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Juntos Contra o Destino: Afonso e Ana

Capítulo 2 

Palavras: 528    |    Lançado em: 19/06/2025

Beatriz não tinha voltado, o que não era surpreendente. Provavelme

amanhecer, a

a na sala de estar. Eram po

ciou, a voz sem emoção. "Recebe

as ninguém questionou. Estavam h

torista e homem de confiança.

"Apenas a eles, em mãos. E só depois

preocupado. "Senhor A

. "Tudo ficará bem, João

intenção de recomeçar noutro país, sob uma nova identida

fúgios. E a sua revelação sobre ser uma personagem numa história soaria a loucura. Se Beatriz suspeitass

a visitar a avó de Beatriz. Mas a avó, uma senhora idosa e frágil, existia, e Afonso tinha desenvolvido um afe

queno quarto, a o

sse ela, os olhos a brilh

do dela, segurando-

me dão a notícia do casamento?" pe

ntada de amargura. C

ilde," respondeu, tent

dura. Aquela história de vocês terem começado por causa do dinheiro par

stemente. Se ao m

eira-chefe, uma conhecida da família de Beatriz. Den

scentou, entregando outro envelope, mais grosso, "é para a Beatriz. Ent

dinheiro, suficiente para o futuro de Tiago e para o seu projeto de arquitet

ua melancolia. "Estás zang

vó. Vou fazer uma viagem lon

ais, a despedir-se adequadamente,

ou. E não vi

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Juntos Contra o Destino: Afonso e Ana
Juntos Contra o Destino: Afonso e Ana
“Afonso Alencar, um nome de peso em Lisboa, sempre manteve Beatriz Moreira numa relação curiosa: ele pagava, ela ficava. No fundo, Afonso sonhava que um dia, ela sentiria algo mais por ele. Mas um simples acidente mudou tudo. Subitamente, Afonso viu a terrível verdade: ele era o "vilão" de uma história predefinida, condenado a uma morte trágica para que a sua "heroína" Beatriz pudesse ser feliz com o "herói" Rui Costa. O medo gelou-o. Cada passo, cada encontro, confirmava o seu papel. Preso numa narrativa impiedosa, Afonso decidiu o impensável: simular a sua própria morte. Abandonou tudo, deixou a sua família, a sua identidade. Tornou-se Miguel Santos e fugiu para uma pequena vila piscatória em Espanha, com a esperança de escapar àquele enredo cruel e à mulher que amava. Como podia um homem escapar ao seu próprio destino? A uma história que o queria ver destruído? A sua decisão, um ato de desespero máximo, era a sua única esperança de liberdade. Cinco anos de paz relativa se passaram, uma nova vida construída longe dos fantasmas de um passado "inexistente". Mas então, a sineta da sua tasca tocou, e a voz que ele pensou ter calado para sempre ecoou no silêncio do seu novo esconderijo: "Afonso Alencar, eu sei quem tu és." Beatriz não só o encontrou, como trouxe consigo uma revelação que viraria o seu mundo mais uma vez: "Eu amo-te." A narrativa estava longe de ser reescrita, e o verdadeiro confronto com o destino apenas começara.”