Nar
u no corredor e eu fiquei por último, observando. Hope ainda conversava com a mãe dela, sorrindo
i as escadas devagar, mãos nos bolsos da calça, passos firmes no piso de madeira. O som do meu próprio and
uarto novo dela. Aquele maldito quarto que agora era dela. Não sei por que fiz isso. Curiosidade? Id
cres
Era uma mulher. Corpo de mulher, olhos de mulher. Olhar firme
iam baixinho. Fui até o meu quarto e entrei. Fechei a porta
a - mu
quase gelado. Eu precisava esfriar o sangue. Só que não adiantou nada. A imagem d
tem noção do efeito que ca
miseta preta, e fui até a janela. Da minha janel
poucos metros de mim. A poucos se
a. Quer ela dentro da família. N
aqui dentro. Não entende o tipo d
s olhos, apertou m
ndo a pele dela encostou na minha, meu corpo rea
e. E eu estou aqui, tentando não cede
controle não
cama, pensando nela. No maldito vestido, no sorriso, no toque da mão. Tomei banho quente, vesti calça preta, c
é que. Desde que eu fiquei viúvo, que não consig
sos e cercas de ferro. O portão abriu assim que me aproximei. Dois dos novatos
, imponente, com cheiro de madeira antig
eflexos, mandei repetir cada movimento até os braços deles fa
po, isso custa vidas. - rosnei, em
i uma cerveja gelada e sentei no canto, suado, o corpo
dos homens muda, os olhos evitam o dele. Entrou com aquele anda
principal. - ele disse
ncostei na parede, braç
- Ela voltou formada, adulta, pronta. Precisamos unir o sangue dela a algum a
avar. Meu pai olhou
opções. Gente confiável. Fo
ridinho. Obediente, metódico.
e começou a ferver. Então é pra isso essa maldita festa? Um desfil
e de quebrar
r minha. Eles ainda não sabem disso, talvez nem ela saiba. Mas eu sei. Desde que
aliadas, nomes que não significavam nada pra mim. Eu
Não aqui. Não ago
itir. Ela não vai ser jogada na cama de
ro. Se tiver que enfrentar meu pai, o c
utro. Nem por honra. Nem
er minha,
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