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O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição

Capítulo 1 

Palavras: 1530    |    Lançado em: 19/06/2025

ro de uma pequena vila alentejana, e ia casar com Gonçalo, o seu amor de juventude. A igr

sta na padaria do pai, Gonçalo chamou-a

e te confessar

o de Lia

foi, Go

m investimento agrícola nas herdade

r-lhe dos pés. Arruina

lo. Segurou-lhe

ssar isto, Gon

abraço pareceu-lhe

as "dívidas" de Gonçalo. Fazia limpezas em várias casas, de manhã à noite. Cozia bolos casei

á ajudava Lia a apanhar azeitonas nas bermas das estradas poeirentas. Com elas, Lia fazia um pouco de azeite para consumo próprio, um l

voltava sempre de mãos a abanar e com o cheiro a perfume caro que Lia não reconhecia. As di

o. Em vez disso, conseguiu um trabalho temporário. Um novo hotel rural de luxo ia ab

ndoso, símbolo do Alentejo. Vasco era uma pequena cegonha, outra image

no meu aniversário?" perguntou Vasco, a

goliu

muito, meu amor. Para

m sabia onde Gonça

mponente do hotel, uma mulher elegante, de

sta de aniversário. Ali dentro." Apontou para os jardin

aniversário de Vasc

ou Lia, a voz alterada

do que ganham num di

ou a cabeça pequena de cegonha, afi

Piscinas azuis, relva impecável, convidados vestidos

lhaço, um bolo enorme. E no centro de tudo, um menino mimado abria

e a acenar, tentando animar as

da, mas precisava de

sa que a fez gelar, mesmo dent

vestidas, cochichavam perto d

nçalo na mão, não t

os maiores produtores de azeite e

izem que vive na miséria, a

a seria só para ela. Uma promessa antiga, de a

e dançar. O

Produtor de a

lência... as dívida

iu-o. G

atriz. Sorria para ela com uma ternura que Lia nun

ulher que os ti

alo, o homem por quem ela se matava a

rmou, olhando para Lia co

onçalo Vaz. Dono de metade

apontando para o filho dela, Martim, que

raçou-o e disse, em voz alta para que t

tudo o que quiser. A minha fortuna é para

aguda no peito. H

to ridículo e confrontá-lo. Mas

de Beatriz, Martim, puxou-lhe uma d

ágrimas a quererem

oximou-se dela. Ele tinha tirado a cabeça do fato.

smo com cinco an

s com um ar de gozo. Pegou num punhado de not

bres. Anim

voaçou e caiu

z riram. Riram c

pensava amar. A farsa. A promessa a Bea

do padeiro, a observá-los de longe, o coração apertado. Gonçalo sempre fora apaixonado por Bea

outro, fora viver para long

le se aproximara de Li

a noite, "casa comigo.

tara. Pensara que o seu amor o cur

sacrifício, de sofrim

a" no dia do casamento. A ausência

Vasco eram apenas um empecilho, um erro de cálculo no seu plano

s fatos. O dinheiro que Beatriz lhes

autocarro, Vasco encost

z embargada, "o pai não

as lágrimas a correrem-

amor. Nã

o filho àquela miséria, àquela hu

Tinha d

Ia levar Vasco para

s em restaurantes de luxo que via nas redes sociais de Beatriz, que ela passara a seguir em

o anexo alugado onde viv

. Vinha impecavelmente vestido, ch

te." Ele falava como se nada fosse,

har," respondeu

s isto." Pousou uns papéis na mesa. "Coisas

tratos, licenças. Coisas de u

u. O telemóvel t

a. Sim, já trato diss

assinou os papéis sem os ler

aí. Tenh

parar por um advogado amigo, semanas antes, numa rara centelha de lucidez, m

em re

ressado, para ir te

ar para a porta

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O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição
O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição
“Casei-me com o amor da minha juventude, Gonçalo. No dia do nosso casamento, ele confessou-me que estava na ruína. Cega de amor, prometi que enfrentaríamos tudo juntos. Mas a vida tornou-se um inferno de cinco anos de sacrifício. Eu trabalhava de sol a sol, e o nosso filho, Vasco, cresceu a apanhar azeitonas para comermos. No quinto aniversário de Vasco, vestida de mascote num hotel de luxo, a verdade esmagou-me: Gonçalo não era pobre; era multimilionário, e vivia na opulência com a sua ex-namorada. E ria-se da minha "ingenuidade" e "sacrifício". Ele usou o nosso filho, o seu próprio sangue, como dador de medula para o filho da amante. Forçou-me a doar sangue para a criança dela, priorizando-a sobre o Vasco. Vi o meu filho ser magoado e fui humilhada em público, forçada a ajoelhar. E quando fomos raptados, ele disse aos captores para "se livrarem de nós". Como pude amar um monstro tão calculista? A cegueira do meu amor condenou-nos à miséria e à humilhação. Cada mentira dele, um buraco na minha alma. E o Vasco, com o seu olhar de dor, era a prova da minha tolice. Mas os olhos do meu filho quebraram as minhas correntes. Chega de pena, chega de sofrimento. Peguei na pouca dignidade que me restava e mudei-me. Dei um novo lar a Vasco, um amor honesto e um futuro longe daquela sombra. E quando Gonçalo se atreveu a reaparecer, a minha resposta foi um muro de gelo e um "Eu odeio-te" final.”
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