. Ela está coberta de cicatrizes e ferimentos. Seu corpo está retorcido e quebrado. Beta pergunta: "Quem poderia ter feito isso com alguém tão indefeso?" Alfa cai de joelhos, repetindo, "COMPANHEIRA...COMPANHEIRA...COMPANHEIRA!"”