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A Menina Salva pelo Alfa

Capítulo 3 Capítulo 3

Palavras: 888    |    Lançado em: 13/02/2025

scolhida, ela apenas ficou ali. Absolutamente nenhuma reação, nem mesmo um sinal de emoção no rosto dela. Sua mãe a puxa do último de

ele cabelo preto escuro, pele de porcelana, lábios rosados naturais, e

mbora eu vá ter que esperar até que ela se torne uma mulher para acasalar com ela, existem outros tipos de treinamento

olha pra mim", ela move os olhos para olhar nos meus, mas de alguma forma ela dominou a arte de olhar sem realmente ver. Isso é enfurecedor, e eu acredito que ela sabe disso. Acredito qu

coisas, que tal pararmos para um jantar de aniversário com bolo e

la tentou fugir e quase foi espancada até a morte por isso. Eles não sabiam se houve algum tipo de dano no

o de controle. Veremos quanto tempo ela aguenta as

eu chamo o nome dela "Amelia", ela se vira e olha na minha direção, "Você tem 15 minutos para pega

spera pela Amelia?" Eu balanço a cabeça indicando que estava bem e não

vez que partirmos, eu nunca mais quero ver vocês dois novamente. A menina é minha para fazer o que eu quiser com ela. Ela nunca mais vai retornar aqui pois, caso ela não aprenda o que eu espero e obeça, ela vai morrer nas minhas m

s dela e eu tínhamos. Meu lobo podia ouvir as respirações rasas que ela dava. Era quase como se ela fosse um fantasma, mas você podia vê-la. Vou me divertir mu

o fantasma?" Eu pergunto, e claro, não há resposta ou movimento. "Diga adeus aos seus pais, Amelia." Eu

respondendo a ele. "Alpha," ele diz. "Nossa pequena Luna apareceu sem você, e eu não sabia

o de trás e vamos buscar algo pa

á algo nela que é de outro mundo, mas não entendo o quê. Ah, não importa, ela será o

a descobrir a fera

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A Menina Salva pelo Alfa
A Menina Salva pelo Alfa
“Meu nome é Amelia, e estou apenas tentando sobreviver até que meu companheiro predestinado chegue. O que pode ser mais fácil falar do que fazer. A rejeição é a última gota. Sussurrando minha aceitação de sua rejeição. Corro pela casa do bando, sobre o gramado bem cuidado até a floresta. "Desculpe, minha doce garota", eu digo para minha loba. Desculpe por estar presa a mim e ter sofrendo tudo que eu passei. Ela sussurra: "Não é sua culpa, Amelia." Nós chegamos a um penhasco com uma cachoeira. A dor continua me atingindo. Eu preciso que pare. Minha doce garota e eu só queremos paz, eu continuo correndo e salto do penhasco. Salto, estendo os braços por completo, com lágrimas escorrendo pelo meu rosto, caio, sem fazer um som, esperando pelo doce esquecimento onde nada mais será sentido. "Eu te amo, minha doce garota! Até a gente se encontrar de novo", minha loba respondeu justo antes de batermos na água, "Eu também te amo, Katia. Eu nunca lamentei um momento com você." A matilha Glowing River está tendo seu último churrasco do verão próximo a cachoeira em suas terras. Os adultos estão rindo e brincando enquanto assistem os filhotes brincarem. O alfa, beta e o gamma estão nadando com algumas das crianças mais velhas e jogando Marco Polo. Alguém grita, "Minha Deusa, alguém acabou de pular da cachoeira!" Todos ficam paralisados enquanto assistem o que parece ser uma criança caindo de braços abertos, ninguém faz um som. O pequeno corpo bate na água como um avião batendo na lateral de uma montanha. O alfa, beta e gamma, começam a agir, nadando para a área onde a pessoa afundou. O alfa grita, seu lobo está enlouquecendo repetindo, "Ache-a. Ache-a...ache-a!" Eles mergulham e o beta emerge com uma pessoa pequena em seus braços. Alfa pega a garota do seu beta, colocando-a no chão. Os homens estão chocados com o que veem. Ela está coberta de cicatrizes e ferimentos. Seu corpo está retorcido e quebrado. Beta pergunta: "Quem poderia ter feito isso com alguém tão indefeso?" Alfa cai de joelhos, repetindo, "COMPANHEIRA...COMPANHEIRA...COMPANHEIRA!"”