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O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição

Capítulo 3 

Palavras: 549    |    Lançado em: 19/06/2025

lou nas veias. Sen

lpa do hospital. Tudo uma farsa para enganar o menino,

xplodiu d

le dedicou-te a vida dele, ajudou-me a pagar as tuas su

m uma calma cruel, q

tá doente. Uma doença rara. O Vasco p

um pai negligente, um mentiroso!" Lia grit

ou-a pelo bra

usar." Dois homens grandes, que parec

meira saiu apressada do

nsfusão urgente. E o menino Vasco... teve uma reação alérgi

o larg

? Como

. E o seu filho Vasco... parece que tem um tipo de sangue muito raro, AB negativo, que

Um brilho calculista a

egativo, não tens? Lembro-m

ou, horr

te atr

le aproximou o rosto do dela, a voz um sussurro venenoso, "gar

com o próp

omar conta de si. Não ti

Um riso amargo escapou-lhe dos lábio

trou-lhe no braço. A dor era física,

Gonçalo agora cobiçava para o f

servava, i

pido. Ti

doar tanto de uma vez,

que ela possa. Tirem o que

apenas em Vasco. Tinha de o salvar.

ido à quantidade de sangue retira

gue dela vai primeiro para o

ção

seu lado, a chorar baixinho. A sua

. doeu

o coração

or. Desculpa não

a. "Tu protegeste-me

abra

ui, Vasco. Para s

onçalo entrou. O seu

estás a pensar

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O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição
O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição
“Casei-me com o amor da minha juventude, Gonçalo. No dia do nosso casamento, ele confessou-me que estava na ruína. Cega de amor, prometi que enfrentaríamos tudo juntos. Mas a vida tornou-se um inferno de cinco anos de sacrifício. Eu trabalhava de sol a sol, e o nosso filho, Vasco, cresceu a apanhar azeitonas para comermos. No quinto aniversário de Vasco, vestida de mascote num hotel de luxo, a verdade esmagou-me: Gonçalo não era pobre; era multimilionário, e vivia na opulência com a sua ex-namorada. E ria-se da minha "ingenuidade" e "sacrifício". Ele usou o nosso filho, o seu próprio sangue, como dador de medula para o filho da amante. Forçou-me a doar sangue para a criança dela, priorizando-a sobre o Vasco. Vi o meu filho ser magoado e fui humilhada em público, forçada a ajoelhar. E quando fomos raptados, ele disse aos captores para "se livrarem de nós". Como pude amar um monstro tão calculista? A cegueira do meu amor condenou-nos à miséria e à humilhação. Cada mentira dele, um buraco na minha alma. E o Vasco, com o seu olhar de dor, era a prova da minha tolice. Mas os olhos do meu filho quebraram as minhas correntes. Chega de pena, chega de sofrimento. Peguei na pouca dignidade que me restava e mudei-me. Dei um novo lar a Vasco, um amor honesto e um futuro longe daquela sombra. E quando Gonçalo se atreveu a reaparecer, a minha resposta foi um muro de gelo e um "Eu odeio-te" final.”
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