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O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição

Capítulo 4 

Palavras: 584    |    Lançado em: 19/06/2025

rrando-se a Lia. O medo nos olhos do

mbora," respondeu Lia,

desconfortável

o Martim... ele é filho da Beatriz.

Lia e

a! Trabalhei até à exaustão, o meu filho apanhou azeitonas na berma da estrada para termos o que comer! E tu? Tu esbanjavas a tua fortuna com ela e com

tava carregada

espondeu

Ninguém vos obrigou a viver a

iso amargo e

o azeite e da cortiça que fingia estar falido?

uidade, a sua dedicação cega, tinham

com a reação dela. Deu d

ochicharem sobre Gonçalo. Sobre como ele não saía da cabeceira de Martim, sobre os

a sobre Vasco.

forçou a dec

ue de diversões da cidade. Queria compensá-lo, c

seus olhos ainda ca

pai como os outros meninos?" pergu

ns uma mãe que te ama

de choque!" pediu Vas

a fila, uma funcioná

! O pai deve estar

cabeça. "Eu n

ria ficou

peão!" A voz de Gonç

li, com Beat

-o, a voz cal

te tem a ti. Um pai não

vez, Lia viu um lampejo de... culpa? Ou se

uou: "Ah, que bom! A família toda reunida! Q

da com a situação, e co

m família!" disse ela, olhan

se à perna de

çalo, no carrinho com Martim, demonstrava uma ternura e paciência que Lia

to, olhava para

sca no volante do seu carrinho e choco

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O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição
O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição
“Casei-me com o amor da minha juventude, Gonçalo. No dia do nosso casamento, ele confessou-me que estava na ruína. Cega de amor, prometi que enfrentaríamos tudo juntos. Mas a vida tornou-se um inferno de cinco anos de sacrifício. Eu trabalhava de sol a sol, e o nosso filho, Vasco, cresceu a apanhar azeitonas para comermos. No quinto aniversário de Vasco, vestida de mascote num hotel de luxo, a verdade esmagou-me: Gonçalo não era pobre; era multimilionário, e vivia na opulência com a sua ex-namorada. E ria-se da minha "ingenuidade" e "sacrifício". Ele usou o nosso filho, o seu próprio sangue, como dador de medula para o filho da amante. Forçou-me a doar sangue para a criança dela, priorizando-a sobre o Vasco. Vi o meu filho ser magoado e fui humilhada em público, forçada a ajoelhar. E quando fomos raptados, ele disse aos captores para "se livrarem de nós". Como pude amar um monstro tão calculista? A cegueira do meu amor condenou-nos à miséria e à humilhação. Cada mentira dele, um buraco na minha alma. E o Vasco, com o seu olhar de dor, era a prova da minha tolice. Mas os olhos do meu filho quebraram as minhas correntes. Chega de pena, chega de sofrimento. Peguei na pouca dignidade que me restava e mudei-me. Dei um novo lar a Vasco, um amor honesto e um futuro longe daquela sombra. E quando Gonçalo se atreveu a reaparecer, a minha resposta foi um muro de gelo e um "Eu odeio-te" final.”