nciosos da mansão. Encontrou Amanda na biblioteca, sentada no sofá próximo à janela, com um dos romances abertos
- ele disse, a voz grav
e instante mudaria tudo. Levantou os olhos para ele co
hoje - começou. - Alguém me al
o maxilar travado,
agem d
andou. O que importa é o que isso signifi
s cabelos, um gesto d
tulo da minha vida. Eu não a am
ê ainda p
o que você es
, de qu
rpos próximos, entre palavras não ditas. Amanda esperou, os olhos atentos, mas Lucca d
com a voz embargada. - De estar me entregan
nela. Com uma delicadeza surpreendente, segurou as mão
uito mais do que planejei. Isso me confunde, Amanda. Porque eu passei anos achando que era
o um impacto. Amanda respirou fundo
. - Mas eu não sou a Laura. E se você m
quero te
lha. Me priorize. E me conte
o algo sagrado. Os dedos deslizaram pela curva do maxilar, pelo pescoço, e Amanda sentiu um arrepio p
onheci - ele sussurrou contra os lábios
os lábios dele tocarem os seus com delicadeza, mas com um
como se precisasse senti-la inteira ali, real, viva. As mãos de Amanda subiram por dentro da camisa dele, sentindo a pe
ssem tentando costurar as feridas um do outro com desejo contido. Mas ainda havia
ofegantes, Lucca enco
Mesmo que tudo pareç
as mãos, e mesmo com o coração a
cca. Mas também não quer
os olhos cra
Você é o sol depois d
zer mais nada, se deixou ficar ali, nos braços dele. Pela primeira ve
ão era a paixão que a mantinha desperta, acesa sob os lençóis. Era o
minuto, a lembrança da mensagem anônima voltava como um eco venenoso, corroendo a segurança que começava a cons
gia sempre que fechava os olhos - às vezes sorrindo, às vezes distante. E, em todas as
, de ser comparada, descartada, substituída. E Amanda jurou, diante do espelho, com o
medos e seus desejos com a mesma facilidade. E, por mais que dissesse com palavras que Laura era passado, Aman
provar. Não com frases bonitas ou olhares carregados d
nha: um coração remendado, mas inteiro. E isso, ela sabia,
e o desafio mais difícil qu
a ta
sua mente vagava inquieta. O silêncio da mansão parecia mais d
entrou na sala com
na portaria, senhor
sentiu um arrepio subir pela espinha. Era leve, porém den
m cerimônia. Quando puxou o conte
to
ecidas por algum parente ou curioso. Mas confor
a e
lhares cúmplices, beijos. O passado e
o cruel quanto
nda e confiante, com a mão enlaçada no braço de Lucca, na porta de um restaurante caro no centro da cidade. El
entiu o
oração batia tão forte que doía. A imagem final parecia tatuada em sua retina. A confiança que
stava fechada. As lágrimas vieram sem aviso
Medo. Decepção. E, acima de tudo,
só um papel bem interpretado, um rosto bonito para encobrir as ver
juntar as fotos. Mas era inútil. As i
o casamento por contrato,
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