Nar
a mãe, na casa onde eu cresci. Me espreguicei, fui até o banheiro, escovei os dentes, lavei o rosto e prendi o cabelo num coque d
á estava posta com perfeição - toalha de linho, louças f
r - comecei a dize
u com um so
a, minha filha. Agora vive na ala da famíli
es, decididos. Virei na direção da entrada e vi uma mulher loira, de olhos claros, alta e
- minha mãe disse,
deu. Apenas lançou
de açúcar. E aquelas torradas integrais, já sab
da, tentand
quem
segundo, ajeitand
viajando, provavelmente chegou hoj
o, então. A noiva do Don. Não tinha gostado de mim à p
ço entrelaçado no dele, como se quisesse deixar claro o território que ocupava. Se Sentou à mesa me lançando olhares s
Mas o jeito como me encarava, como
rtando o assunto sem pensar
teiga na torrada, respon
cedo. Toma
tada estranha que senti no peito. Meu
Já que você estudou números, vai começar na
u lado, padrinho. - respondi, sorri
parecia me odiar sem motivo. Ainda assim, engoli em seco, mantive a postura e tomei meu café em silênci
ma comitiva de carros à espera. SUV's pretas, vidros escuros, soldados armados, atentos. Como se estivessem indo para guerra
presença, é comando. A cidade passou rápido pela janela, e quando viramos na entrada principal da Collins Group, os se
ava do Don sem autorização. Entramos juntos, e os olhares começaram. As recepcionistas abaixar
ao lado dele. Eu sabia que essa apresentação era mais que formalidade. Era ele colocando meu nome
ores, já reunidos, se levantaram assim que entramos na
afilhada. A menina que eu vi crescer. Que cruzou o oceano e voltou forma
levemente pela cintura, me
E minha confiança. Tudo o que ela disser aqui dentro dev
Um ou dois, desconfiados. Mas nenhum ousou contestar. Com o Don fal
da centavo que entra e sai dessa empresa. Quero ela afiada, por dent
azer recebê-la. - o home
nhorita Hope. -
tom firme, sem demonstrar a avala
mpre deixando claro que eu não era qualquer uma. E quando saímos da sala, eu já não er
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