Paulo como se estivesse fugindo
de silêncio. De espaço. De tempo. Mas nem o motor suave do carro
tificar a fuga. A verdade? Ele precisava respirar. Precisava escapar da presença de Amanda, de seus olhos g
a bagunça
stionando certezas que ele pensava inabaláveis. Amanda era mais que uma mulher bonita. Era uma ame
, estacionou em fr
to. Ali, diante do mármore frio da família, ele não precisava fingir. Não precisava ser o
. Os passos pesados, a respiração curta, o nó na garga
iante d
das, como o homem que tinha sido em vida. Duro
repio subir pelo braço. E então, como quem precisava
ucura. - A voz saiu rouca, baixa. - M
do os dedos contra o túmulo como se q
recisava de uma mulher ao meu lado pra imprensa parar de esp
a "controle" doeu na bo
u não sei mais quem
mãos nos bolsos do paletó, tentando c
o homem que eu finjo ser... mas o cara que eu escondi até de mim. Ela me olha como se me conh
ulavam na garganta como pedras. Difí
e assus
iltro. A mais honesta que já
m melhor e, ao mesmo tempo, me faz lembrar do quanto ainda sou falho. Frio. Ferido. - A
cabeça,
ue eu não sei o que faz
cio res
sem
e nunca aceitaria um filho apaixonado por alguém fora dos planos. Do pai que s
desconfiar que, pela primeira
i. E agora eu não sei
ncarando o mármore como se esperasse
árvores e fazendo com que uma folha seca caísse bem aos seus pé
caminho. Frágil e poderosa. E ele não sabia se dever
o, mais confus
crescendo como uma s
imaginar um mundo ond
precisa
parede parecia ecoar os silêncios incômodos entre ela e Lucca. Onde cada passo soava falso,
o bairro da Liberdade como refúgio - movimentado, colorido, cheio de v
ites orientais e turistas tirando fotos. O cheiro de missoshiro, doces de feijão e chá verde
Luc
esde o beijo - aquele maldito beijo que ainda queimava em sua pele
a no pescoço, um gesto automático, tentand
ção. Número
andar e des
Ele nem esqueceu a outra. V
no estômago. Um balde de água
ção di
alavras pareciam se reconfigurar a cada leitura, mas a do
a havia acabado de ler. Como se todos fossem cúmplices daqu
m. E ela ali, no meio da calçada, paralisada com uma verda
a aquel
cordo? O que sa
ra"... e
uilo não apagava o estrago. Não desfazia a dúvida q
não via mais as vitrines. Não sentia mais os aromas. Tudo ao redor se d
ra só pela
a que aquela m
sentia algo por ela. Se o beijo tinha sido só impulso. Se ela era
avras
a que ele
ra um labirinto onde ela se perdia. Às vezes ele par
esqueceu
tivesse lutando contra um fantasma que não podia vencer. A
mpetir
eimar ness
encontrou e se sentou perto da vitrine. Pediu um chá que não
sentir o que
ra tarde
ndo nas rachaduras do seu coração. E a pior parte era que ela não
não tivesse sido ass
tenha sido se
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