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Tarde Demais Para Amar: O Arrependimento do Magnata

Capítulo 5 

Palavras: 418    |    Lançado em: 19/06/2025

tempo fiquei na

lvez um d

mento, a po

e luz invadi

o ali, a silhueta re

lirar? Ouviu me

ia, não me

m quarto d

ranco, s

numa poltrona ao lado

estava acordada,

. como s

Não queria que

i a única coisa que consegu

eceu su

quarto e volto

os, a caix

olada. Mas as racha

nunca ma

minha mesinha

. Sinto muito pel

a parte de mim e achava que

disse, minimizando.

nha dignidade esmagada,

ção. "Era apenas um acordo, Ricardo. Eu sou sua acomp

nos olh

osição. Não tenho

me olhou

va lágrima

o meu rosto par

r com isso?" ele perg

o controle sobre mim

sse responder, o

para a tel

avizou insta

tou aqui... J

olhou para m

ir. Fiq

ando sozinha no q

ada nov

vez, não d

va anes

caixa de músi

mantida". Era

s, cuidava de mim qu

r. Era posse. E

amada de ve

a, talvez. Usa

a por obrigação e ser amada

e eu finalme

ta no dia

ento. Isabella estava

ign

dois dias para

ara a minha

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Tarde Demais Para Amar: O Arrependimento do Magnata
Tarde Demais Para Amar: O Arrependimento do Magnata
“Minha mãe estava à morte e, para salvá-la, aceitei trabalhar como acompanhante de luxo para Ricardo Oliveira. Ele era um magnata, dez anos mais velho, mas sua gentileza e seus mimos me envolveram num conto de fadas. Ele me deu um apartamento, roupas caras, e até prometeu realizar meu sonho de ser estilista em Lisboa. Acreditava que, finalmente, tinha encontrado o amor verdadeiro, apesar de tudo. Mas então, Isabella Rossi, seu grande amor do passado, voltou da Itália. Ela me encontrou em meu "lar dos sonhos", fria como gelo, e me ofereceu cinco milhões para sumir da vida dele. Ainda assim, eu hesitei, agarrada à tola esperança de ser amada. Isabella me submeteu a um teste cruel para provar a lealdade de Ricardo: uma falsa emergência versus uma real. Ele, sem hesitar, correu para ela, me abandonando. Ele me viu ajoelhar para implorar por uma caixinha de música de minha avó e deixou Isabella quebrá-la. Depois, me culpou e me trancou num depósito. A humilhação pública veio quando, em uma festa, ele me negou, dizendo: "Não conheço essa moça." Tudo o que eu achava ser amor e um futuro se desfez em pedaços. Eu era apenas uma ferramenta para o ciúme dele, um eco, uma substituta descartável. A dor da traição era excruciante, mas a cegueira finalmente se dissipou. Como pude ser tão ingênua? Com o pouco de dignidade que me restava e o cheque dela, decidi que era hora de recomeçar. Eu não seria uma vítima para sempre. Lisboa e meu sonho de ser estilista me aguardavam. Era hora de ir embora.”