Nar
r tudo. Ela sempre foi minha primeira ouvinte, mesmo quando eu era pequena e voltava da escola com mil
l, senhorita Hope. Organizan
m com o tamanho daquilo tudo. As paredes altas, lustres imensos pendendo do teto, e o cheiro forte das flores recém-chegadas. As mesas ainda estavam sendo posic
sobre as mesas com um olhar minucioso. Aquilo me arrancou um sorriso. A empregada simples que cresceu
. Quando ela me viu,
sorriso largo e veio até
odos da diretoria. Disse que eu sou da confiança dele, e q
emocionada. - Você não tem ideia do que isso
ado co
cando de que ninguém estava ou
tar de você lá dentro. Tem duas filhas e o Don nunca deu oportunidade pra nenhuma. A
e mim mais cedo. A desconfiança não me assusta
- disse ela, voltando ao modo prático de sempre. - E
da família com o
tir, meu estômago roncou. Quando cheguei lá, uma das cozinheiras já se apressava pra montar uma mesa separada
r favor. Hoje eu quero
surpresas. Algumas sor
ode almoçar lá em cima, na sala de refeições - coment
resci nesse canto da cozinha, sentada nesse banco torto ali do can
preocupação. Sentamos lado a lado, como fazíamos quando eu era criança, e os out
da festa que seria à noite, dos arranjos florais, da correri
ra apresentar a senhorita H
o riu, e
ei devagar, sentindo a água quente envolver meu corpo e levar embora qualquer resto de tensão. Fiquei ali por longos minutos, de olhos fechados, só ouvindo o som da água
im encorpado que abraçava minhas curvas com perfeição. Tinha alças finas e um decote em coração que deixava meus ombros à mostra com elegância. A cintura era marcada
rosto, fiz uma maquiagem mais marcante que o habitual. Pele bem feita, iluminada nos pontos certos, olhos esfumados em tons ter
a frente, moldando meu rosto com suavidade. Coloquei os brincos pequeno
escoço e pulsos. Floral com fundo
ava deslumbrante. Mas, acima de tudo, estava segura. De
rei f
apenas um baile. Seria
me dizia, essa no
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