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Um Amor Em Ruínas

Capítulo 4 

Palavras: 487    |    Lançado em: 19/06/2025

que estava encostado a uma pare

Desculpa, o Tiago ent

, a voz vazi

upes, Sofia.

rpreendida com

orta? Foste pisado,

s. Não há mais amor entre

om raiva à ind

de, pelo menos! Afinal, ainda somos... no

rriu. "Responsab

ideia de que o relacionamento era uma trans

ponsabilidade." Ele indi

u-lhe o tornozelo com uma

eu próprio lenço e im

terno. Ricardo sentiu um arre

o telemóvel dela

stado, não me deixes sozinho!"

o a toldar-lhe o rosto. "Es

olhou para Ri

cebeu a sua

dele era neutra. "Dispenso-te da

preendida com a

s t

deixares sozinho." Havia um leve sarcasmo na sua v

ada, R

rtiu apressadamente

vo

r no tornozelo a misturar-s

um táxi e volto

suas coisas para a mu

a por um momento, depois atirou-a para

pequenas lembranças do

dos os vestígios

o-se inquieto, foi a um bar em

is do qu

femininas familiares. Eram amig

falar alto

ia vai mesmo

fugir do altar! Vai da

sa que pode comp

o sangue a fe

a, a mais faladora, disse alg

ão por ele. Que nunca o amou. Que só de

. Nunca

a confirmação final

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Um Amor Em Ruínas
Um Amor Em Ruínas
“Eu, Ricardo Oliveira, passei quatro anos meticulosamente a criar Sofia. Uma talentosa fadista, ela era a peça que faltava, o substituto perfeito para Beatriz, o meu amor de infância, tragicamente perdida. O nosso casamento, o culminar deste "acordo estranho", estava iminente. Mas, na véspera, as vozes que ecoaram na noite revelaram um pesadelo retorcido. Sofia, a noiva que elevara da pobreza, cuja mãe ajudei e cujo irmão transformei, planeava humilhar-me publicamente, fugindo do altar. Tudo, uma farsa orquestrada pelo seu "amigo" Tiago, um parasita que a chantageava com ameaças de suicídio, e a sua própria família cúmplice. Cada euro gasto, cada sacrifício meu, tornava-se um testemunho de engano. Fui traído e humilhado; a "substituta" que eu pacientemente moldava, nutria aversão por mim, conforme ouvi. "Aversão". Como essa palavra me gelou o sangue, confirmando os meus piores medos. A dor era mais aguda do que qualquer perda anterior, a minha busca por um fantasma culminara em desespero e revelação pública. Como pude ser tão cego? Permitir-me ser um mero peão num jogo de manipulação. Mas aquela noite gélida no Alentejo trouxe uma verdade libertadora. Chega de sombras, chega de substitutos! Com o coração pesado, mas uma clareza cortante, cancelei o casamento e fiz as malas para os Açores. Era hora de aniquilar a farsa e, finalmente, cortar o cordão umbilical com o passado. No entanto, o destino, e as intrincadas consequências das minhas escolhas, ainda guardavam um preço trágico a ser pago. Uma perseguição desesperada começaria, levando a desfechos impensáveis, forçando-me a confrontar não apenas os outros, mas também a minha própria libertação da escuridão.”