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A Menina Salva pelo Alfa

Capítulo 4 Quatro

Palavras: 870    |    Lançado em: 13/02/2025

e Vista

possível que ele estivesse pensando em tomar aquela menininha como companheira. Ela era uma criança. A forma como ela ficava ali parada, encarando tudo sem dizer uma única palavra, era perturbadora. O cab

a visto essa conexão uma vez, quando os pais do Thomas eram Alfa e Luna. Era incrível de assistir, algo completamente diferente do vínculo tradicional de companheiros. A única função dos Gamas era cuidar da Luna quando o companheiro dela não podia. Mas a pequena contin

ído com o celular. Abri um link com o Gama e perguntei: "Ei, o que houve? Você não parece nada bem." Ele olhou para a menininha sentada ao lado dele, agarrad

tudo. Não queria que o Thomas percebesse o quão especial a Luna era. Se ele desc

um que fosse "tocada pela lua" significava possuir parentesco com a nossa Deusa da Lua, Selene. Podia ser homem ou mulher, mas ninguém sabia o grau

ma', minha mente foi inundada por imagens da vida dela até agora. Acredite, não é nada bonito. Ela está se comunicando comigo, me

nossa primeira Luna do Alfa, e ela era a companheira destinada dele.

ovisor enquanto ele respondia: "Minha avó era tocada pela lua." Certo, eu precisava pen

k mental com ele. Ele disse: "Ela está ouvindo nosso link desde que começamos a conversar. Não falei nada porque queria que ela entendesse que pode confiar na gent

e fazê-la se sentir segura antes de mostrar quem ele realmente é." Olhei para a Luna Katia para ver

to e não tinha paciência com crianças. Quando entramos na cidade dos shifters, qu

Vai ter bolo e sorvete, e depois vamos mais para o centro da cidade escolher um presente par

a e seguir logo atrás da Luna deixou claro

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A Menina Salva pelo Alfa
A Menina Salva pelo Alfa
“Meu nome é Amelia, e estou apenas tentando sobreviver até que meu companheiro predestinado chegue. O que pode ser mais fácil falar do que fazer. A rejeição é a última gota. Sussurrando minha aceitação de sua rejeição. Corro pela casa do bando, sobre o gramado bem cuidado até a floresta. "Desculpe, minha doce garota", eu digo para minha loba. Desculpe por estar presa a mim e ter sofrendo tudo que eu passei. Ela sussurra: "Não é sua culpa, Amelia." Nós chegamos a um penhasco com uma cachoeira. A dor continua me atingindo. Eu preciso que pare. Minha doce garota e eu só queremos paz, eu continuo correndo e salto do penhasco. Salto, estendo os braços por completo, com lágrimas escorrendo pelo meu rosto, caio, sem fazer um som, esperando pelo doce esquecimento onde nada mais será sentido. "Eu te amo, minha doce garota! Até a gente se encontrar de novo", minha loba respondeu justo antes de batermos na água, "Eu também te amo, Katia. Eu nunca lamentei um momento com você." A matilha Glowing River está tendo seu último churrasco do verão próximo a cachoeira em suas terras. Os adultos estão rindo e brincando enquanto assistem os filhotes brincarem. O alfa, beta e o gamma estão nadando com algumas das crianças mais velhas e jogando Marco Polo. Alguém grita, "Minha Deusa, alguém acabou de pular da cachoeira!" Todos ficam paralisados enquanto assistem o que parece ser uma criança caindo de braços abertos, ninguém faz um som. O pequeno corpo bate na água como um avião batendo na lateral de uma montanha. O alfa, beta e gamma, começam a agir, nadando para a área onde a pessoa afundou. O alfa grita, seu lobo está enlouquecendo repetindo, "Ache-a. Ache-a...ache-a!" Eles mergulham e o beta emerge com uma pessoa pequena em seus braços. Alfa pega a garota do seu beta, colocando-a no chão. Os homens estão chocados com o que veem. Ela está coberta de cicatrizes e ferimentos. Seu corpo está retorcido e quebrado. Beta pergunta: "Quem poderia ter feito isso com alguém tão indefeso?" Alfa cai de joelhos, repetindo, "COMPANHEIRA...COMPANHEIRA...COMPANHEIRA!"”