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A Menina Salva pelo Alfa

Capítulo 2 Dois

Palavras: 852    |    Lançado em: 13/02/2025

e Vista

r. Saltei da cama, corri até o armário e lá estava o vestido mais bonito que eu já tinha visto na vida. Era a coisa mais linda que eu já possuí. A maior parte das minhas roupas mal passava de trap

me perguntando por que, de repente, minha mãe tinha comprado aquilo e por que ela estava tão feliz. Eu nunca a deixava feliz. Ela nunca tinha comprado n

tinha virado o registro o suficiente para desligar toda a água quente. Mesmo assim, eu não conseguia evitar a esperança de que, de algum jeito, meus pais tivessem percebido que eu também era filha deles, que eu não era tão feia ou burra assim. Talvez dez fosse um número mágico para as meninas da nossa família. Talvez elas só pudessem ser amadas depois dos dez anos. Já ouvi histórias estranhas sobr

i os dentes e desfiz os nós do meu cabelo recém-lavado o mais rápido que pude. Deixei a toalha cair, mas a peguei do chão e a pendurei direitinho. Eu não queria f

"Hoje é um dia importante, e precisamos te deixar o mais bonita possível", falou, sorrindo. "Sei que você só tem dez ano

ava usando o link mental com alguém. Provavelmente meu pai. O link mental é outra coisa que você pode fazer com a alcateia depois que recebe seu lobo - embora eu já tenha ouvido conversas na casa da alcateia de que os casais ganham uma conexão especial quando se torn

ulosos. Tinha cabelos castanhos compridos que caíam até os ombros. A barba e o bigode tinham a mesma cor do cabelo. Ele me encarava com os olhos dourados mais b

o meu pai, que estava ao lado dele, sorrindo. Isso ta

atia, esse é o Alfa Thomas Crane da Alcateia Blood M

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A Menina Salva pelo Alfa
A Menina Salva pelo Alfa
“Meu nome é Amelia, e estou apenas tentando sobreviver até que meu companheiro predestinado chegue. O que pode ser mais fácil falar do que fazer. A rejeição é a última gota. Sussurrando minha aceitação de sua rejeição. Corro pela casa do bando, sobre o gramado bem cuidado até a floresta. "Desculpe, minha doce garota", eu digo para minha loba. Desculpe por estar presa a mim e ter sofrendo tudo que eu passei. Ela sussurra: "Não é sua culpa, Amelia." Nós chegamos a um penhasco com uma cachoeira. A dor continua me atingindo. Eu preciso que pare. Minha doce garota e eu só queremos paz, eu continuo correndo e salto do penhasco. Salto, estendo os braços por completo, com lágrimas escorrendo pelo meu rosto, caio, sem fazer um som, esperando pelo doce esquecimento onde nada mais será sentido. "Eu te amo, minha doce garota! Até a gente se encontrar de novo", minha loba respondeu justo antes de batermos na água, "Eu também te amo, Katia. Eu nunca lamentei um momento com você." A matilha Glowing River está tendo seu último churrasco do verão próximo a cachoeira em suas terras. Os adultos estão rindo e brincando enquanto assistem os filhotes brincarem. O alfa, beta e o gamma estão nadando com algumas das crianças mais velhas e jogando Marco Polo. Alguém grita, "Minha Deusa, alguém acabou de pular da cachoeira!" Todos ficam paralisados enquanto assistem o que parece ser uma criança caindo de braços abertos, ninguém faz um som. O pequeno corpo bate na água como um avião batendo na lateral de uma montanha. O alfa, beta e gamma, começam a agir, nadando para a área onde a pessoa afundou. O alfa grita, seu lobo está enlouquecendo repetindo, "Ache-a. Ache-a...ache-a!" Eles mergulham e o beta emerge com uma pessoa pequena em seus braços. Alfa pega a garota do seu beta, colocando-a no chão. Os homens estão chocados com o que veem. Ela está coberta de cicatrizes e ferimentos. Seu corpo está retorcido e quebrado. Beta pergunta: "Quem poderia ter feito isso com alguém tão indefeso?" Alfa cai de joelhos, repetindo, "COMPANHEIRA...COMPANHEIRA...COMPANHEIRA!"”