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A Menina Salva pelo Alfa

A Menina Salva pelo Alfa

Autor: PR
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Capítulo 1 Capítulo 1

Palavras: 833    |    Lançado em: 13/02/2025

em que morro. Não fique triste por mim. Tudo bem, minha loba Isabella

s mudamos de humano para lobo à vontade. Vivemos em comunidades chamadas alcateias e nos misturamos com outros

ue fui velha o suficiente para entender comandos, fui colocada para cozinhar, limpar e cuidar dos meus irmãos mais novos. Sim, meus irmãos eram amados e valorizados. Afinal, eles se tornariam o beta e o gama da alcateia algum dia. Assim como meu pai e seu irmão fizeram. Meus irmãos aprenderam a me bater, me jogar, me estrangular, e o que mais pudessem pensar. A coisa favorita deles era fazer algo que não eram permitidos e depois me culpar. Sabendo que eu seria punida. Uma vez, quand

er atingida e jogada pelo salão de jantar quando tropecei e derrubei uma bandeja de comida no chão. Não impo

ontrei uma árvore com um buraco na base do tronco e rastejei para dentro. Enquanto eu estava sentada lá dentro tremendo, e esperando que nada fosse me encontrar e me comer, senti o cheiro do meu pai e do meu tio. Já pequena para a minha idade, ainda tentei me fazer ainda menor. Os sentidos de um metamofo são mais fortes do que os de um humano, mesmo quando ainda não encontramos nossos lobos. Então, para os dois homens adultos, que já possuíam seus lobos há anos, foi fá

vitais. Uma vez que estava fora de perigo de morrer, ele me mandou para casa com a promessa de tentar não chamar a atenção para mim mesm

sma sala com os piores dos meus antagonizadores. Eu era basicamente uma fantasma. Fazia o que me era pedido todos os dias. Aprendi a antecipar quando alguém queria algo, e esta

u meu décimo a

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A Menina Salva pelo Alfa
A Menina Salva pelo Alfa
“Meu nome é Amelia, e estou apenas tentando sobreviver até que meu companheiro predestinado chegue. O que pode ser mais fácil falar do que fazer. A rejeição é a última gota. Sussurrando minha aceitação de sua rejeição. Corro pela casa do bando, sobre o gramado bem cuidado até a floresta. "Desculpe, minha doce garota", eu digo para minha loba. Desculpe por estar presa a mim e ter sofrendo tudo que eu passei. Ela sussurra: "Não é sua culpa, Amelia." Nós chegamos a um penhasco com uma cachoeira. A dor continua me atingindo. Eu preciso que pare. Minha doce garota e eu só queremos paz, eu continuo correndo e salto do penhasco. Salto, estendo os braços por completo, com lágrimas escorrendo pelo meu rosto, caio, sem fazer um som, esperando pelo doce esquecimento onde nada mais será sentido. "Eu te amo, minha doce garota! Até a gente se encontrar de novo", minha loba respondeu justo antes de batermos na água, "Eu também te amo, Katia. Eu nunca lamentei um momento com você." A matilha Glowing River está tendo seu último churrasco do verão próximo a cachoeira em suas terras. Os adultos estão rindo e brincando enquanto assistem os filhotes brincarem. O alfa, beta e o gamma estão nadando com algumas das crianças mais velhas e jogando Marco Polo. Alguém grita, "Minha Deusa, alguém acabou de pular da cachoeira!" Todos ficam paralisados enquanto assistem o que parece ser uma criança caindo de braços abertos, ninguém faz um som. O pequeno corpo bate na água como um avião batendo na lateral de uma montanha. O alfa, beta e gamma, começam a agir, nadando para a área onde a pessoa afundou. O alfa grita, seu lobo está enlouquecendo repetindo, "Ache-a. Ache-a...ache-a!" Eles mergulham e o beta emerge com uma pessoa pequena em seus braços. Alfa pega a garota do seu beta, colocando-a no chão. Os homens estão chocados com o que veem. Ela está coberta de cicatrizes e ferimentos. Seu corpo está retorcido e quebrado. Beta pergunta: "Quem poderia ter feito isso com alguém tão indefeso?" Alfa cai de joelhos, repetindo, "COMPANHEIRA...COMPANHEIRA...COMPANHEIRA!"”