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O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição

Capítulo 5 

Palavras: 416    |    Lançado em: 19/06/2025

eu com força no volante, e Vasco gritou,

a chorar, apo

bateu em nós

correu para Martim, sem seq

er desastrada! Lia, não tens cuida

roximou, fingindo pr

udeste ser tão imprudente? O Mar

de dor. O seu braço estava inc

tal." Tentou sair do carrinho, m

is? Primeiro, pede

ele que nos atingiu!

u o Martim vai ficar muito triste, e eu não quero is

ez. Usar o sofrime

Vasco, para os seus olho

de o p

sse ela, a voz a treme

ilou Beatriz, com

isse nada. Ap

Engoliu o orgulho, a rai

scu

iante. Sentia os olhare

o ato dela. Um lampejo de algo in

ao colo e correu para fora do

ocar no sítio, sem anestesia adequada para crianças peq

ixinho para o acalmar, o coração a

efeito dos analgésicos, ouviu a voz de Beatriz

s, Gonçalo... e se a Lia se divorcia mesmo de ti? Eu não qu

Gonçalo foi cl

me deixaria. Ela ama-me demasiado. Um pou

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O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição
O Sangue do Meu Filho: A Mais Cruel Traição
“Casei-me com o amor da minha juventude, Gonçalo. No dia do nosso casamento, ele confessou-me que estava na ruína. Cega de amor, prometi que enfrentaríamos tudo juntos. Mas a vida tornou-se um inferno de cinco anos de sacrifício. Eu trabalhava de sol a sol, e o nosso filho, Vasco, cresceu a apanhar azeitonas para comermos. No quinto aniversário de Vasco, vestida de mascote num hotel de luxo, a verdade esmagou-me: Gonçalo não era pobre; era multimilionário, e vivia na opulência com a sua ex-namorada. E ria-se da minha "ingenuidade" e "sacrifício". Ele usou o nosso filho, o seu próprio sangue, como dador de medula para o filho da amante. Forçou-me a doar sangue para a criança dela, priorizando-a sobre o Vasco. Vi o meu filho ser magoado e fui humilhada em público, forçada a ajoelhar. E quando fomos raptados, ele disse aos captores para "se livrarem de nós". Como pude amar um monstro tão calculista? A cegueira do meu amor condenou-nos à miséria e à humilhação. Cada mentira dele, um buraco na minha alma. E o Vasco, com o seu olhar de dor, era a prova da minha tolice. Mas os olhos do meu filho quebraram as minhas correntes. Chega de pena, chega de sofrimento. Peguei na pouca dignidade que me restava e mudei-me. Dei um novo lar a Vasco, um amor honesto e um futuro longe daquela sombra. E quando Gonçalo se atreveu a reaparecer, a minha resposta foi um muro de gelo e um "Eu odeio-te" final.”
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