icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição

Capítulo 2 

Palavras: 600    |    Lançado em: 19/06/2025

co na manhã seguinte, enquanto Lia fazia

ou-se à fr

r o divórcio ao pai. Vamos come

lharam com uma mistur

voltar a

erido. N

sociais de Beatriz, que ele continuava a sua vida de luxo. Fot

enquanto ele esbanjava com outra. Vasco a crescer sem nada, a ajudar a mãe a catar azeito

rescia de

lo apareceu de surpresa.

passeio com o pai? Vamo

u para Lia

tiu um

o. O Vasco f

subtilmente. Um brilho estr

quei

io, um homem idoso e si

se sai mesmo no final do mês.

"Sim, senhor Antunes

Lia para o senh

Gonçalo, forçando um sorriso. "Porta-te b

pareceu, Lia desabafou

tunes. Vou-me embora com o m

s abanou a cabe

homem nunca te mereceu. Se p

, senhor

e empacotar as últimas coisas. Ia par

deu pela fal

o? Va

sa minúscula. Nada

as

omeçou a i

nha veio

air há pouco. O Gonçalo disse que o ia levar ao h

Mas Vasco

gelado. Correu para

na receção. Mandaram

r, ouviu a voz de Gonçalo. V

gentes. O meu filho, Martim, precisa de um transplan

cada. A voz de Bea

um herói. Salva

em o seu consentimento. Usar o próprio filho como

quarto, depara

endido. O seu rosto er

ue faze

izeste, Gonçalo?

fazer uns exames. É

rtim? E o Vasco?

, um som se

o. E eu decido o que é melh

Reclame seu bônus no App

Abrir
O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição
O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição
“Casei-me com o amor da minha juventude, Gonçalo. No dia do nosso casamento, ele confessou-me que estava na ruína. Cega de amor, prometi que enfrentaríamos tudo juntos. Mas a vida tornou-se um inferno de cinco anos de sacrifício. Eu trabalhava de sol a sol, e o nosso filho, Vasco, cresceu a apanhar azeitonas para comermos. No quinto aniversário de Vasco, vestida de mascote num hotel de luxo, a verdade esmagou-me: Gonçalo não era pobre; era multimilionário, e vivia na opulência com a sua ex-namorada. E ria-se da minha "ingenuidade" e "sacrifício". Ele usou o nosso filho, o seu próprio sangue, como dador de medula para o filho da amante. Forçou-me a doar sangue para a criança dela, priorizando-a sobre o Vasco. Vi o meu filho ser magoado e fui humilhada em público, forçada a ajoelhar. E quando fomos raptados, ele disse aos captores para "se livrarem de nós". Como pude amar um monstro tão calculista? A cegueira do meu amor condenou-nos à miséria e à humilhação. Cada mentira dele, um buraco na minha alma. E o Vasco, com o seu olhar de dor, era a prova da minha tolice. Mas os olhos do meu filho quebraram as minhas correntes. Chega de pena, chega de sofrimento. Peguei na pouca dignidade que me restava e mudei-me. Dei um novo lar a Vasco, um amor honesto e um futuro longe daquela sombra. E quando Gonçalo se atreveu a reaparecer, a minha resposta foi um muro de gelo e um "Eu odeio-te" final.”