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O Conde E Eu

Capítulo 2 A Dama das Sombras

Palavras: 1211    |    Lançado em: 26/05/2025

fosse ele - Edward, o homem cuja sombra agora voltava a cobrir a propriedade como uma névoa fria. Quando partira, jurara a

screvia cartas em noites de tempestade e

e condessa. Ainda era cedo para reclamar tal título. O casamento precisava ocorrer primeiro. Um p

amou uma criada, ap

o corredor e vi

m, M

cia vinda de Londres.

ndível: o selo da Baronesa Fairmont, sua antiga patronesse e, durante algum tempo, algo

a, Molly.

dosos, rompeu o selo. A carta era curta

ida E

mbro-me bem da última vez em que mencionaste o nome dele com tanto veneno na língua quanto um escorpião. Diga-me, minha cara, és capaz

o de saudad

sa A.

algo dela - seja uma reconciliação poética ou uma tragé

Eleanor caminhava pelos jardins ao lado de Lady Beatrice, uma viúva idosa e vizinha constante da família Blackw

s - comentou ela, sem cerimônia. - Espero que n

sorriu

or. Apenas que

Beatrice deu de ombros. - Mas cuidado, minha jovem. Homens perigosos

e, um passo eco

se Edward, aproximando-se com um sorriso ladeado. -

uma sobrancel

nda dormia. Os demônios

- respondeu ele, com

para parecer afável ou se aquilo era sua forma natural de seduzir até as pe

enhas coisas mais interessantes

m a sós, Eleanor

e espio

- Mas, se por acaso esbarrei e

e sempre um acidente.

ueou uma s

ando mágoas ou t

vez o

dando um passo mais perto -, mas estaríamos am

promessas quebra

re fogo. E, por um instante, nenhum deles falou. O vento brincava com os ca

, mudando de assunto. - E será no fim

ão dec

até aqui p

rmeza dela. Estava diferente

. Casaremos no dia

ou a cabeça. - Depois

rriu,

a foi parte

dera o sono, e a presença de Edward a deixava inquieta. Estava prestes a subir a e

imou-se e

ra sua voz, mais rouca, mais baixa. -

guntou outro homem. A voz era de Lachl

la nunca me perdoou por tê-la abandon

aquilo fosse mesmo sobre poder. Mas era ele quem a obrigava a isso. Um homem que retorna s

to, encontrou algo inesperado

. Apenas a flor, fresca, pe

e imediato

se ignorar o gesto, seu corpo -

edos e, antes de dormir, pensou em algo

la ainda

lado a lado, como se formassem uma unidade inquebrantável: O Conde Edward Blackwell e Lady Eleanor As

o tempo duraria tal união. Eleanor ignorava as cartas e bilhetes que chegavam a cada hora. Mas havia um nome e

sara sua proposta dois anos

ida E

antos anos. Sei que tua inteligência não se curva facilmente a convenções, então pergu

eito e l

sta

carta com d

ções e interesses e

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O Conde E Eu
O Conde E Eu
“Em uma Inglaterra vitoriana regida por convenções e segredos, Eleanor Ashford é uma jovem escritora ousada que foge às regras da sociedade. Quando seu caminho cruza com o enigmático e poderoso Conde de Ravenshire, um homem assombrado pelo passado e pelas expectativas do título que carrega, os destinos de ambos colidem em um contrato que deveria ser apenas formal, mas logo se transforma em um campo de batalha entre orgulho, paixão e segredos perigosos. Entre bailes luxuosos, cartas secretas, escândalos e encontros proibidos, Eleanor se vê dividida entre o dever e o desejo, enquanto o conde luta contra a única coisa que jamais pôde controlar: seu próprio coração. Uma trama intensa de amor, vingança, erotismo e redenção - onde até mesmo os contratos podem queimar com o calor do toque certo.”