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Tarde Demais Para Amar: O Arrependimento do Magnata

Capítulo 4 

Palavras: 485    |    Lançado em: 19/06/2025

inuava com su

tes persas, obras

a capricho, o rosto i

scente apaixonado, b

o peito se transformando

e olhara da

m objeto. Para ela

entrei no

lá, mexendo na

pequena caixa de

a única lembrança

angue

endo?" perguntei, a

a sorri

nha feia.

a de música sobre

importante

Ela riu. "En

q

com jeitinho. Ta

para a caixa de m

anções de ninar

dia perde

ulho, minha ra

os jo

no chão frio

Devolva. É tudo o qu

m arrastadas, che

de cima, o despr

tét

briu

ca caiu, espati

nas engrenagens, a melodi

ão se que

reagir, Isabella grit

ozelo! Sofia

rou corrend

ramingando. Viu os restos

aqui?" ele rosnou

minha caixa de música!" Isabel

E se jogou no chão!" Eu tentei me defende

não me

e Isabella, examinando o

tá bem,

u, o rosto ver

Como ousa machu

ou pelo braç

der a não tocar

ara fora do quart

depósito escuro e úmido no

entro como um

e pense no

u, a escurid

chão frio,

, da injustiça

is para

lhida, tremendo

oltou, ma

i a de

te amei tanto... me arre

da minha boca, per

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Tarde Demais Para Amar: O Arrependimento do Magnata
Tarde Demais Para Amar: O Arrependimento do Magnata
“Minha mãe estava à morte e, para salvá-la, aceitei trabalhar como acompanhante de luxo para Ricardo Oliveira. Ele era um magnata, dez anos mais velho, mas sua gentileza e seus mimos me envolveram num conto de fadas. Ele me deu um apartamento, roupas caras, e até prometeu realizar meu sonho de ser estilista em Lisboa. Acreditava que, finalmente, tinha encontrado o amor verdadeiro, apesar de tudo. Mas então, Isabella Rossi, seu grande amor do passado, voltou da Itália. Ela me encontrou em meu "lar dos sonhos", fria como gelo, e me ofereceu cinco milhões para sumir da vida dele. Ainda assim, eu hesitei, agarrada à tola esperança de ser amada. Isabella me submeteu a um teste cruel para provar a lealdade de Ricardo: uma falsa emergência versus uma real. Ele, sem hesitar, correu para ela, me abandonando. Ele me viu ajoelhar para implorar por uma caixinha de música de minha avó e deixou Isabella quebrá-la. Depois, me culpou e me trancou num depósito. A humilhação pública veio quando, em uma festa, ele me negou, dizendo: "Não conheço essa moça." Tudo o que eu achava ser amor e um futuro se desfez em pedaços. Eu era apenas uma ferramenta para o ciúme dele, um eco, uma substituta descartável. A dor da traição era excruciante, mas a cegueira finalmente se dissipou. Como pude ser tão ingênua? Com o pouco de dignidade que me restava e o cheque dela, decidi que era hora de recomeçar. Eu não seria uma vítima para sempre. Lisboa e meu sonho de ser estilista me aguardavam. Era hora de ir embora.”