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Tank: Aos pés da Flor sem dono

Capítulo 4 04 - Meu amor, meu erro

Palavras: 1083    |    Lançado em: 10/04/2025

em da máfia, um homem marcado por dores que o transformaram, temido pela s

mais forte, mais perto, subiu a mã

ido nada parecido, nem mesmo t

sobre dor, crue

diam amar, como aprender

antes segurava o rosto del

podia ser

as. Cuidadoso, quase como se

escoço delicado, desenhou os ossos da clavícula expost

laçar sua cintura. Pressionou o corpo contra o dela, a respiraçã

ue não, o corpo i

. Em vez disso, encontrou apenas um olhar doce, meio tímido, a pele vermelha e uma esp

o, a prendeu junto a ele, por desejo, mas tamb

pressas, entre suspiros, beijos intensos, gemidos abafados pela língu

te toda a vida. Tank nunca havia olhado para ela daquele jeito, mas agora parecia que já a

Ta

voz perdida no que queria, no so

is firme como se dissesse que ela seria dele

eria ouvir.

escoço de Dállia. O cheiro doce, as unhas dela cravadas

er se ela o queria, não podia ser como o pai.

lhar carinhoso e n

ndo. Ela com o rosto corado, os

ado pela urgência de sentir mais, de esqu

promessas, nem dec

necessidade incontrolável. E só quando o corpo s

os. A satisfação o fez descansar o ro

ado a ela, o peito subindo e descendo em

não podia amá-la. Ele a q

trou, sem despedidas, só a

s amassadas, sentiu o cheiro de

se estivesse prestes a enfrentar u

nk contasse para o pai, a vergonha de ter feito amor por vo

um dos seus medos se to

da daquilo tivesse acontecido,

enlouquecia, não sabia o

ser deliciosa. Colocou na frente do rapaz um prato

enfiou a mão suja no prato e co

os encheram de lágrimas, se virou para a b

Ela se recusava a acreditar que aquilo não tinha signific

ela tinha se t

para o marido com o rosto

Que me matar de co

osto de Dállia, a massa fétida e noje

m bolinhos cheios de óleo depois d

do que havia acontecido. Tank, sentado à mesa, continuava tranquilo, foc

sempre a humilhava, mas daquela vez ela olhou para Tank, esperando qualque

ao menos

osto. Focou na cortina branquinha, um véu delicado que ela havia retirado de um dos vestidos que a enteada

, ela acha

Dállia voltou para cozinh

rpresa que teve a deixou

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Tank: Aos pés da Flor sem dono
Tank: Aos pés da Flor sem dono
“Ele foi criado para a violência. Ela foi vendida para a submissão. Mas o destino os fez transgredir todas as regras. Tank sempre soube que amor era fraqueza, isso até seus olhos cruzarem com os de Dália. A única mulher que ele jamais poderia ter. Esposa do seu próprio pai. A jovem que foi forçada a carregar um sobrenome que não escolheu. Entre sombras e silêncios, eles viveram um romance proibido, condenado antes mesmo de começar, ardente como as chamas que queimavam no peito do mafioso. Quando Russo é assassinado, Dália finalmente conquista a liberdade que nunca teve. Pela primeira vez em sua vida, ela pode respirar, sonhar, viver. E não pretende mais ser a sombra de um homem, nem mesmo de Tank. Mas o desejo que os une é mais forte do que as correntes que os separaram. E Tank precisa enfrentar um dilema brutal, deixar Dália partir ou lutar contra os próprios demônios para merecê-la. No mundo da máfia, amor e morte caminham lado a lado. E quando a obsessão fala mais alto que a razão, a única certeza é que ninguém sai ileso. Nem mesmo as flores.”